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Rachel Lobo Genofre

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Atualizado em Outubro de 2014 Por Elizabeth Misciasci


Seis anos se passaram e o caso Rachel Genofre ainda é um enigma... Nada sobre o assassino de Rachel ainda foi revelado... È inaceitável que após 06 (seis) anos dessa barbárie, ninguém tenha sido responsabilizado, nem tão pouco punido... Porém, nunca abandonaremos ou permitiremos que o Caso Rachel Genofre caia no esquecimento.


Atualizado em Março de 2013

A Delegacia de Homicídios de Curitiba divulgou na tarde desta quarta (14/03/2013), um novo retrato falado do suspeito de matar a menina Raquel Genofre.

Segundo o delegado Rubens Recalcatti, responsável pelas investigações, novas testemunhas e informações chegaram até a polícia, o que possibilitou a confecção da imagem.

Ele afirma que este é um fato novo que vai contribuir ainda mais com o trabalho dos agentes.

Do ocorrido:

O corpo de Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre, de 9 anos foi encontrado dentro de uma mala na rodoviária de Curitiba, na madrugada do dia 05/11/08, com sinais de estrangulamento e violência sexual.

4 anos se passaram e o caso Rachel Genofre ainda é não foi solucionado.

Quem tiver informações que possam ajudar na caça ao assassino pode entrar em contato com a delegacia pelo telefone: (41) 3360-1400

Por: Sandra Domingues

14/03/2013
Arte Cartaz Acima Por: Solange Vieira



Rachel Lobo Genofre clique para ampliar

Atualizado em novembro de 2011





Edição, Publicação e Arte Por: Elizabeth Misciasci

Deputada Estadual Luciana Rafagnin apoia luta da UBM e homenageia Rachel

Militantes da UBM participaram de ato na Assembleia Legislativa para marcar os três anos do cruel assassinato da menina Raquel Genofre. A manifestação contou com o apoio da Deputada Estadual do PT Luciana Rafagnin que utilizou a Tribuna para exigir mais empenho das autoridades para que o assassino seja preso e registrou a trajetória da União Brasileira de Mulheres na defesa dos direitos humanos e na luta contra a violência doméstica e familiar. Além da presença da mãe da menina Maria Cristina Lobo estavam ainda dirigentes da UBM – Pr, a Vice- coordenadora da Entidade no Estado, Carol Lobo que também é tia de Raquel e a coordenadora nacional Elza Maria Campos.

Apoiaram o ato várias lideranças do movimento social como, a diretora de gênero da APP/Sindicato, a representante do Espaço Mulher, Maria Celi Albuquerque, a presidente da Associação Paranaense dos Agentes Comunitários.

A deputada Luciana, em pronunciamento afirma que a luta por direitos das mulheres e meninas tem avançado ao longo dos tempos. Com a organização social as mulheres conquistaram posições, leis, direitos, e tem se colocado de maneira fundamental na construção da nossa sociedade.

Mas, mesmo com os avanços, por exemplo da Lei Maria da Penha, ainda hoje, a mulher é vítima de violência e de toda forma de opressão. Existe a violência mais aparente, a da agressão física, aquela em que por vezes infelizmente é capa dos jornais, mas acontece a violência simbólica, a opressão, que muitas vivem em seus locais de trabalho, de estudo, que muitas vezes é imposta pela mídia, por salários diferentes, por preconceito de profissão, ou pelo fato de não ter direito sobre si e sobre seu corpo.

A deputada enfatiza que a UBM é uma entidade que luta por direitos, que organiza mulheres da defesa dos avanços sociais e por uma sociedade igualitária, onde mulheres e homens possam, lado a lado, construir uma sociedade diferente, justa, humana, livre de qualquer opressão.

A deputada destaca o Mapa da Violência no Brasil 2010, feito pelo Instituto Sangari, uma organização educacional, com base em dados do Sistema Único de Saúde, revela que 41.532 mulheres foram assassinadas no país, o que resultou numa média macabra de 10 brasileiras mortas por dia. O índice de 4,2 assassinadas por 100.000 habitantes coloca o Brasil acima do padrão internacional.

