
Atualizado em Julho de 2009
Até o presente momento, não se tem notícias, nem o paradeiro do pequeno Lucas Pereira, desaparecido desde 21 de junho de 2008, ou seja um ano sem Lucas Pereira...
Porém, estão circulando emails pela internet, bem como há portais e inúmeros blogs divulgando o Caso de forma errada. Assim sendo, compete a nós informar que, o pequeno Lucas Pereira, não foi encontrado ainda, e a Polícia continua na busca.
Os portais da Venezuela, Argentina e os que conseguimos apurar, já foram comunicados do erro! Bem como nos manifestamos para o Jornal Notícia Al Dia, para que façam a alteração da informação. Aguardamos ainda as alterações, porque as divulgadas, não procedem. Pois se trata de uma criança Brasileira, com os pais residentes e situados no Brasil e o nome não é Ricardo Sanchez, e o pai é Brasileiro.
Lamentavelmente, este caso é um dos motivos de indignação... Razão para muita tristeza, porém, não significa que esquecemos do caso, ou deixaremos de buscar notícias, até que este caso seja definitivamente esclarecido e Lucas Pereira, localizado, afinal, estamos atentos para que a Justiça seja feita!
Portanto, estaremos interruptamente, Na Busca Por Justiça!
Por Sandra Domingues
DIREITO DE RESPOSTA - CONTATO MÃE de Lucas Pereira
Por Sandra Domingues
Em 28 de março de 2009, Marcelene Érika mãe do Lucas, após ler o artigo abaixo, quebrou o silêncio.
Érika nos enviou uma justificativa por email, se demonstrando muito triste. Por entendermos que a partir do momento em que mencionamos o comportamento e a ausência da mãe, ela respondeu entristecida, abrimos aqui como resposta, uma vez que é Direito.
From: Erika Pereira -To: Sandra Domingues 27, 2009 12:14 PM
"Sandra é com grande dor no meu coração que leio estas, vcs não sabem o que é ter um filho desaparecido o qto tenho brigado por ele.
Não imagina a qual lugares perigosos eu entrei. Estou toda machucada, cheguei a levar pauladas, no rosto, chutes e pontapés caida ao chão.
Você não pode dizer que eu me esquivo, estou cheia de hematomas por isso me bateram em 3, literalmente fui espanacada, tudo pelo lucas, não sei se vou viver ou morrer mas tudo que quero é meu filho meu ele é meu quero de volta onde esta? qual demonio o levou eu procuro e não consigo achar....
Já estou sem forças, estou parecendo uma caveira e sinceramente prefiro deixar esta "merda" de vida... Sem ele eu jamais vou viver.
E quanto este tal detetive eu não o trouxe e não é tudo gratis não e ele tb esta querendo se promover as custas de meu filho.
Eu falei muito com ele, ele não inspirou confiança na certerza, e eu jamais me esquivo do assunto ele esta presente 24 horas em meu pensamento...
Desde já grata pela atenção e me perdoe pela falta de atenção."
Caso Lucas Pereira
Por Sandra Domingues -25 DE MARÇO DE 2009
DENUNCIANDO - NOVE MESES SEM NOTÍCIAS
Lucas Pereira de apenas 3 anos de idade e de acordo com as informações do pai e mãe do menor, ele teria desaparecido no dia 21 de junho de 2008, entre 10 e 11 horas da manhã, em frente a casa da avô materna, onde estava morando na Cidade de São Carlos, interior de São Paulo.
Lucas estava na cidade de São Carlos com o irmão Caio e mãe Marcelene Érika que havia abandonado o engenheiro Carlos Ratto (pai do menino) a 20 dias.
Antonio Carlos pai de Lucas não dava mais dinheiro para a família que se encontrava em dificuldades e sem condições de sobrevivencia, vivendo às custas dos avós maternos. Conforme Informações da própria mãe de Lucas.
