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Caso Jéssica Philipp Giusti

Caso Jéssica Philipp Giusti

Atualizado em Outubro de 2014


Por: Elizabeth Misciasci

Atualizamos essa pauta com frequência, assim como acompanhamos com rigor esse caso, porém, não temos novidades há muito! É um Absurdo, uma vergonha, um desrespeito enorme esse descaso!


18/10/2014, data em que lamentavelmente, próximo de completar 05 (cinco) anos do assassinato da jovem estudante Piracicabana Jéssica Phillipp Giusti! Três Anos e sem que nada fosse oficialmente descoberto!
Portanto, hoje quarenta e quatro meses se passaram, sem qualquer conclusão, motivação, responsável (is) declinado (s), ou novos levantamentos, que possam "beirar" o mister de sver fazer a Justiça e esclarecer esta barbárie.

Embora a família da Vítima tenha sido informada que o inquerito foi encaminhado para outra seccional, nova jurisdição e respectiva responsabilidade de apuração de diferente e competente autoridade policial, deploraveltemente, nada fora (até o momento) acrescentado ao Caso Jéssica, nem tão pouco esclarecido.

O CASO


Por: Elizabeth Misciasci

A jovem estudante Piracicabana Jéssica Phillipp Giusti que infelizmente, foi brutalmente assassinada aos dezoito dias de outubro do ano de dois mil e dez, é até o momento, mais uma vítima em que o caso permanece sem solução, mas, um tanto quanto e "estranhamente" obscuro.

Conforme informações obtidas pela nossa equipe, a jovem Jéssica Giusti, em outubro de 2010, ocasião do ocorrido, era estudante de Direito da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro de Três Rios (UFRRJ, no Campus de Três Rios).
Tendo um perfil descrito como exemplar e, corroborado por nós, Jéssica Philipp Giusti, era uma estudante maravilhosa, aluna dedicada, tranquila, com excelente formação familiar, religiosa e cultural. A menina, apontada como um "referencial a ser seguido" nunca teve inimigos aparentes, não havia contraído dívidas, nem tão pouco, caberia argumentações ou qualquer razão que motivasse alguém, para condená-la à morte, principalmente, pela forma que o foi... "Exterminada" de maneira bárbara!

Amigos da estudante de direito assassinada, confirmaram que ela era uma das melhores alunas da turma, pouco saia, e se relacionava carinhosamente com todos que a conheciam.

- "A Jéssica era tímida, quieta, educada, e muito estudiosa. Nunca presenciamos nada que demonstrasse anormalidades, ou que estivesse passando por constrangimentos. Não soubemos de nada estranho, que pudesse torná-la isolada, amedrontada ou retraida. Desconhecemos alterações em sua rotina, embora fosse uma garota reservada, nunca nos deu qualquer sinal de que passasse por algum problema, já que em nenhum momento deixou transparecer preocupação; também nunca detectamos mudanças em seu comportamento, ou atitudes. Enfim, ela era uma garota querida, fez e fará muita falta para nossa turma, pois, Jéssica era cem por cento do Bem!" - Revelou Henrique Haller que estudava na mesma turma que Jéssica.

Caso Jéssica Philipp Giusti

Em outubro de 2010, ela havia ido para sua cidade natal, Piracicaba, situada no interior de São Paulo, passar um final de semana com os pais, retornando na sequência para a Cidade de Três Rios no estado do Rio de Janeiro, para estudar, como já era de hábito.
No entanto, a garota "tentou voltar" para retomar seus estudos, em TR., mas, interceptada, foi impossibilitada sua volta... Uma vez que, fora covarde e impiedosamente assassinada!

De acordo com as declarações de Simone Christine Philipp Monteiro Batista, mãe de Jéssica, na época do crime...

Na noite anterior aos fatos, a mãe de Jéssica, Simone Monteiro, juntamente com seu marido e Padrasto de Jéssica, levou a filha até o terminal Rodoviário Tietê, na marginal da Capital paulista, de onde a menina sairia. Lá, Jéssica embarcou normalmente em um ônibus da Viação Cometa para a Cidade de Três Rios no estado do Rio de Janeiro.