A violência contra as mulheres e meninas, denominada violência de gênero (violência contra a mulher na vida social privada e pública), ocorre tanto no espaço privado quanto no espaço público e pode ser cometida por familiares ou outras pessoas que vivem no mesmo domicílio (violência doméstica); ou por pessoas sem relação de parentesco e que não convivem sob o mesmo teto.

No dia 03 de novembro de 2011, faz três anos que a pequena Rachel Lobo Genofre, de apenas nove anos, foi brutalmente assassinada e seu corpo, achado em uma mala, na rodoviária de Curitiba.

Há três anos a família convive com duas faces da polícia paranaense. A polícia que está lutando, com todos esforços, com toda justeza, honra e ousadia para colocar na cadeia o monstro que assassinou a menina Rachel Genofre, hoje, em consequência as investigações sobre o caso foram 17 pedófilos presos, também foi estabelecido um banco de dados de pedófilos no Sicride e um sistema de câmeras foi implantado na rodoferroviária, entre outras ações. Já são mais de 100 exames de DNA realizados, diligências em estados como Sergipe, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo foram feitas, além do interior do estado do Paraná.

Mas, no dia 05 de novembro de 2008, quando o corpo foi encontrado na rodoviária, conhecemos outra face da polícia paranaense, o corpo da pequena Rachel, qual já tinha sido vítima de violência sexual, sadismo, espancamento e estrangulamento, foi também violado pelo procedimento negligente e despreparado da polícia paranaense. Retirado da mala na frente de todos, filmado, fotografado, como um pedaço de carne, exposto, ferindo qualquer dignidade e direitos que tem o Ser Humano, ainda criança, de respeito e preservação. Como se não bastasse, as provas do crime foram perdidas, jogadas na lata do lixo, como o saco azul em que o corpo estava envolto, ou a faca que o fiscal usou para abrir a mala. Uma sucessão de crimes, de despreparo e de negligência. A pequena Rachel, nesse momento, foi vítima de mais violência, a institucional.

Muitas crianças vivem em seu cotidiano riscos constantes, violências e opressão. Muitas vezes das pessoas que deviam protegê-las.

Para nós a perda da Rachel foi uma grande tragédia, mas para a sociedade deve ser um alerta! Nossas crianças são responsabilidades de todas e todos, a construção de um futuro novo. Para tanto, a luta e a defesa das políticas públicas é constante nas lutas da Entidade que exigem mais rigor e mais recursos para a efetivação dos direitos sociais e humanos das mulheres e meninas.

O exemplo da Rachel só nos trás uma certeza, que necessitamos de uma sociedade diferente para que nossos pequenos possam crescer saudáveis e livres. Precisamos mudar a realidade, o silêncio e a impunidade são cúmplices da violência.

As nossas meninas e meninos tem o direito de um mundo melhor, justo, humano e fraterno, cabe a nós transformá-lo.

POR UM MUNDO DE IGUALDADE, CONTRA TODA OPRESSÃO!!!

Abaixo a redação de Raquel Genofre premiada em Curitiba.

Minha Família tem cada História

*Rachel Genofre

Vou te contar a minha história, a história da minha família. Minha família começou em Paranaguá com os tupis-guarani, eu acho! Meus antepassados tinham culturas diferentes da nossa cultura de hoje.

Muitos morreram ou foram se espalhando pelo mundo, indo de geração em geração até chegar em mim.

Hoje existem muitos de minha família no país inteiro ou só no Paraná, não sei. Só sei que quero meus próximos parentes tenham o mesmo orgulho de ser INDÍO!

Fazemos o melhor para o mundo
Unidos
Trabalhamos
Unidos
Reformando
O mundo
Viva a família!

Sou Rachel Maria, essa é a minha história, qual é a sua?

*Rachel, com 9 anos recebeu premio de primeiro lugar com a redação na biblioteca pública do estado.

A Campanha: Pelo fim da violência contra mulheres e meninas é promovida pela União Brasileira de Mulheres desde 2009, está em seu terceiro ano, sempre contando com apoios importantes, como desse ano com o da deputada Luciana Rafagnin, mas sobretudo da sociedade Paranaense que tem um olhar sensível e atento a questão e clama por justiça.

