09/01/2009 - 3:45h -BBC
Fontes da inteligência dos EUA afirmam que país matou dois líderes do grupo, sendo um destes, chefe de operações no Paquistão da rede extremista Al-Qaeda, Usama Al-Kini e o outro, seu assessor, Sheikh Ahmed Salim Swedan.
Os dois homens teriam nascido no Quênia e figuravam na lista dos extremistas mais procurados pelo FBI (a polícia federal americana) por serem suspeitos dos ataques contra embaixadas dos EUA no Quênia e na Tanzânia, em 1998.
-G1 - 3:56
Al-Kini também era suspeito de ter planejado um ataque frustrado contra a ex-primeira-ministra do Paquistão, Benazir Bhutto, morta em outro atentado em dezembro de 2007.
ONU suspende ajuda
A agência da ONU para os refugiados palestinos (UNRWA) anunciou nesta quinta-feira (8) que vai suspender todas as suas operações na Faixa de Gaza por conta do "risco" causado pela presença de tropas no território palestino sob ataque.
*Com informações da Revista zaP! - G1 e Agencias Internacionais
Governo Brasileiro enviara catorze toneladas de produtos doados a Gaza
Durante toda esta sexta, militares embarcaram os medicamentos e alimentos no avião da FAB, modelo Hércules C-130. O Itamaraty informou que todos os donativos que serão enviados a Gaza foram comprados pelo governo federal.
Foguetes disparados do Líbano atingiram o Norte de Israel nesta quinta-feira (8) e deixaram duas pessoas feridas. Israel revidou ao ataque com um bombardeio na área de origem dos ataques.
08/01/2009 ás 6h
Ainda não foi confirmado quem lançou os foguetes do Líbano, mas o Hamas no Líbano negou responsabilidade e o Hezbollah não se pronunciou. O porta-voz da polícia israelense Micky Rosenfeld disse que os foguetes atingiram três lugares diferentes na região da Galiléia, ao Norte de Israel.
Cinco bombardeios "localizados" já foram feitos por Israel na área do Líbano de lançamento dos foguetes em resposta ao ataque inesperado
Mais de 700 mortos nos Conflitos em Gaza.
08/01/2009
Muawiya Hassanein, chefe dos serviços palestinos de emergência, informou nesta quarta-feira, número de mortos no 12º dia de ataques de Israel à Faixa de Gaza subiu a 702, com 3.100 feridos
O Exército de Israel fez entre 13h e 16h desta quarta-feira (9h e 12h de Brasília) uma interrupção dos ataques a Gaza para permitir a entrada de ajuda humanitária, informaram fontes do governo do país.
A interrupção temporária dos ataques teve "razões humanitárias", segundo um porta-voz militar
Israel decidiu cessar os bombardeios diariamente, mas a continuidade da medida será estudada a cada dia em função da situação, disse Peter Lerner, porta-voz do organismo dependente do Ministério da Defesa que coordena as atividades de Israel nos territórios palestinos.
Israel e a Autoridade Palestina aceitaram a proposta de cessar-fogo franco-egípcia na Faixa de Gaza, informou nesta quarta-feira o presidente da França, Nicolas Sarkozy.
A informação foi divulgada pelo escritório do governo francês. No comunicado, Sarkozy diz que espera que o plano seja implementado "o mais rápido possível" para que "o sofrimento da população seja interrompido".
Mas Israel e Hamas, os dois lados envolvidos no conflito, desmentiram logo em seguida, dizendo que as negociações ainda estão "em andamento".
Por telefone, a secretária norte-americana de Estado, Condoleezza Rice, pressionou a chanceler israelense, Tzipi Livni, a aceitar a proposta egípcia. O Conselho de Segurança da ONU reuniu-se para discutir providências a tomar com relação à crise, que já matou 653 palestinos na Faixa de Gaza, segundo fontes médicas locais.
Com informações da Jornalista Nidal Al Mughrabi- GAZA -(Reuters) - Os Estados Unidos, principais aliados de Israel, juntaram-se na quarta-feira à Europa nos apelos para que o Estado judeu aceite a trégua proposta pelo Egito e suspenda a ofensiva iniciada há 12 dias na Faixa de Gaza, onde os combates foram retomados após uma pausa de três horas para que agências humanitárias distribuíssem alimentos.
O presidente-eleito dos EUA, Barack Obama, disse, após dias de silêncio, que está "profundamente preocupado" com a crise, e que pretende se envolver ativamente na questão do Oriente Médio assim que tomar posse, no dia 20.
Analistas israelenses dizem que Israel tem de terminar a ofensiva até lá, sob pena de afetar suas relações com o novo governo dos EUA.
O governo atual disse que uma trégua é urgente, mas que o processo está complicado pelo número de envolvidos. "Estamos trabalhando para conseguir isso o mais rápido que pudermos", disse a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.