Após tomar conhecimento da gravação das câmeras de segurança do terminal aonde Jéssica desembarcou, Simone, por conhecer bem sua filha, relatou na ocasião, que: - "Jéssica olhava diversas vezes para trás, por que olhava em direção dos taxis, que naquela hora da manhã nunca estão lá. Creio que ela estava sendo perseguida", dizia a mãe. Ainda conforme previsto por Simone, o crime aconteceu entre 4h50h e 5h30 da manhã de segunda-feira (18/10/2010), logo após o desembarque da menina.

Levantamentos efetuados junto à empresa e funcionários do Terminal Rodoviário Arsonval Macedo de Três Rios...

De acordo com levantamentos efetuados junto à empresa e funcionários da rodoviária de TR, o ônibus chegou ao terminal rodoviário da cidade fluminense às 4h50 da manhã, sem nenhum problema durante o trajeto São Paulo/ Rio de Janeiro, até a Cidade de Três Rios, no interior do estado, na divisa com Minas Gerais.

Assim sendo, Jéssica chegou à Rodoviária da localidade, conforme o previsto e correto, mas, jamais chegaria ao local em que residia, ou seja, na Rua Barbosa de Andrade, no Centro de Três Rios, (sendo sua casa, distante apenas há dois quarteirões do Terminal Rodoviário Arsonval Macedo).
Jéssica não chegaria ao seu destino, pois, sem que se compreenda ou justifique, lhe fora covardemente retirada à vida e a presença física, do seio familiar... E, social.

O município dos acontecimentos, fica na microrregião Centro-Sul Fluminense (ou de Três Rios), dentro da mesorregião Centro Fluminense e tem este nome devido ao encontro de três rios (Rio Paraíba do Sul, Paraibuna e Piabanha) que acontece em seu território, o que é considerado seu principal ponto turístico.

Localização do Corpo da Jovem Estudante Jéssica Philipp Giusti...

O corpo da jovem foi encontrado rapidamente, na Avenida Walcreuse Meireles, com vários ferimentos á 17 quilômetros da Rodovia BR-040, numa estrada vicinal do bairro Purys, com sinais "brutais" de agressões, sendo diversos golpes na região da cabeça, causando-lhe traumatismo profundo entre outros. Jéssica, também tinha marcas "circulares" nos pulsos.

De acordo com os familiares da Vítima, as marcas em torno dos pulsos, poderiam ter sido provocadas por algemas "importante detalhe este" confirmado por policiais que acompanhavam o caso no início.

Ainda conforme relatou os familiares, todos os que tiveram acesso a Jéssica, para reconhecimentos e preparação para a cerimonia de sepultamento, viram as marcas nos pulsos da menina, mesmo porque, eram nítidas e bem definidas.

As marcas, também vistas nas próprias fotos do inquérito, foram mostradas ao representante do Ministério Público, responsável pela denuncia, no entanto, as imagens documentadas, não constavam no laudo do IML...

Os Peritos do "ICCE" Instituto Criminalística Carlos Eboli constataram que o corpo apresentava lesão profunda no crânio, provavelmente desferido por objeto cortante, e pauladas, mas, no local onde o corpo "teria sido desovado" não foram encontrados indícios dessas armas, ou similares.

Foto encontrada nos pertences de Jéssica, foi "argumentada por dedução".

Caso Jéssica Philipp Giusti

Entre os pertences da Jovem Assassinada, mais precisamente em sua carteira, foram encontradas duas fotos 3X4, masculinas, modelo documento.

A família e os amigos próximos da estudante, porém, identificaram apenas uma das fotos, por se tratar de Renan recente namorado de Jéssica e morador de Piracicaba.

Quanto a outra foto, ninguém conseguiu entender a razão de estar em sua carteira, já que, não se trata de pessoa conhecida nem dos familiares, nem de amigos ou alguém que já tivesse visto Jéssica com o rapaz da foto.

Um Alerta e pedido de Colaboração...