Confira no blog da UBM PR: www.ubmulherespr.blogspot.com

Atualizado em 17 de abril de 2011

Matéria Por: Mara Cornelsen
Coluna: Na Busca por Justiça com Sandra Domingues
Informações: Paraná Online
Edição e Diagramação Veículos zaP!: Elizabeth Misciasci

O Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crime (Nucria) da Polícia Civil manifestou-se ontem, pela assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública (Sesp), sobre a detenção de um homem, ocorrida na tarde de 13 de abril de 2011.

Ele é suspeito de assediar uma garota, de 12 anos, aluna do Instituto de Educação Professor Erasmo Pillotto, na Rua Emiliano Perneta. Na saída da mesma escola, em 3 de novembro de 2008, Rachel Maria Genofre, 9, desapareceu e foi encontrada morta dois dias depois, dentro de uma mala, embaixo de uma escada na rodoferroviária.

Após de quase ter sido linchado, o homem, que disse estar fazendo uma pesquisa de opinião pública, foi levado até a delegada Eunice Vieira Bonome, titular do Nucria, que o interrogou e encaminhou para o Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), que investiga a morte de Rachel. Pessoas que testemunharam a detenção afirmaram que a aparência do detido é semelhante ao retrato falado do suposto assassino.

Beijo

Conforme foi apurado pela polícia, na terça-feira o homem depois de entrevistar a estudante, teria lhe pedido um beijo. A menina contou aos pais. No dia seguinte a mãe acompanhou-a até a escola e a aluna reconheceu-o na rua.

A mãe gritou por socorro, populares o agarraram e por pouco não o lincharam. Policiais militares chegaram a tempo de impedir a agressão e levaram o suspeito ao Nucria.

A delegada Eunice identificou o acusado e confirmou que ele fazia uma pesquisa. Ela disse que não há indícios de que o suspeito tenha ligações com o “caso Rachel”, porém decidiu encaminhá-lo ao Cope, para que não pairem dúvidas.

No Cope ele foi novamente interrogado e concordou em fornecer material para exame de DNA, que será confrontado ao do homicida, retirado do corpo de Rachel, que sofreu violência sexual. O inquérito será encaminhado à 12.ª Vara Criminal e o suspeito responderá em liberdade.

Procurado por ameaçar família

Por: Mara Cornelsen

A polícia está à procura de outro homem, que já foi suspeito do assassinato de Rachel e de Giovanna dos Reis Costa, 9 anos, ocorrida em Quatro Barras, em 10 de abril de 2006.

Martonio Alves Batista está com mandado de prisão expedido pela juíza Luciani Regina Martins de Paula, da 1.ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, sob a acusação de ameaças contra sua ex-mulher e as duas filhas dela.

Martonio também já foi submetido a exame de DNA e, segundo a delegada Vanessa Alice, responsável pelo inquérito de Rachel, o resultado foi negativo. Quanto à morte de Giovanna, quatro ciganos são acusados do crime: Vera Petrovitch e o filho dela, Pero Theodoro Petrovitc Vich; a ex-mulher de Pero, na época com 15 anos, e o pai dela, Renato Michel.

Vera e Pero estão presos e os dois outros em liberdade. Todos negam o crime. Os ciganos moravam próximos da casa de Giovanna e Martonio também era vizinho da menina. Ele chegou a ser interrogado e foi reprovado num detector de mentiras. Depois do crime ele desapareceu de Quatro Barras.

Martonio era motorista de ônibus da linha entre Curitiba e São Paulo. Com o assassinato de Rachel ele também foi considerado suspeito, já que os crimes eram semelhantes. O corpo de uma foi achado próximo da casa dele, em Quatro Barras. O da outra, na rodoferroviária.

Acusação

Mas a prisão do suspeito se deu mesmo por conta de violência doméstica. Maltratava a mulher evangélica e ameaçava as duas filhas dela, com idades entre 8 e 12 anos.

A mulher era submetida inclusive a práticas sexuais vexatórias e denunciou que por mais de uma vez ele demonstrou carícias exageradas nas meninas. Isso teria provocado a separação do casal.

Martonio, ouvido na Justiça, alegou que a mulher fez as acusações por vingança, por causa da separação. Depois disso desapareceu. Em 15 de fevereiro ele teve a prisão decretada, mas até agora não foi encontrado.