Com informações na íntegra do Jornal Notícias de São Carlos - Quarta, 10 de Setembro de 2008 às 10:36 - abaixo
No último domingo, a estudante de modas Marcelene Érika Pereira, mãe do menino Lucas Pereira de 3 anos e 8 meses, completou 34 anos e segundo ela foi o pior aniversário de sua vida, pois longe do filho que encontra-se desaparecido, ela ainda vive o drama de ter sido separada do segundo filho Caio Pereira de 8 anos, cuja guarda provisória encontra-se com o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, 57, que encontra-se no Rio de Janeiro.
Falando á reportagem ela quebrou o silêncio e contou sobre as investigações, sobre o uso de entorpecente, as acusações e o desespero por não ter nenhuma notícia do filho menor. Ela diz que vai ficar em São Carlos, onde o filho desapareceu e só sairá daqui com filho vivo. "muitos já comentaram no orkut, que meu filho estaria morto e que teria ocorrido magia negra com ele. Isto não pode ser verdade e eu não acredito que alguém poderia fazer isto com uma criança inocente. Meu filho está vivo eu sinto isto e somente isto me mantém de pé. Eu já fui até acusada de ter sumido com meu filho. Isto é uma mentira. Eu vou a onde tiver que ir para provar minha inocência e mostrar que sou a mãe e era também o pai desta criança. Até a imprensa disse que eu era suspeita. Eu fui um bode expiatório, tentaram fazer de mim uma Nardoni ( se referindo ao casal acusado de matar Isabela Nardoni de 5 anos em São Paulo). Não vou mais me calar, agora chega", desabafa Érika no início da entrevista.
Nestes oitenta dias de desaparecimento do menino a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e a Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, ainda trabalham no caso. Um homem foi detido na cidade de Ilhéus -BH, por tentar ganhar dinheiro com uma história que seu irmão teria raptado Lucas. Outra casa, localizada na Ilha do Governador - RJ, foi invadida pela policia carioca após uma denuncia de que o menino teria sido levado para aquele local, mas o menino não foi encontrado. A informação segundo a polícia era infundada. O delegado Gilberto de Aquino, responsável pelo inquérito policial disse que o caso ainda está sob investigação e nada de novo teria acontecido e a Polícia Civil tanto do Estado de São Paulo, quanto do Rio de Janeiro trabalham no caso. Ele diz que já foram realizadas diversas diligencias em busca do menino, que desapareceu por volta das 10h do dia 21 de Junho na rua Coronel Leopoldo Prado, 2200, no Jardim Beatriz, quando regressava á casa dos avós maternos. Segundo Érika, durante as investigações
descobriu-se que Lucas, regressava para casa e não teria saído como foi divulgado inicialmente. Ela diz que Caio, o irmão mais velho não teria visto o irmão.
Segundo a reportagem, várias buscas foram realizadas na mata do antigo espaço da Pedreira Bandeirantes e nenhuma pista de que o menino poderia ter entrado naquela região que possui o tamanho de 150 campos de futebol foram localizadas.
Nos últimos dias conseguimos encontrar uma dona de casa de 59 anos, a qual diz que foi a última pessoa a conversar com Lucas, na manhã do dia 21 de Junho. Segundo ela, naquela manhã por volta das 10h, Lucas, que caminhava sozinho pela calçada nas proximidades da casa de sua tia, tentava atravessar a rua para ir á sua casa para brincar com seu neto e vendo um Fiat, prata que se aproximava, cujo condutor ela conhece, pediu para Lucas, aguardar que iria atravessá-lo, porém o telefone tocou adentrou a moradia para atender o aparelho, pedindo inclusive para Lucas, sentar na calçada e ao regressar para atravessar Lucas, viu o menino dobrando a esquina, regressando á casa da avó e daquele ponto, Lucas misteriosamente desapareceu.
Do ponto em que segundo esta testemunha Lucas, teria sumido e o portão de entrada da casa da avó conta-se 28 passos. Como a mãe ela também diz não crer que Lucas não entrou na mata. "O Luquinha, nem atravessou a rua para entrar no terreno" diz a mulher que pede anonimato.