Mark Regev, porta-voz do primeiro-ministro Ehud Olmert, elogiou a iniciativa de mediação franco-egípcia. "Queremos vê-la bem-sucedida", afirmou.
Complemento da matéria, com créditos á Reportagem adicional de Dan Williams e Adam Entous, em Jerusalém - 08/01/2009
*Nota do Editor -Da Redação - -Editora de conteúdo Responsável- Elizabeth Misciasci.
Trégua que autoriza o recebimento de Ajuda Humanitária -07/01/2009
Em BRST - 07/01/2009 ás 12:30h
GAZA (Reuters) - Israel e o Hamas anunciaram a suspensão temporária das hostilidades na Faixa de Gaza na quarta-feira para facilitar o fluxo de ajuda humanitária, e os dois lados disseram que estão estudando uma proposta egípcia para um cessar-fogo.
Ao mesmo tempo em que ordenou uma suspensão de três horas nas operações militares para permitir a entrada de ajuda, Israel disse que estuda uma escalada grande das operações, que levaria suas tropas para mais fundo nas cidades e nos campos de refugiados da Faixa de Gaza, em sua tentativa de pôr fim aos disparos de foguetes feitos por militantes islâmicos contra Israel.
O gabinete do primeiro-ministro Ehud Olmert anunciou a que Israel abrirá a partir de hoje, um corredor humanitário "para prevenir uma crise humanitária na Faixa de Gaza".
A decisão foi comunicada à secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice.
"Decidimos cessar os bombardeios em Gaza entre 13h e 16h (9h e 12h do horário de Brasília) todos os dias a partir de hoje, quarta-feira", declarou, à France Presse, a porta-voz militar Avital Leibovich.
O Exército de Israel anunciou que a partir desta quarta-feira (7) vai interromper os bombardeios em Gaza durante três horas todos os dias.
Falta comida, água e energia em Gaza, onde pelo menos 541 á 550 pessoas já morreram, muitas destas, mulheres, crianças inocentes e civis inocentes.
06/01/2009
Combates, chegam ao Suburbio de Gaza
Os combates teriam acontecido no distrito de Shujaiya, na Cidade de Gaza.
O Hamas e Jihad Islâmica afirmaram que seus militantes enfrentaram os soldados israelenses com metralhadoras e lançadores de foguetes.
Citando fontes do Exército, o jornal israelense Haaretz afirmou que os soldados foram atacados por morteiros.
Da Redação - Com Informações de Agências Internacionais e da BBC e REUTERS
Desde 27 de Dezembro *2008, quando começaram os ataques aéreos, de Israel na Faixa de Gaza, pressupõe-se, por balanços estatísticos, que 555 palestinos morreram e 2.700 ficaram feridos, (entre as vítimas fatais) doze crianças.
Com dez dias de conflitos, a guerra se alastra, sem caminho definido. A Alarmante situação, se estende ao ponto de tropas de Israel e militantes já combatem nas ruas da Cidade de Gaza.
GAZA (Reuters) - Soldados israelenses com apoio da artilharia aérea disputavam território na segunda-feira com combatentes do Hamas dentro da Faixa de Gaza, apesar dos apelos internacionais por um cessar-fogo no conflito que matou mais de 540 palestinos em dez dias.
Em discurso por uma rádio, Abu Ubaida, porta-voz militar do Hamas, conclamou os combatentes a lutarem "em cada rua, em cada beco" e ameaçou disparar ainda mais foguetes contra Israel.
Os presidentes da França, Nicolas Sarkozy, que foi ao Oriente Médio tentar mediar a crise, e dos EUA, George W. Bush, a 15 dias do fim de seu mandato, fizeram um apelo por um cessar-fogo.
Mas as discordâncias sobre quem vai parar de atirar primeiro e quais seriam os termos da trégua tornam essa hipótese remota.
Falta comida, água e energia em Gaza, onde pelo menos 541 pessoas já morreram, muitas delas civis. Entre as vítimas de segunda-feira estão 13 integrantes de uma família palestina cuja casa, num campo de refugiados, foi atingida num bombardeio, segundo fontes médicas.
Mais de 500 Mortos em Conflito na Faixa de Gaza
05/01/2009
"O número de mártires chegou a pelo menos 500, entre eles 87 crianças, e o de feridos soma mais de 2.450", disse à AFP o chefe do serviço de emergência de Gaza, o médico Muawiya Hasenein. "O número de mortos poderá ser bem maior, porque há um certo número de mártires e de feridos nas ruas que não pudemos retirar", acrescentou.
Divisa da Gaza- Tropas de infantaria do Exército de Israel dividiram a Faixa de Gaza em duas zonas separadas neste domingo e cercaram sua maior cidade.