Buscamos informações e queremos Respostas. Pois a Sociedade NÃO SE CALARÁ, enquanto o culpado não for identificado, localizado e trancafiado, para pagar por esta bárbarie, covarde e altamente cruel, pois além de preces, nos resta permanecer
Em Busca de Justiça
Por Sandra Domingues em Abril de 2011

Atualização de 26 de Agosto de 2010

- Quem é o responsável pelo assassinato da pequena Rachel Lobo Genofre? A Policia encontra, prende e solta Suspeitos, mais será que este crime entrará para a lista dos "crimes perfeitos"?

- Qual o grau de "inteligencia", perspicácia e crueldade do agente autor da barbárie? Casos semelhantes, onde malas são utilizadas como meio de transporte de pessoas violentamente assassinadas esta se tornando um padrão?

- Por que? É mais complicado para se descobrir a autoria?

Até quando as nossas autoridades vão permitir que casos semelhantes sejam protelados ou colocados em segredo de justiça, para que a sociedade não consiga informações, portanto, não possa fazer nada e ajudar?

É inadmíssível, após tanto tempo, esta criança ser mais uma que não ira servir de exemplo para os anormais que circulam entre nos. Será mesmo que esta estrelinha que hoje brilha no ceu, não verá seu pedófilo, assassino, criminoso, receber punição?

E seus pais, tias, madrinha, familiares, amigos, nunca conseguiram amenizarem nem um pouquinho a dor da perda com Justiça?

O que sabemos, é que estes mesmos familiares, amigos, madrinha, tias, padrinho, enfim, mãe e pai, mal conseguem falar no assunto, tamanha dor e inconjugáveis sentimentos...

Não pode existir um maníaco, louco, violador de todos os princípios das leis de Deus e dos homens, ser mais sagaz, e inteligente que nossas autoridades e governantes.

Queremos respostas sim! E as cobraremos, leve o tempo que levar, pois o certo é que a pequena Rachel Lobo Genofre, JAMAIS SERÁ ESQUECIDA E SEU CASO TERÁ QUE SER RESPONDIDO para uma sociedade que somada a dor dos familiares, tem sede de respostas e fome de Justiça!

Atualizado em 10 de Agosto de 2010

Um ano e nove meses após o crime que envolve o assassinato da pequena Rachel Lobo Genofre, a polícia ainda não encontrou o(s) culpado(s).

O sofrimento da família é visível, tanto os pais, como tias, madrinha, parentes e amigos próximos, acreditam que este caso, não ficará impune.

Mais de 50 suspeitos realizaram teste de DNA para ser comparado ao material genético encontrado no corpo da vítima e 200 pessoas foram interrogadas.

Os pais de Rachel Lobo Genofre, Maria Cristina Lobo Vieira e Michael Genofre, pouco falam, mais em uma de suas entrevistas, eles desabafam:

Cristina disse que com frequencia telefona para o Centro de Operações Policiais Especiais - Cope - para confirmar que o trabalho continua. - “Eu ainda acredito na polícia. Sei que até pessoas do meu relacionamento foram investigadas, tiveram que fazer exames de DNA. Enquanto não descobrirem o assassino, todas as linhas de investigação devem ser trabalhadas”, comentou.

Michael Genofre, informou: - "Nós não temos escolha. Tem de confiar na polícia. Se a polícia não chegar até o indivíduo, não tem quem chegue. Os policiais, tanto pela parte profissional, como pela opinião pública, como também pela história, estão mobilizados. Então, tudo contribui para que eles façam o melhor." - pontuou.

Continuamos afirmando que ainda não sabemos quem matou a Rachelzinha, (Rachel Lobo Genofre) porém, copiosamente afirmamos: - Não desisitiremos deste esclarecimento e permanecemos aguardando informações DEFINITIVAS das autoridades.

Atualizado em Abril de 2010

Rachel Genofre Até agora, abril de 2010, não sabemos quem matou a Rachelzinha, (Rachel Lobo Genofre) porém, não desisitiremos deste esclarecimento e permanecemos aguardando informações das autoridades.

Missa de 1 ano.

Atualizado Novembro de 2009

Convido-os a se juntar a nós na missa de um ano do falecimento de nossa querida e espevitada Racheluxa.