Simone Christine Philipp Monteiro Batista, mãe de Jéssica, foi por nós perguntada, se conhecia o rapaz da foto, ou saberia informar se alguém haveria se manifestado sobre a mesma. Simone então nos declarou sobre a foto em questão que: - "Talvez alguém possa conhecer, nós não! Mais caso exista essa possibilidade, só pode ser e, bem provavelmente, do conhecimento de alguma colega distante, que pouco ou quase nada, sabia ou conhecia da minha filha, senão, sem dúvidas, teríamos obtido essa informação das amigas e pessoas próximas... Mas, não posso afirmar, mesmo porque, nenhuma das colegas de Jéssica, foram interrogadas. Quanto a foto, a polícia perguntou a nós se conheciamos, mas, acredito que nada foi perguntado aos demais investigados.

Questionada pelos pais de Jéssica, a delegada que apura e ministra o inquérito, Drª. Cláudia Nardy Abbud alegou que não saberia dizer quem seria a pessoa e qual sua relação com a vítima.

Diante da falta de esclarecimentos, o pai de Jéssica Senhor Angelo T. Giusti, nos informou em entrevista, que procurou a delegada, insistindo no assunto e, nos passou a seguinte informação por ele obtida:

- "A Drª. Claudia, me falou que essa foto foi descartada, por acharem que era de algum antigo namorado, pontuando o assunto".

Perdurando mais uma dúvida... Mesmo porque, a pessoa da foto em referência, se fosse alguém significante ou um "antigo namorado" de Jéssica, com certeza, estaria presente no velório da estudante, ou (no mínimo) buscaria entrar em contato com quem era do rol de amigos e familiares da jovem, para prestar solidariedade.

Partindo-se do princípio de que Jéssica, era comprovadamente uma aluna dedicada, com um Q.I. privilegiado, e, a exemplo disso há, além dos históricos escolares, como também a aprovação em uma Universidade Federal, evidencia-se a inteligência como um fator á mais. Portanto, não levaria nenhuma menina, principalmente a Jéssica Philipp Giusti, a carregar uma foto na carteira, de forma descomprometida...

Dona Úrsula, a Avó Materna, que cuidou da menina desde o nascimento, era para a Jéssica, pessoa singular. Havia muito mais cumplicidade e respeito entre Avó e Neta, que transcendia sentimentos, e estes, recíprocos. A jovem era extremamente apegada a Dona Úrsula, tanto é, que a chamava carinhosamente de mãe.

Jéssica Philipp Giusti com Vovó Ursula

Em conversa com a Dona Úrsula, (foto gentilmente fornecida pela família de Jéssica) a filha/neta, teria comentado que em um congresso no qual participou, em Brasília, Jéssica teria conhecido um rapaz que também participava do evento e residia na Bahia. A jovem, chegou a conversar com Dona Úrsula sobre o moço, confidenciou que ele havia demonstrado que queria "ficar" com a estudante, mas, no entanto, Jéssica não estendeu o assunto, e de acordo com a Avó Materna, o respectivo rapaz namorava. E que por esta razão, foi apenas uma breve amizade. Não tendo absoluta certeza, de que se trataria do rapaz da foto.

Caso Jéssica Philipp Giusti

Portanto, fica aqui um alerta e um pedido de colaboração! Caso alguém conheça o rapaz da foto, entre em contato com familiares de Jéssica, Polícia, ou nossa equipe, pois quem sabe, se acrescenta-se algo às investigações, ou descarta definitivamente, eventuais equívocos ou enganos.

Por outro lado, a Drª. Cláudia Nardy Abbud, delegada da 108ª Delegacia de Polícia, mantém a linha de investigação, como sendo um crime ocasional, enquanto os - "familiares e amigos, acreditam que foi um crime minuciosamente premeditado." A delegada afirma ainda, que a - "ausência de provas materiais e testemunhais dificulta a investigação do crime".

Imagens Capturadas Por Câmera de Segurança Poderiam Mostrar Possíveis Suspeitos do Crime em Três Rios...

