
Hiago Rodrigues Reis de Queirós em Ping-Pong

Nome: Hiago Rodrigues Reis de Queirós
Natural de: Bairro da Lapa - São Paulo
Apelido: "Poetinha", "o da Caneta de Dores", "Monstrinho"
Nascimento/Dia e Mês: 13 de outubro.
Signo: Libra.
Filhos? Não, só meus livros.
Quantos? Filhos: 0, livros 20.
Trabalha? Trabalho pela e para a Literatura.
Profissão: Escritor
Escolaridade: 3º Ano de Administração, vou abrir uma editora.
Hobby: Editar os sites como - O Literático e Poesistas.
Estilo de Música: Clássico, Rock, Pagode, Rap e Setanejo.
Meu livro predileto é: O Mundo Como Vontade e Representação, de Arthur Schopenhauer.
Meu livro de cabeceira: Memórias do Subsolo, de Fiódor Dostoievski.
Um(a) grande escritor(a)/poeta: o romancista norueguês: Knut Hamsun.
Uma frase inesquecível: "Seja o que quiser, mas seja grande".
Meu programa preferido: Roda-viva.
Prato Predileto: Macarrão com feijão.
Uma bebida saborosa: Café.
Um doce: Doce de leite com amendoim cru e com casca.
Um Perfume: Sintonia masc.
Carro: Honda Civic LXS, mas prefiro ônibus, assim posso escrever.
Cor: Amarelo.
Esporte pratica ou gosta de algum? Gostava de Futebol, mas descobri a literatura.
O que mais me atrai: o comportamento não verbal das pessoas.
Nas mulheres admiro: A incessante busca por independência.
Nos Homens admiro: A loucura de nunca desistir.
Animal ou objetos de estimação? Fora minhas canetas, nenhum.
Um nome: Hiago Rodrigues Reis de Queirós.
Mania tem alguma: Caneta na boca.
Vício tem algum? Café, ler e escrever.
Quando acordo vou: Tomar café e passar a limpo minhas anotações.
Não durmo sem: Ler um capítulo inteiro do meu livro de cabeceira.
Um filme: Em Busca da Felicidade (além de baseado em fatos reais, é realista).
Um grande Amor: Carolina Luana Landini Barros.
Um grande lamento: A despedida da Luana.
Tenho saudades: Da minha ingenuidade poética.
Detesto: A elite e a mediocridade literária.
Fico Feliz quando: Consigo escrever uma personagem assim como eu a imaginei, ou quando se reconhecem com algum poema meu.
Quando estou triste eu: Me olho no espelho até sorrir da minha tristeza (isso pode demorar um dia, ou dois).
Sofro ao ver: Tanta gente vivendo na superficialidade da vida, como insetos ou plantas.
Queria muito: Que as pessoas entendessem o que é o Realtragismo.
Nem pensar: Em me conformar ou tentar dizer como seria melhor esta realidade.
Amigo pra mim é: Quem conhece minha literatura e por isso me deixa sozinho com meus livros.
Sinto-me plenamente quando: tenho uma caneta e um papel nas mãos.
Viver é: escrever.
Preconceito: falta de aceitação do outro como diferente e de si como único.
Violência: vontade de ter o controle do poder, ou medo de perder o controle deste poder.
Fome: mais um motivo para eu versar.
Um presente inesquecível: minha poeticidade, presente que eu mesmo me dei, ao inventar-me um poeta.
Uma viagem dos sonhos: ir para Guaratinguetá, na Vila Paraíba, na Rua Pedro de Toledo.
Chocolates ou Frutas: Fruta, melancia.
Por que? eu como bastante, dá a sensação de estar-se muito cheio, mas logo esvazia-se, e começa tudo de novo.
Um desejo: Não desejo muita coisa não, mas como objetivo, vou trazer o nosso Prêmio Nobel de Literatura.
Um carinho: ...não preciso destas coisas.
Um presente: uma caneta simples, das de 1 real.