Data : 06 de novembro (Sexta-feira)
Horas : 19h
Local : Igreja São Cristovão.
End. : Rua Santa Catarina, 1661, Vila Guaíra, Curitiba - Paraná.
A igreja fica entre as Ruas Rio Grande do Norte & Rua Paraíba, perto da nossa antiga casa
Google Maps:
http://maps.google.com.br/maps?q&hl=pt-BR&tab=nl
Clica em: como chegar
Destino B - Rua Santa Catarina, 1661, Curitiba, Paraná, Brasil
Seu local A -
Estendemos o convite a participarem de um ato contrário a violência doméstica (Contra crianças e mulheres).

Data : 25 de novembro (Terça-feira)
Horas : 18h
Local : Praça Tiradentes

Desejamos reunir, além de nossos os amigos, com amigos e familiares de vítimas da violência. NÃO vamos nos calar, nem deixar que o silêncio enfraqueça nossa luta! Conto com a participação de todos!

Por mim,
Por nós,
E pelas outras vítimas da violência.

Carol & Cris Lobo

Caso Rachel Genofre Caso Rachel Genofre - Atualizado em 21 de maio de 2009

Quase sete meses já de passaram e até agora, não há nada definitivo sobre a elucidação do Caso da pequena Rachel Lobo Genofre.

Em 18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, foram realizados vários eventos em todo o Pais, pelos órgãos de proteção dos direitos das crianças.
Ocasião em que na Cidade de Curitiba, manifestantes lembraram do caso da menina Aracelli Cabrera Crespo, violentada e morta aos 9 anos em 18 de maio de 1973, cujos culpados pelo crime (jovens da elite de Vitória- ES) nunca não foram responsabilizados. O *caso de Araceli foi o motivador da instituição do dia 18 de maio como data de combate a esse tipo de crime.

*Aracelli teve o corpo barbaramente seviciado e desfigurado com ácido.
Na época era perigoso se interessar pelo caso, pois faze-lo era sinonimo de se colocar na linha da perseguição e da morte, uma vez que os suspeitos eram (Dantinho e Paulinho Helal) filhos das mais poderosas famílias do Estado e até a própria mãe da menina Lola, que no início das investigações, foi apontada como viciada e drogada tendo facilitado o assassinato da filha...

Lola, também era apontada como fornecedora de drogas para a elite da região e suposta amante do tio de Dantinho. Porém, nada foi provado e Lola abandonou o marido e o filho pequeno, mudando-se para Santa Cruz de La Sierra (Bolívia), antes de qualquer parecer legal, ou solução do caso.

Em razão do medo, todos evitavam o assunto e o corpo dilacerado da pequena Aracelli, permaneceu por mais de três anos na gaveta do Instituto Médico Legal de Vitória, no Espírito Santo...

Os presentes na manifestação, também lembraram do caso Raquel Genofre e ressaltaram a indignação diante da impunidade.

Em Curitiba, crianças vítimas de violências, despertam a atenção da população, pois os números já são alarmantes. Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que a cada 19 minutos, uma criança brasileira é alvo de algum tipo de violência ou bárbarie no País.

Familiares da pequena Rachel, permanecem na expectativa e não vão permitir que o crime seja mais um insolúvel e esquecido.

As investigações continuam em segredo e mais de trinta suspeitos desde a data da divulgação do crime passaram por exames de DNA, porém, todos os testes foram negativos diante das provas colhidas.

A polícia continua investigando a morte da pequena Rachel Maria Lobo de Oliveira Genofre, dezenas de policiais do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc), Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) e da Delegacia de Homicídios investigam o caso.

Para não atrapalhar a apuração do crime, mantendo a conduta e a linha de investigação da policia desde a inicial, nada será divulgado pelas equipes até se ter certeza provada da autoria do crime e o respectivo assassino preso.

Duas certezas, chegam de que a Polícia esta atuante e ativa no Caso, trabalhando incansavelmente e com afinco. Há suspeitos em potencial sim, bem como as investigações não cessaram, e só se findara com o esclarecimento e conclusão do inquérito.

Outra certeza, informada pela mãe da pequena Rachel, a professora Maria Cristina Genofre, é que o homem que estuprou a menina não é nenhum parente próximo, uma vez que o mapeamento do DNA do autor desta barbárie, não aponta compatibilidade com a informação genética dos integrantes da família.