Falando á reportagem Érika, ainda chorando muito e enxugando as lagrimas do rosto se diz vítima de uma situação e que o pai, o engenheiro Antônio Carlos Ratto, tem sua parcela de culpa e diz que ele não se importava com as crianças. Segundo a estudante de modas era ela que vestia, cuidava dos meninos 24 horas por dia. "Se ele fosse um homem de verdade, eu não teria vindo á São Carlos", desabafa, não querendo falar dos motivos.
Érika, diz que sua vinda á São Carlos ocorreu no dia 27 de maio e não no dia 24, como ela teria dito. "Eu estava nervosa e me confundi. Eu achei o pagamento do pedágio da rodovia Washington Luís em Itirapina em que passei por volta das 00h".
Sobre as possíveis acusações que teria sofrido, Érika, diz que a única coisa que importa é encontrar seu filho e mais nada.
Sobre seu relacionamento com o engenheiro, ela foi diz que ficou deprimida no Rio de Janeiro e já havia dito ao marido que gostaria de vir morar em São Carlos. "Eu vivia trancada no apartamento e não gostava de sair de casa, porque o Rio de Janeiro é violento. Pra quem conhece o rio como turista é uma coisa, mas quem mora lá sabe o que estou falando".
Ela também se queixa de agressões e dispara "meu marido é violento, eu perdi minha personalidade até minha faculdade eu tranquei por que ele era ciumento. Ele não gostava do meu filho do meu primeiro casamento. O menino não tem culpa de ser filho de uma mãe separada. Eu me dava bem com meu ex marido que já é falecido, acho que ele tinha ciúmes. Eu não tinha muito contato, só quando vinha á São Carlos e falava sobre o Caique, que tem 15 anos e sofre com a perda do pai".
Sobre seu possível envolvimento com drogas ela diz que realmente fez uso, mas se defende. "Um dia antes do desaparecimento do Lucas, eu encontrei amigos que já conhecia de infância e não sabia que eles estariam nas drogas. Usei crcak com eles por duas vezes. Estava muito frágil e sei que estou pagando um preço caro por isso. Por conta disso disseram que eu estaria envolvida com prostituição, tráfico de drogas, até com o PCC. Chegaram a dizer que eu estaria devendo R$ 120 mil para o tráfico de drogas e que meu filho teria sido levado por conta desta dívida, que é uma armação, uma grande mentira, uma injustiça, porque se não já teriam me colocado na cadeia.
Eu tinha às mãos um carro de R$ 70 mil, o carro do Carlos, eu poderia dar isto como pagamento e não fiz, porque não existe nada disto que falaram. Usei crack por fragilidade, não vou negar, mas daí falar o que falaram, só atrapalhou o trabalho da polícia e a minha procura pelo meu filho, por quem eu daria a minha vida. Me jogaram na lama sem qualquer perdão, mas eu sobrevivi e agora chegou a hora, eu vou cobrar sim meu filho que me tiraram", diz revoltada e chorando muito.
Érika, ainda conta que uma pessoa amiga da família teria visto um carro preto com placas do Rio de Janeiro na vila Prado, no dia em que Lucas, desapareceu.
"Essa pessoa, viu um Fiesta preto com placas do Rio de Janeiro no dia em que o Lucas, sumiu. Dois dias após que o Lucas estava desaparecido, esta pessoa esteve na casa de minha mãe e disse que subia o pontilhão da travessa 8 na vila Prado no mesmo horário em que meu filho sumiu e este carro que estava na sua frente chegou a entrar na contra mão e brecou bruscamente e ele teve que para e viu que a placa era do Rio de Janeiro, mas ele não se importou. Somente após saber do sumiço do Lucas, é que ele veio me contar. Ele foi ouvido, mas está difícil saber quem estava neste carro".