Segundo anúncio oficial, um soldado israelense morreu na ofensiva terrestre. A morte aconteceu durante a entrada de tropas da infantaria israelense em território palestino
O Exército israelense comunicou neste domingo que matou um outro líder do grupo extremista, Husam Hamdan, responsável pela infraestruturas dos foguetes Qassam.
Reunião: Conselho de Segurança não conseguiu consenso por cessar-fogo
Confirmado pelo Exército de Israel na madrugada (do Brasil) neste domingo dia 04/01/2009, que ontem, sábado (3) no primeiro dia da ofensiva terrestre na Faixa de Gaza 30 militares ficaram feridos.
O atual presidente do Conselho de Segurança, Jean-Maurice Ripert, que representa a França, anunciou que não houve acordo entre os integrantes por uma nova resolução.
Mas ele disse que houve "sérias convergências" de opinião entre os 15 integrantes para expressar "preocupações profundas" sobre a situação degradante em Gaza. Os Estados Unidos bloquearam a aprovação de uma resolução do Conselho de Segurança da ONU, conclamando um cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza e no Sul de Israel, na reunião de emergência realizada em Nova York na madrugada deste domingo (4), segundo representantes de nações arábes no órgão. Líbia queria resolução que exigisse cessar-fogo na Faixa de Gaza. Embaixador da Líbia na ONU culpa EUA por fracasso.
Em nota, Itamaraty pede fim de atos de violência. Brasil defende realização de conferência internacional. O presidente da União Europeia, o primeiro-ministro tcheco, Mirek Topolanek, considera a operação terrestre israelense na Faixa de Gaza "mais defensiva que ofensiva", segundo anunciou o porta-voz do governante, Jiri Frantisek Potuznik.
*Da redação, com informações de diversas agências de notícias e correspondentes.
Tropas israelenses entraram por terra na Faixa de Gaza em 04/01/2009
Milhares de tropas de Israel com tanques e helicópteros lançaram a ofensiva terrestre na noite de sábado (3) depois que oito dias de ataques aéreos se mostraram insuficientes para interromper o lançamento de foguetes contra Israel.
Líderes de Israel disseram que a operação militar foi deflagrada para interromper à força ataques de foguetes contra o sul de Israel. Segundo as autoridades israelenses, o objetivo não é reocupar Gaza.
O Conselho de Segurança da ONU marcou uma reunião de emergência em Nova York neste sábado (3), mas não houve acordo para selar uma resolução pelo cessar-fogo imediato. O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu a líderes mundiais que intensifiquem esforços para conseguir uma trégua imediata.
*Da redação, com informações do Press Grance e suporte de pequisa G1 - Por Elizabeth Misciasci
PALESTINOS E A REGIÃO DE GAZA, SOFREM COM AS BÁRBARIES PRATICADAS POR ISRAEL 03/01/2009
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu na noite deste sábado (3) o fim imediato da ofensiva terrestre israelense na Faixa de Gaza, informou a assessoria de imprensa das Nações Unidas.
O porta-voz-chefe das Forças de Defesa de Israel, brigadeiro Avi Benayahu declarou a um canal de televisão que a ação terrestre na Faixa de Gaza não será curta. "Levaremos muitos longos dias", declarou.
O ministro da Defesa do país, Ehud Barak, também alertou que a campanha "não será fácil e não será curta". "Não buscamos a guerra, mas não abandonaremos aos ataques do Hamas que vêm ocorrendo", disse ainda.
Ban conversou por telefone com o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, demonstrando a ele "sua preocupação extrema e decepção", após iniciar a ofensiva terrestre, segundo um comunicado.
Convencido de que "esta escalada vai inevitavelmente aumentar os sofrimentos da população civil", pediu o fim imediato da operação terrestre, insistindo para que Israel faça o possível para assegurar a proteção da população civil e o encaminhamento da ajuda humanitária".
Dezenas de palestinos armados morreram nas horas seguintes à ofensiva por terra iniciada por Israel na noite deste sábado (3), segundo um militar israelense ouvido pela agência AFP.
O oficial disse ainda que não houve baixa do lado de Israel. Segundo a AP, ruído intenso de artilharia foi ouvido no lado leste da cidade de Gaza durante a invasão, assim como tiroteios.
O porta-voz-chefe das Forças de Defesa de Israel, brigadeiro Avi Benayahu declarou a um canal de televisão que a ação terrestre na Faixa de Gaza não será curta. "Levaremos muitos longos dias", declarou.
O ministro da Defesa do país, Ehud Barak, também alertou que a campanha "não será fácil e não será curta". "Não buscamos a guerra, mas não abandonaremos aos ataques do Hamas que vêm ocorrendo", disse ainda.
