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Apesar
da vedete de um telejornal ser a notícia,
os cuidados de produção com
um programa jornalístico são
muito grandes, especialmente porque vão
ao ar ao vivo.
Os cenários de um Telejornal, hoje
são mais sofisticados do que há
uns 10 anos atrás, onde era mais simples,
com cores mais neutras. Em geral possuem telas,
onde entram as imagens de reportagens pré-gravadas.
A Iluminação do telejornal é
clássica. Procura ser o mais limpa
possível. Você pode notar que,
a não ser que ocorra algum problema,
o rosto de um(a) apresentador(a) de Telejornal
está iluminado por igual, como se não
houvesse luz sobre ele(a).
O Som do Telejornal precisa ser claro. Pequenos
microfones de lapela são usados tanto
nos apresentadores como nos entrevistados.
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Já
nas reportagens de rua {externas} o som pode
apresentar alguns problemas. Por mais que
sejam usados microfones direcionais {que captam
apenas o som que vem em linha reta na direção
do microfone, pouco captando os outros ruídos
dos arredores da gravação},
muitos fatores as vezes podem prejudicar a
qualidade.
Os figurinos escolhidos para os apresentadores
de Telejornais são discretos, buscando
sempre uma imagem que transmita confiança
ao telespectador.
FOLHETIM: JORNALISMO LITERÁRIO
No
fim do século XVIII, o Journal
dês Débats, francês,
começou a publicar crítica literária,
artista e política na parte inferior
de uma página.
Assim nascia o Folhetim.
Aos poucos, esse rodapé foi mudando;
em lugar das críticas, começaram
a aparecer contos, narrativas breves e novelas,
publicadas em episódios.
Os folhetins alcançaram alto nível
literário na França, graças
a autores como Alexandre Dumas. No Brasil,
Manoel Antonio de Almeida, José de
Alencar e Machado de Assis também lançaram
alguns de seus romances através de
folhetins.
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ARQUIVO
DE UM JORNAL OU REVISTA
O
arquivo de um jornal ou revista, fornece dados
para os redatores escreverem corretamente
suas matérias.
É um setor tão importante para
um órgão da Imprensa que antigamente
denominavam o arquivista como jornalista.
.
A
MEMÓRIA DO JORNAL
O
primeiro jornal que apareceu no continente
americano, foi o PUBLIC OCCURRENCES,
BOTH FOREIGN AND DOMESTIC {Ocorrências
Públicas, tanto locais como Estrangeiras},
editado em 1690 na cidade de Boston. Mas os
americanos consideram o BOSTON NEWS LETTER,
publicado em 1704, como verdadeiro início
do jornalismo nos Estados Unidos.
Em segundo lugar, vem a GACETA DE GUATEMALA,
cujo aparecimento se deu em 1729. No mesmo
ano era lançado no Equador o primeiro
número de Primícias de La Cultura
de Quito. Em 1735 foi a vez da GACETA DE SANTA
FÉ Y BOGOTÁ, Capital Del Nuevo
Reino de Granada, na Colômbia.
Todos esses periódicos eram semanais.
Em 1743, porém, é inaugurada
no Peru a GACETA DE LIMA, que se torna o primeiro
jornal diário da América. O
México lança em 1772 a GACETA
DE MEXICO Y NOTÍCIAS DE NUEVA ESPANÃ.
Em 1790, o aparecimento de EL PAPEL PERIÓDIO,
de Havana marca o início do jornalismo
em Cuba. Já na Argentina o TELÉGRAFO
MERCANTIL, RURAL, POLÍTICO, ECONÔMICO
Y HISTORIÓGRAFO DEL RIO DE LA PLATA
surge e surge em 1801, anos antes de aparecer
no Brasil (1808) A GAZETA DO RIO DE JANEIRO.
Foi nos EsTADOS Unidos, porém, que
o jornalismo se desenvolveu mais rapidamente.
Em 1725 existiam apenas quatro jornais. Meio
século depois, no entanto, já
havia 37, alguns com seis páginas de
texto. E nessas páginas históricas,
já surgiam os primeiros anúncios.
Ao raiar do século XIX, o número
de periódicos no País já
havia subido para 359.

CRÔNICA
E GRANDES CRONISTAS
A
Crônica é um pequeno texto em
prosa, que comenta assuntos atuais normalmente.
Não necessariamente assuntos estes
os mais importantes. É assim como um
bate-papo com o leitor. Por isso costuma ser
leve, poética ou divertida, e sua linguagem
é
Simples e comunicativa. A palavra crônica
vem do Grego chrônika, QUE SE DEU NO
LATIM Chronica, Significando: “História
redigida segundo a ordem dos tempos”,
isto é, segundo a ordem cronológica.
É o sentido que a palavra tem até
hoje em inglês e outras línguas.
Mas, em Português, crônica é
um comentário sobre assuntos leves
e preferencialmente atuais.
Quando
o Jornal do Comércio do Rio de Janeiro,
começou a publicar as crônicas
de Francisco Otaviano de Almeida Rosa, em
1852, iniciava um novo gênero literário
e jornalístico no Brasil.
José de Alencar foi o escritor que
deu o melhor tratamento literário à
crônica nessa época. A partir
de 1859 Machado de Assis retrataria a sociedade
carioca, escrevendo 614 crônicas.
Dos Cronistas brasileiros contemporâneos,
um dos mais destacados sempre foi Rubem Braga.
Sérgio Porto (cujo pseudônimo
era Stanislaw Ponte Preta) também foi
um dos mais lidos. Igualmente muito lidos
foram Raquel de Queiroz, Antonio Maria, e
Vinicius de Morais.
É preciso citar também: Paulo
Mendes Campos, José Carlos de Oliveira,
José Cândido de Carvalho, Otto
Lara Resende, Carlos Heitor Cury, Fernando
Sabino, Lourenço Diaféria e
Carlos Drummound de Andrade.
Fonte: Fonte Parcial
de Pesquisas: Biblioteca do Escoteiro Mirim-Walt
Disney
Leia Mais -Thiago Misciasci - Aqui
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