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   Thiago Misciasci - Coluna Riscos e Rabiscos Volta à Página Anterior
Memória do JornalismoCreative Commons License



Por: Thiago Misciasci

"Pensei...pensei e então decidi, entre as coisas que gosto é da TV., e por que não contar algo da televisão?

A TELEVISÃO NO MUNDO

Se existe alguma coisa em comum para quase toda a população do mundo, é televisão.
É por meio dos noticiários de TV, com imagens transmitidas de um canto á outro do mundo via satélites, que a maioria das pessoas ficam sabendo o que esta acontecendo em lugares distantes.
Essa é uma das características da TV em todo Mundo; a Notícia.

A outra função que a TV, desempenha é a de divertir as pessoas. Por isso, shows de variedades, novelas e filmes podem ser vistos em quase todos os países.
 


Produzindo um Telejornal

Apesar da vedete de um telejornal ser a notícia, os cuidados de produção com um programa jornalístico são muito grandes, especialmente porque vão ao ar ao vivo.
Os cenários de um Telejornal, hoje são mais sofisticados do que há uns 10 anos atrás, onde era mais simples, com cores mais neutras. Em geral possuem telas, onde entram as imagens de reportagens pré-gravadas.
A Iluminação do telejornal é clássica. Procura ser o mais limpa possível. Você pode notar que, a não ser que ocorra algum problema, o rosto de um(a) apresentador(a) de Telejornal está iluminado por igual, como se não houvesse luz sobre ele(a).
O Som do Telejornal precisa ser claro. Pequenos microfones de lapela são usados tanto nos apresentadores como nos entrevistados.

   
   
   
Já nas reportagens de rua {externas} o som pode apresentar alguns problemas. Por mais que sejam usados microfones direcionais {que captam apenas o som que vem em linha reta na direção do microfone, pouco captando os outros ruídos dos arredores da gravação}, muitos fatores as vezes podem prejudicar a qualidade.
Os figurinos escolhidos para os apresentadores de Telejornais são discretos, buscando sempre uma imagem que transmita confiança ao telespectador.
FOLHETIM: JORNALISMO LITERÁRIO

No fim do século XVIII, o Journal dês Débats, francês, começou a publicar crítica literária, artista e política na parte inferior de uma página.
Assim nascia o Folhetim.
Aos poucos, esse rodapé foi mudando; em lugar das críticas, começaram a aparecer contos, narrativas breves e novelas, publicadas em episódios.
Os folhetins alcançaram alto nível literário na França, graças a autores como Alexandre Dumas. No Brasil, Manoel Antonio de Almeida, José de Alencar e Machado de Assis também lançaram alguns de seus romances através de folhetins.

 
ARQUIVO DE UM JORNAL OU REVISTA

O arquivo de um jornal ou revista, fornece dados para os redatores escreverem corretamente suas matérias.
É um setor tão importante para um órgão da Imprensa que antigamente denominavam o arquivista como jornalista.

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A MEMÓRIA DO JORNAL

O primeiro jornal que apareceu no continente americano, foi o PUBLIC OCCURRENCES, BOTH FOREIGN AND DOMESTIC {Ocorrências Públicas, tanto locais como Estrangeiras}, editado em 1690 na cidade de Boston. Mas os americanos consideram o BOSTON NEWS LETTER, publicado em 1704, como verdadeiro início do jornalismo nos Estados Unidos.
Em segundo lugar, vem a GACETA DE GUATEMALA, cujo aparecimento se deu em 1729. No mesmo ano era lançado no Equador o primeiro número de Primícias de La Cultura de Quito. Em 1735 foi a vez da GACETA DE SANTA FÉ Y BOGOTÁ, Capital Del Nuevo Reino de Granada, na Colômbia.
Todos esses periódicos eram semanais.
Em 1743, porém, é inaugurada no Peru a GACETA DE LIMA, que se torna o primeiro jornal diário da América. O México lança em 1772 a GACETA DE MEXICO Y NOTÍCIAS DE NUEVA ESPANÃ.
Em 1790, o aparecimento de EL PAPEL PERIÓDIO, de Havana marca o início do jornalismo em Cuba. Já na Argentina o TELÉGRAFO MERCANTIL, RURAL, POLÍTICO, ECONÔMICO Y HISTORIÓGRAFO DEL RIO DE LA PLATA surge e surge em 1801, anos antes de aparecer no Brasil (1808) A GAZETA DO RIO DE JANEIRO.
Foi nos EsTADOS Unidos, porém, que o jornalismo se desenvolveu mais rapidamente. Em 1725 existiam apenas quatro jornais. Meio século depois, no entanto, já havia 37, alguns com seis páginas de texto. E nessas páginas históricas, já surgiam os primeiros anúncios.
Ao raiar do século XIX, o número de periódicos no País já havia subido para 359.

 


CRÔNICA E GRANDES CRONISTAS

A Crônica é um pequeno texto em prosa, que comenta assuntos atuais normalmente. Não necessariamente assuntos estes os mais importantes. É assim como um bate-papo com o leitor. Por isso costuma ser leve, poética ou divertida, e sua linguagem é
Simples e comunicativa. A palavra crônica vem do Grego chrônika, QUE SE DEU NO LATIM Chronica, Significando: “História redigida segundo a ordem dos tempos”, isto é, segundo a ordem cronológica. É o sentido que a palavra tem até hoje em inglês e outras línguas. Mas, em Português, crônica é um comentário sobre assuntos leves e preferencialmente atuais.

Quando o Jornal do Comércio do Rio de Janeiro, começou a publicar as crônicas de Francisco Otaviano de Almeida Rosa, em 1852, iniciava um novo gênero literário e jornalístico no Brasil.
José de Alencar foi o escritor que deu o melhor tratamento literário à crônica nessa época. A partir de 1859 Machado de Assis retrataria a sociedade carioca, escrevendo 614 crônicas.
Dos Cronistas brasileiros contemporâneos, um dos mais destacados sempre foi Rubem Braga.
Sérgio Porto (cujo pseudônimo era Stanislaw Ponte Preta) também foi um dos mais lidos. Igualmente muito lidos foram Raquel de Queiroz, Antonio Maria, e Vinicius de Morais.
É preciso citar também: Paulo Mendes Campos, José Carlos de Oliveira, José Cândido de Carvalho, Otto Lara Resende, Carlos Heitor Cury, Fernando Sabino, Lourenço Diaféria e Carlos Drummound de Andrade.


Fonte: Fonte Parcial de Pesquisas: Biblioteca do Escoteiro Mirim-Walt Disney

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