Amigo(a) é: quem "tenta" entender e até sentir a dor do próximo.
Felicidade é: poder olhar a vida passada e ter a certeza de que fez o que pode.
Um ídolo e porque: Não tenho ídolo maior do que eu, porque todo ídolo tem seu "lado B" que não conhecemos em sua história heróica, e eu conheço o meu lado b, eu conheço a *minha história, que pode ser acessada no link do web site abaixo.
Você por você, se auto defina: Sou um prosador que versa a vida com uma caneta de dores... Sou um versador que prosea com a solidão sobre o sentir do existir... sou um sempre-triste que sorri para a beleza da tristeza... sou a alegria da letra melancólica em euforia gritante, tinindante, abrasadora e visceralmente inflamada de agonia, pronta a chorar. Sou um hiago.
Deixe uma mensagem ou um Poema: Pergunte-se, a cada dia, cada hora, cada segundo que você se peceber vivo... pergunte-se: o que eu estou fazendo aqui, neste mundo?
Hiago Rodrigues Reis de Queirós - Junho 2009
*Web site
Cônsul para o Brasil de Poetas del Mundo
Ping-Pong: Elizabeth Misciasci x Hiago Rodrigues Reis de Queirós
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O Brasil vive atualmente um momento crítico na crítica literária, mas nós, do Arte Que Acontece, pouco estamos no encalço da crítica, mas sim de quem acontece e faz a arte acontecer; por isso, nossos aplausos vão para o escritor: Hiago Rodrigues Reis de Queirós. Mas, por quê? Acompanhe a carreira literária deste escritor:
Autorizado a copiar, divulgar e republicar, desde que não autere e mantenha os devidos créditos.
Poeta Em Foco Hiago Rodrigues Reis de Queirós

13 de outubro de 1989 - data de nascimento.
1998 - Muda-se para o interior do Paraná.
2001 - Primeiros contos, publicados na revista literária: Lítera, de Ponta Grossa-PR.
2002 - Ganha o prêmio Barco, na categoria: Poesia, com 144 poemas escritos em 4 horas. Premiação concedida pela Prefeitura de Ponta Grossa-PR.
2003 - Publica seu primeiro romance: Uma Cara Para João, em, e no mesmo ano organiza seu primeiro livro de poesia: 111Prosas Que Versam... e as vezes rimam.
No ano seguinte -2004, escreve o romance: OS TR3S ERROS. O livro de contos: Contos Que Contam... o que todo mundo sabe contar; e também conclui mais um livro de poesia: 112Prosas Que Versam... e as vezes rimam, com o mesmo título do livro poético anterior, mas com poemas inéditos.
Em 2005, escreve dois romances: O Fim do Poeta, e: Uma Ligação. E, quase no fim deste mesmo ano, o terceiro livro de poesia: 113Prosas Que Versam... e as vezes rimam.
2006 foi o ano do romance: Hotel da Miséria Humana, do quarto livro de poemas: 114Prosas Que Versam... e as vezes rimam, e, no dia 20 de março publica o Manifesto Realtragista, para logo depois, em abril, concluir a Teoria Realtragista, que conceitualiza um fazer artístico baseado na tragédia, mas que tenta, com isso, por o receptor desta arte em uma reflexão acerca da sua maneira de existir.
Em 2007 escreve o romance: As Cinzas da Fênix, e como se não pudesse faltar: o 5º livro de poesia: 115Prosas Que Versam... e as vezes rimam; e as peças para teatro: Imprigma, e: O Baú do Escritor.
Em 2008, este escritor escreveu o romance: Olhares em Eclipse, e os livros de poesia: Silêncio Interno, e: Acerto de Contas, além de mais duas peças para teatro: As Lágrimas do Príncipe, e: A Morte em Depressão.
Agora em 2009, já publicou o livro de poesias: Versos Versus Tristeza, e ainda está prometendo mais um: Versando Sem a Lua; e um romance, para o fim do ano: Espelho de Luz.
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