Caso Rachel Genofre Caso Rachel Genofre - Atualizado em 28 de Março de 2009

Policia encontra, prende e solta um Novo Suspeito

Coluna - Na Busca por Justiça Por Sandra Domingues


A polícia prendeu na tarde de quinta-feira (26/03/2009) um novo suspeito de matar a pequena Rachel Genofre, em Curitiba.

A priori a Secretaria de Segurança Pública do Paraná, havia informado que a polícia chegou até o suspeito por meio de uma denúncia anônima. Posteriormente, confirmou-se que a denúncia partiu do Programa 190, conduzido pelo vereador Roberto Aciolli (PV).

De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), um homem teria dito ao repórter Kândido de Oliveira que viu o assassino andando com a garota no dia anterior ao do encontro do corpo dela. Horas depois, o suspeito estaria andando com uma mala de viagem pelo Centro de Curitiba. Oliveira encontrou o denunciado dias depois. Ele seria um aposentado.

A identidade do investigado não foi revelada e a polícia espera pelos resultados dos exames em 30 dias.

O homem foi detido e forneceu amostras para um exame de DNA. Ele foi interrogado e, depois, liberado.

De acordo com a polícia, outras linhas de investigações estão sendo conduzidas no caso Rachel e várias pessoas já foram ouvidas. Este último suspeito admitiu ser freqüentador da Biblioteca Pública, local onde Rachel era constantemente vista.

(*com informações parciais do jornal Gazeta do Povo)

Coluna -Na Busca por Justiça Por Sandra Domingues


Caso Rachel Genofre - Atualizado frequentemente 2008/2009
Criança encontrada morta em Rodoviária

Breve Desabafo da mãe de Rachel

Maria Cristina de Oliveira afirmou que quis se isolar para não saber os detalhes do crime.

-"Eu fiquei órfã do meu anjo da guarda. Era tudo para mim", afirma mãe de Rachel.
Raquel Genofre tinha 9 anos e sonhava ser professora. Na saída da escola, a violência cruzou o caminho da menina.

Dos Fatos

Rachel Maria Lobo Oliveira Genofre, de 9 anos, estava desaparecida desde as 17h30 da segunda-feira dia 03/11/2008. Ela sumiu após sair do Instituto de Educação, escola onde estudava no centro de Curitiba.

Rachel que era filha de uma professora, ia e voltava de ônibus sozinha todos os dias da escola, era bem orientada pelos familiares, para não acompanhar pessoas estranhas, nem desviar seu costumeiro percurso, casa/escola, ou seja, centro/ bairro da Vila Guaíra.
Na madrugada da quarta-feira (5/11/2008) por volta das 2h30, o corpo de uma menina foi encontrado dentro de uma mala abandonada na Rodoferroviária de Curitiba.
O caso que estava sendo investigado antes deste fato, pelo Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), contatou Maria Cristina de Oliveira a mãe de Rachel ainda durante a madrugada.

Segundo as poucas informações dadas á imprensa pela polícia, a mala foi encontrada embaixo de uma das escadas do setor de transporte estadual, por uma família indígena, que estava morando no local havia duas semanas. Como estava atrapalhando o local onde dormiriam, os indigenas - que vieram de Ortigueira, no Centro-Oeste, para vender artesanato em Curitiba -, tentaram arrastar a bagagem.

O grupo estranhou o peso e chamou um fiscal da Urbanização de Curitiba (Urbs), que resolveu abrir a mala. Imediatamente o funcionário acionou a Polícia Militar (PM), que chamou o IML.
A menina morava com a mãe e os avós maternos na Vila Guaíra e cursava a 4ª série no Instituto de Educação, de Curitiba.

Em outubro de 2007, quando estava na 3ª série, ela ganhou um trofeu, pelo terceiro lugar no XIII Concurso Infanto-Juvenil de Redação, promovido pela Seção Infantil da Biblioteca Pública do Paraná. Na sexta-feira, antes do ocorrido, novamente fora premiada e recebeu o primeiro prêmio no mesmo concurso e outro trofeu.
Conforme informações de familiares, na segunda-feira, dia de seu desaparecimento, Rachel teria levado os troféus á escola, para os amiguinhos compartilharem de sua alegre vitória, razão pela qual, a menina estaria com os dois objetos entre seus pertences, que como tudo, sumiu sem vestígios.
Rachel quando encontrada, vestia apenas uma camiseta e estaria enrolada em um lençol.
Tanto o Uniforme que vestia ao sair de casa, como mochila, tênis e troféus, não foram encontrados.