Ban Ki-moon falou com o primeiro ministro
de Israel, Ehud Olmert.'Esta escalada vai aumentar os sofrimentos da população civil', afirmou.
A entrada no território palestino aconteceu já durante a noite.
"O objetivo é destruir a infraestrutura de terror do Hamas na área de operações", disse a major Avital Leibovitch, porta-voz do Exército. "Vamos tomar algumas das áreas de lançamento usadas pelo Hamas", acrescentou.
De acordo com o diário israelense "Haaretz", um grande número de forças está participando do ataque, incluindo infantaria, tanques, grupos de engenharia, artilharia e inteligência, com apoio da Força Aérea, da Marinha e do serviço de segurança Shin Bet.
LONDRES (Reuters) - Milhares de manifestantes, entoando slogans e carregando faixas, saíram neste sábado em passeata em cidades de vários países da Europa para exigir o fim dos bombardeios israelenses na Faixa de Gaza.
Protestos foram realizados ou programados para este sábado na Grã-Bretanha, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Holanda e Espanha enquanto a ofensiva israelense entrava na segunda semana.
Em Paris, a polícia disse que mais de 20.000 manifestantes,
muitos vestindo o lenço de cabeça palestino (keffiyeh), caminharam pelas ruas da cidade gritando slogans como "Israel assassino!" e levando faixas que exigiam o fim dos ataques.
A polícia de Londres disse que mais de 10.000 pessoas participaram de uma concentração e uma passeata barulhenta para exigir o fim da ofensiva israelense contra os militantes do Hamas, a qual matou pelo menos 446 palestinos.
Em muitas cidades européias as pessoas acenavam com sapatos - relembrando o ato de um jornalista iraquiano que lançou seu calçado contra o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, em Bagdá, no mês passado.
Manifestantes britânicos atiraram dezenas de sapatos na rua quando passaram pelo portão de entrada de Downing Street, onde mora o primeiro-ministro Gordon Brown, e gritaram furiosos diante de uma fileira de 40 policiais que lá estavam de guarda.
"Venha para pegar seus sapatos, Gordon", gritou uma mulher enquanto outros manifestantes entoavam para Brown slogans que diziam "Tenha vergonha".
Um porta-voz disse que Brown havia conversado novamente com o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, neste sábado e está pressionando duramente por um cessar-fogo imediato.
Liderando a manifestação estavam a cantora Annie Lennox, os políticos Tony Benn e George Galloway e o comediante Alexei Sayle.
Os participantes levavam bandeiras palestinas e cartazes com frases como "Encerrem o cerco a Gaza" e "Parem com o massacre".
Israel diz que antes de pôr fim às operações, os militantes do grupo islâmico Hamas devem parar com os ataques de foguete a partir de Gaza, mas os disparos continuaram no sábado.(03/01/2009)
Quatro israelenses foram mortos por foguetes do Hamas desde que a ofensiva começou.
Esta Matéria, no que presta informações de Paris,
Foi possível, Contando com Reportagem adicional de Laure Bretton, Noah Barkin, Raissa Kasolowsky, George Hatzidakis, Andras Gergely, Jonathan Gleave, Ulf Laessing, Silvia Aloisi, James Mackenzie, Aaron Gray-Block)
Reunião: O Movimento Poetas Del Mundo

Centenas de Poetas do Mundo manifestam solidariedade com a Palestina. Reproduzidos aqui alguns comentários, mas por falta de tempo, não podemos publicar todos os textos e poemas recebidos, o que tentaremos providenciar.
Cientos de Poetas del Mundo se manifiestan en solidaridad con Palestina, aquí reproducimos algunos comentarios, por falta de tiempo no podemos publicar todos los textos y poemas recibidos, más adelante intentaremos hacerlo.
Des centaines de Poètes du Monde se manifestent en solidarité avec la Palestine, ici nous reproduisons quelques commentaires, par manque de temps nous ne pouvons pas publier tous les textes et poèmes reçus, plus tard nous espérons pouvoir le faire.
Poets' hundreds of the World show solidarity with Palestine. Here any comments, but for lack of time, we cannot publish all the texts and received poems, what we will try to provide.
Centinaia di Poeti fare Mundo manifestam solidarietà con la Palestina. Rreproduzidos alcuni commenti qui, ma per mancanza di tempo, non siamo in grado di pubblicare tutti i testi e le poesie pervenute, o tentare providenciar.
Nota e Manifestação de Nossos Embaixadores da Paz - e Poetas Del Mundo - Embaixador Luis Arias Manso e Drª Delasnieve Daspet
*Nota do Editor
Com detalhes de Informações da( Agência Reuters), (Press France) (G1) e (AFP) acrescidos os respectivos créditos= Elizabeth Misciasci- Jornalista Responsável- Cônsul de Poetas Del Mundo Brasil
Da Redação - Revista zaP!