Atualizado em junho de 2012
As informações que obtivemos sobre o caso da Jovem Luíza Dellinger, relatam que a polícia teria encontrado o responsável pelo crime, no entanto, a família pediu para que não fosse divulgado.
Por: Elizabeth Misciasci
Atualizado em 02 de março de 2012
A delegada que investiga o caso da morte da adolescente Luiza Dellinger, de 15 anos, falou sobre o inquérito policial. A polícia já tem pelo menos quatro suspeitos de cometer o crime.
A delegada Cíntia Tucunduva descobriu que, há pelo menos um ano, a garota se correspondia com um antigo namorado que cumpre pena num presídio de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. Ainda de acordo com os policiais, Luiza mantinha outros relacionamentos.
"Nós apuramos que, apesar da pouca idade da vítima, era uma tragédia anunciada e esperada. A vítima tinha um temperamento forte, muito difícil. Ela retrucava a agressões verbais e até mesmo físicas. Até o mês de outubro, ela mantinha relacionamentos amorosos simultâneos com quatro pessoas", disse a delegada.
Segundo a delegada, é um dos casos mais difíceis que ela já encontrou em vinte dois anos de profissão.
A menina foi assassinada com requintes de crueldade dentro de casa. O crime aconteceu no início de fevereiro no Jardim Horizonte, no extremo sul da capital paulista.
De acordo com a delegada que investiga o caso, o homem que matou Luiza não planejou o crime.
Autor/Fonte: BAND - AGORA REDE
Atualizado em Fevereiro de 2012
Por: Elizabeth Misciasci
A Polícia Civil de São Paulo, investiga o assassinato da adolescente Luiza Delinger dos Santos, de 15 anos, espancada até a morte dentro de sua casa, no Jardim Horizonte Azul, Zona Sul, na noite do dia 03 de fevereiro de 2012.
O fato se deu por volta das 20h, quando Luiza estava sozinha em casa e começou a se arrumar para sair com um rapaz, que seria o seu namorado.
A garota, estudava e ajudava a família a vender derivados de milho verde. De acordo com as declarações dos familiares de Luíza Delinger a jovem usava o pequeno salário para gastos com algumas compras e despesas pessoais, como seu celular e a internet.
Conforme informações da Polícia Civil de São Paulo, Luíza Delinger dos Santos, entrava no banho, quando foi surpreendida pelo (a)s assassino (a)s.
Como a jovem Luiza estava nua, a polícia aguarda laudos da perícia para saber se houve abuso sexual.
Ainda de acordo com a polícia, um vaso e a bateria do notebook da adolescentes, teriam sido usados para espancar a vítima, sendo os golpes de extrema violência física, principalmente praticados na região da cabeça, a menina de 15 anos, teria morrido pelos ferimentos graves nessa região.
Uma das irmãs da vítima, relatou que um garoto da vizinhança, chegou a ouvir gritos, barulhos, mas, achou por bem, procurar a família de Luiza, sem chamar a polícia, pela incerteza de alguma anormalidade, uma vez que a jovem Luiza, tinha por hábito, ouvir músicas em volume alto.
Quando essa irmã (a mais velha) da jovem, chegou na casa, encontrou Luíza morta em frente à porta do banheiro.
O irmão da vítima, Everson Padilha, bem como os demais familiares, amigos e pessoas próximas, são unanimes em afirmar completa dificuldade em pressupor quem teria motivos ou mesmo seria capaz de assassinar a jovem adolescente.
- "Fizeram questão de destruir o rosto da minha irmã. Tanto é, que tivemos de lacrar o caixão", enfatiza Everson.
Horas antes de ser morta, a menina estava empolgada porque tinha comprado o material para o início das aulas na escola e no curso de inglês.
Após vinte e poucos dias do ocorrido, os pais de Luíza Delinger dos Santos, ainda não possuem informações de quem poderia ter cometido tal barbárie.
Mexendo nos pertences da estudante, o pai teria encontrado uma carta, onde demonstrava que Luíza poderia estar se correspondendo com alguém do sexo masculino, na condição de pessoa presa.
Ainda de acordo com as declarações do pai de Luíza, a respectiva correspondencia, teria sido um assunto à parte, que deixando-o preocupado, fora abertamente conversado e tratado com a filha, pouco tempo antes dos acontecimentos.
A correspondencia, foi entregue pelos pais da menina assassinada, ao DHPP.
A delegada Drª Cintia Tucunduva Gomes, titular da Delegacia de Crimes contra a Criança e o Adolescente, está á frente do caso, e equipes do DHPP, seguem firmes nas investigações.
E este é mais um caso, que sem dúvidas, acompanharemos até a final, Justa e Legal elucidação.
Por: Elizabeth Misciasci