Ela chega a acusar o marido pelo desaparecimento do filho. "Porque ninguém suspeita do Carlos. Porque não perguntaram á ele por que não veio assim que sobe do sumiço do filho? Ele estava de folga, estava em nossa casa em Cabo Frio, não estava no apartamento na Barra da Tijuca. Ele mandou eu me virar, fui á polícia e dei queixa do desaparecimento do meu filho, vá e veja como estou falando a verdade, como eu não chamei ajuda para ajudar nas buscas. Ele só apareceu aqui dois dias após, por que, porque estava esperando um telefonema meu? Se ele gostasse dos filho como ele foi na TV e disse, não faria isto, estaria aqui horas depois, por que ele estava desembarcado, não estava trabalhando, por isso eu o acuso mesmo" dispara a mulher que se diz humilhada.
Em entrevista á um jornal de São Paulo, o engenheiro Carlos Antônio Ratto, se defende dizendo que as acusações são absurdas.
"Ninguém sabe a dor que sinto e quanto estou sofrendo de saudade" diz. Ele também diz que Érika quer denegrir sua imagem e que a história de ser violento é conversa dela.
Érika, diz que espera tudo resolver e diz que após este trágico episódio vai se separar do marido. Ela diz que temia pedir a separação por não conseguir a guarda dos filhos.
O caso ainda está sob investigação da DIG de São Carlos que tem o apoio da Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro, que auxilia nas investigações na capital carioca, onde Érika, a mãe e Antônio Carlos, além de outras testemunhas também foram ouvidas para falar sobre o caso que ainda deverá ter mais acusações por parte de ambos os lados.
O drama continua com o desaparecimento do menino Lucas Pereira, que teve sua foto estampada em mais de 600 cartazes espalhados na região de São Carlos e uma recompensa ofertada a priori de R$ 30 mil, sendo esta dobrada para R$ 60.000,00 (sessenta mil reais). Oferta esta, não autorizada pela Policia que cuida do caso.
NOVE MESES DE MISTÉRIO?
-ONDE ESTÁ O LUCAS PEREIRA?
-Eu não sei onde o Lucas está!
Você, talvez, também não saiba, porém, nenhum fato inverídico dura para sempre, pois não existem meias verdades...
Essa história caminha na tendência de que ainda dará muito o que falar...
A Mídia se calou, mas o mais estranho foi o PAI se calar....
-E as buscas, o choro, os apelos?
-Se conformaram, se esqueceram, ou será que sabem do paradeiro do menino?
Pessoa ligada à família confidenciou que "suspeitava" que ele, o pai, tivesse armado tudo e que o menino estaria em Vitória, na casa de uma irmã dele.
Pessoas que trabalham com o Sr. Carlos Ratto, na Petrobrás, também estranham o silêncio, o fato dele nem se quer tocar no assunto e nem uma lágrima mais derramar... Depois de todo o espetáculo que comoveu o Brasil inteiro!
E mesmo diante da oferta de ajuda, por parte de investigadores e detetives particulares, sem nada quererem em troca, muito menos recompensas ambos, (pai e mãe) não mostraram o menor interesse!
A mãe, quando procurada, por pessoas interessadas em ajudar, por jornalistas e amigos que divulgaram e divulgam pedidos de colaboração com exposição da criança, tendo como objetivo final encontrar o pequeno Lucas, se esquiva e foge do assunto...
O pai, mesmo diante da oferta de apoio e ajuda, também não se interessa em fazer contato, então, por que dobrou a oferta da recompensa?
É obvio, que qualquer pessoa normal que sinta a rejeição de um pai em querer ou fornecer informações do filho, após oferecer até recompensa, abre precedentes para que a Sociedade questione...
- Será que tais negativas e omissões venham talvez porque não existam razões para se atentar a nenhuma informação e tal valor tenha sido dobrado e divulgado, por saber que não terá que pagar?
Oras, nem todas as pessoas buscam ajudar o próximo vislumbrando recompensas... Muito contrariamente e o casal sabe muito bem disso!