O Velório da pequena Rachel, ocorrido na Capela Mórmon do Bacacheri, em Curitiba, foi marcado pela multidão de pessoas inconformadas que entre mensagens e desabafos, se fizeram presentes. A família, que não queria se manifestar, foi representada pelo pai de Rachel que em breve coletiva, contou um pouco do perfil tranquilo, amigo, carinhoso e alegre da filha.
Muito emocionado, procurou ser claro, breve e objetivo, garantindo que o caso seguiria em segredo até que as investigações se concluissem, bem como, os demais familiares não iriam mais nada declarar, enquanto não houvesse respostas e o culpado fosse encontrado.
O delegado Naylor de Lima, da Delegacia de Homicídios, é que comanda as investigações, pouco falou. Quanto as cameras de monitoramento, a área interna da Rodoferroviária não possuia tais equipamentos e a falta de imagens, dificultara a imediata identificação de autoria do crime.
Naylor de Lima, disse ainda não descarta nenhuma hipótese para o crime.

PRISÕES
Neste período, entre o ocorrido até agora, um homem com antecedentes criminais foi preso como suspeito e um retato falado, que fora desenvolvido pela polícia técnica, apresentado á imprensa.
No entanto, após os exames de DNA, descartou qualquer possibilidade do suspeito preso, ser autor deste crime.
Pelas violências físicas e abuso sexual, encontrados na pequena Rachel, todos os parentes próximos passaram pelo mesmo exame, afim de não restarem dúvidas quanto a participação destes nessa bárbarie.

O Caso continua sob investigação e os possíveis informantes, bem como o andamento dos autos, permanecem em sigilo.

A indignação da sociedade, parte da idéia, de como uma criança é pega em pleno centro de Curitiba, (praça Rui Barbosa), praça essa muito movimentada da cidade, uma vez que tem terminais de praticamente todas as linhas de onibus ali, seguem para qualquer canto da cidade. O que praticamente, leva milhares de pessoas a todos os minutos, á quase todos os bairros.
É difícil assimilar, não existir uma só testemunha ocular.
Mesmo porque, Rachel era criança conhecida naquele trajeto, uma vez que também se utilizava dos transportes que de la saem.
-Como, alguém pega uma criança ali, em plena 17:30hs da tarde, horário de rush, onde o fluxo de pessoas é constante, ninguém ve nada?
-Como uma das maiores capitais do país pode ser tão deficiente de cameras de segurança?
Lamentavelmente, isso só nos leva á crer que a pequena Rachel, encontrou alguém conhecido, e com esta pessoa, poderia acompanhá-la, sem despertar atenção pública, e assim, ter seguido expontaneamente...

Tanto o pai de Rachel, quanto nós Sociedade Brasileira, não acreditamos que neste caso específico, exista qualquer relação de crime via internet.

Nossa equipe, teve acesso á algumas informações sigilosas e acreditamos que também não demonstra ter sido a pequena Rachel vítima de um maníaco pedófilo qualquer...
Mais, estas e outras certezas, só serão possíveis de confirmações após outras prisões e respectivos exames. Enquanto isso, a políca tem trabalho com total empenho.

Rachel Maria Lobo Genofre, assassinada em 05/11/2008, e nascida aos 08/02/1999, teria completado no domingo (08/02/2009) dez anos... De Vida...

Descartado o principal suspeito: em 21/01/09

De acordo (e na íntegra) com o Jornal Paraná on-line

O até então principal suspeito de ter assassinado a menina Rachel Maria Lobo de Genofre, 9 anos, foi descartado pela polícia. Após quase três meses de investigações, esse homem foi localizado em outro estado.Para chegar até ele, os policiais cruzaram uma série de informações, a partir do inquérito que investigou a morte de Giovanna dos Reis Costa, também de 9 anos, em Quatro Barras, em abril de 2006.