Jamais cometeríamos a irresponsabilidade de divulgar um Caso e seus agravantes complementares, se não tivessemos acesso e registros de contatos, que se mostraram apenas como uma briga de casal com consequencias no ambito da repercussão, inesperadas... Mas que agora, demonstram de forma clara e cristalina um desdém pela parte interessada. O que se torna inconcebível, a partir do momento em que se praticou por conta própria uma notória afronta ás autoridades, quando da oferta de recompensa, assim sendo, deveriam pai e mãe, estarem mais atentos e presentes, respeitando a emoção provocada em pessoas que só buscaram ajudá-los...
Aparentemente, estão sugerindo que o tempo passe e o caso seja apagado de nossas vidas... Que esqueçamos o clamor causado para que o menino possa aparecer.
-Será que somos meros espectadores de uma história que "provavelmente" nunca aconteceu?
Por outro lado, se o forjado ora até o momento demonstrado, "for de fato verdade", ficaremos imensamente felizes, por saber que o menino vive e que está bem!
Não se trata de culpar ou acusar ninguém, o que se quer é a atenção tão solicitada, o retorno, as respostas, uma vez que os questionamentos são incontáveis e á nível nacional...
Embora saibamos que "Falsa comunicação de crime é crime", a história jamais poderá acabar sem a satisfação (á todos que ainda abalados) buscam informações ou um final.
E tanto a polícia, quanto a mídia devem apurar e divulgar em que condições a situação se encontra, afinal foram horas de buscas, bombeiros, imprensa, policiais, investigadores, todos envolvidos, sem falar na quantidade de pessoas que se comoveram e ajudaram a divulgar o caso. Caso este, que continua afetando e comovendo milhares de centenas de pessoas...
Na condição de telespectadores, uma vez que por inumeras de vezes invadiram as nossas casas com a notícia, nos comoveram e nos fizeram coadjuvantes...
Principalmente porque fomos em muitos momentos procurados.
E em resposta oferecemos o que podíamos e continuamos ofertando. A nossa contribuição, se fundamenta principalmente na divulgação e na busca com pedidos de ajuda pelo menino! Assim sendo, temos o direito de sabermos a verdade e não deixarmos que "se verdade" o menino permaneça escondido..
A partir do momento que os pais de Lucas, em desrespeito as determinações dadas pelas autoridades que comandavam as investigações, ofereceram recompensas e trouxeram á público o desaparecimento com exposições comoventes e apelos, restam a estes pais, nos prover com as respostas para com toda uma Sociedade, que os abraçou e continua estendendo apoios e manifestações.
Tentem procurar a Érika (mãe do Lucas) para ver se ela atende...
Não atende investigadores particulares, não atende jornalistas, não atende pessoas que ela em contato comovente procurou em outrora, ou seja, para uma mãe que estava desesperada, buscando socorro e ajuda atrás do filho, esta postura demonstra algo muito estranho.
Sumiram da mídia, da Internet... Não querem informações... Acabaram os apelos... Acabou-se tudo?
-Aonde esta a tia Fúlvia? -Cadê o Pai do Lucas?
São informações que muitos buscam, tanto quanto nós e não temos respostas...
Não queremos com isso demonstrar nenhuma insensíbilidade, nem tão pouco afetar quem quer que seja com insinuações caluniosas, pois copiosamente reafirmo, que muitos foram os contatos e informações que temos em registros. Apenas queremos que seja apurado o todo e divulgado a verdade, que aparentemente segue em desencontro com a exposição feita há nove meses atrás...
Quero que o menino possa voltar para o seu lar, crescer ao lado dos irmãos e dos pais.
E se confirmado o desaparecimento, infelizmente, e que essa história de briga familiar nada mais seja do que mera especulação, que se retomem as buscas, ou repassem a situação atualizada, dando as devidas informações a Sociedade...
Pois queremos que o caso continue sendo divulgado!
Afinal... O pequeno Lucas Pereira, continua há 9 meses "desaparecido"!
Por fim, só estamos e permaneceremos...
Em Busca de Justiça!
Por Sandra Domingues.
Revista zaP!