Feito exame de DNA, que deu negativo, esta é a terceira hipótese de autoria oficialmente afastada pelas autoridades. Rachel foi encontrada morta na madrugada de 5 de novembro, dentro de uma mala, na rodoferroviária de Curitiba.

Giovanna dos Reis Costa Semelhanças

As coincidências trouxeram este suspeito para o caso Rachel. A primeira delas é sua profissão: motorista de ônibus interestadual. Ou seja, conhecia bem a rodoferroviária. As vítimas também tinham várias características em comum: a mesma idade e o mesmo perfil - eram bastante comunicativas.
As duas ficaram pelo menos um dia desaparecidas, até serem encontradas sem vida.
Os dois corpos foram achados em locais públicos - Giovanna estava num terreno baldio e Rachel na rodoferroviária.Giovanna foi abandonada dentro de um saco plástico.
Já Rachel teve uma sacola plástica amarela amarrada na cabeça e um saco plástico azul envolvendo o corpo, que foi colocado numa mala de viagem. Um lençol e um sobrelençol também foram usados para enrolar o cadáver.

Entretanto, naquela época, a delegada Margareth Motta concluiu que a menina foi morta em ritual de magia negra praticado pelos ciganos Vera Petrovitch e o filho dela, Pero Theodoro Petrovitch, com auxílio da ex-mulher de Pero, uma jovem, então com 15 anos, e o pai dela, Renato Michel.

Violência

Outra semelhança é que as duas meninas foram violentadas sexualmente e tinham sinais de esganadura. Giovanna estava nua e com a vagina dilacerada. Rachel foi encontrada só de calcinha. Nos dois casos, o assassino teve o cuidado de não deixar nenhuma pista. Como o suspeito de agora estava identificado no inquérito do caso Giovanna, a polícia partiu à sua procura. Ele foi interrogado, no fim do ano passado, e submetido a exame de DNA, cujo resultado foi negativo. Por conta disso, a polícia já segue outra linha de investigação.

Impasse em Quatro Barras

O advogado Cláudio Dal-ledone Júnior, que defende os ciganos acusados de matar Giovanna, alega que não há prova material que os incrimine e afirma que a mesma pessoa que matou Giovanna também foi responsável por assassinar a menina Rachel. “Temos um matador em série”, disse o defensor. Ele aguarda a decisão da Justiça, que ainda não decidiu se os seus clientes vão a júri popular. O inquérito foi encerrado e encaminhado ao promotor Otacílio Sacerdote Filho, que denunciou os acusados. Para ele, há evidências que apontam a participação dos ciganos na morte de Giovanna, como as roupas da menina encontradas no terreno ao lado da casa dos acusados.

Sangue

Além disso, na residência da filha Vera, a polícia encontrou um saiote branco, sujo de sangue, um frasco contendo sangue misturado possivelmente com água, e um envelope em que estava escrito o nome completo de Giovanna. “Não tenho dúvida que esse crime foi cometido por mais de uma pessoa”, contou.

Otacílio também contou que roupas de Giovanna encontradas no tanque da casa dos ciganos foram encaminhadas para os laboratórios da Unicamp (Universidade de Campinas), para serem analisadas. “O laudo das análises ainda não ficou pronto”, informou.

Os pais de Giovanna não têm dúvida: “Para mim foram os ciganos que mataram a minha filha”, disse Cristina Aparecida Costa. A mãe de Rachel, Maria Cristina Lobo Vieira, prefere não comentar o assunto. Apenas disse não ter informação sobre o andamento das investigações.

Família de Rachel Genofre

A mãe e familiares de Rachel Lobo Genofre solicitando a divulgação de pertences semelhantes aos que estavam com a criança e também sumiram, nos leva a acrescentar abaixo os respectivos pertences, para possível recohecimento e posterior ajuda. pertences semelhantes aos de  Rachel Genofre Buscamos informações e queremos Respostas. Pois a Sociedade NÃO SE CALARÁ, enquanto o culpado não for identificado, localizado e trancafiado, para pagar por esta bárbarie, covarde e altamente cruel, pois além de preces, nos resta permanecer
Em Busca de Justiça
Por Sandra Domingues em Fevereiro/Março 2009
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