Algumas imagens gravadas "provavelmente pelo sistema da empresa Salutaris", mostra uma rua que passa atrás do terminal e dá acesso à um grande e conhecido prostíbulo de Três Rios.
Nas respectivas imagens captadas, são mostradas cenas de um veículo, que aparenta ter cor escura, sendo que o mesmo, circulava vagarosamente pelo local na data e horário do crime.

Pela inexatidão por falta de qualidade das imagens, aparece (embora perceptível) apenas um veículo de lanternas apagadas passando na escuridão e somente é possível ver que se trata de um carro porque ele freia e as lanternas acendem.

Por confirmações de policiais que atuaram no caso, o vídeo supra mencionado, deve ser um único e o mesmo, portanto, deve estar acostado nos autos do inquérito, já que até o momento, seriam as únicas imagens aonde a Jovem Jéssica Philipp Giusti aparece ao desembarcar da Rodoviária Arsonval Macedo.

Pelos relatos da população local, muito próximo do terminal, há o "tradicional" Portão de Ferro uma "famosa, antiga e muito movimentada casa de prostituição", assim como há vários pontos sem segurança, que, são "sabidos" por todos, inclusive por autoridades, comerciantes e políticos, que denominam os arredores, como "não recomendáveis"...

Por assim ser, é que há um sincronismo do ponto de vista dos que conhecem bem a cidade, uma vez que, são veementes ao fazerem afirmações (praticamente coletivas) declarando medo e insegurança.

- "Parece mesmo, que aqui, é terra de ninguém..."

- "Mesmo com policiamento, não há limites, não há respeito, não há valores, nem se sabe de punições, parece mesmo, que aqui, é terra de ninguém", relata o servidor público aposentado e viúvo Emanuel Soares. Torcedor fiel do Entrerriense Futebol Clube, "Seu Emanuel" tem quatro filhas e seis netos, mas, reside sozinho em Três Rios, desde o falecimento da esposa em 1996. Quando sente saudade da família, prefere ir até ela, já que todos moram em Petrópolis.
Ele concluiu, dizendo: - "Medo e desconfiança, não sou só eu que sinto não..." e, finaliza: - "Sei bem o que os moradores daqui sentem, são inseguros na Rodoviária e redondezas, por isso, prefiro sair ao invés de deixar minhas filhas e meus netos, tentarem chegar..."

Portão de Ferro…

O "aludido prostíbulo", é conhecido pelos moradores da região, como "O Famoso Portão de Ferro"
Contam alguns moradores e proprietários de imóveis da região, que, antigamente, o "Portão de Ferro", era um lugar que servia como uma espécie de "referência para se orientar na chegada à cidade".
Isso, enquanto não havia sido construída a "rodoviária", aonde Jéssica "lamentavelmente" teria sido vista com vida, pela última vez.

Ainda de acordo com relatos de moradores locais, no perímetro descrito, há tráfico de drogas, travestis e prostitutas, sendo comum carros passarem ali em baixa velocidade.

Pelo fato da aproximação de Três Rios, da cidade imperial de Petrópolis, era inadmissível a instalação de "casas de viração", como era também proibida a construção de Motéis. Por esta razão, quando um pai "queria iniciar o filho", ou um garoto, "aprender com profissionais do ramo", encontravam como mais próximo recomendado, o "Portão de Ferro" e outro igualmente situado em Três Rios.

Embora fosse feita uma investigação que correlacionasse suspeitos, prostíbulo e carros escuros, nada fora acrescentado, uma vez que, o "Portão de Ferro", assim como em qualquer local semelhante, é frequentado por pessoas de diversas regiões e cidades. O mesmo, concluiu-se em relação ao veículo, já que as imagens gravadas são distantes e o veículo aparece totalmente apagado, se iluminando apenas quando freado.

Sem respostas convincentes, familiares passaram a investigar o Caso Jéssica, Por Conta e Risco...

O pai de Jéssica, Ângelo Tadeu Giusti, nos contou, que, após o assassinato de sua filha Jessica, quando voltava a Três Rios, (como era de costume) para continuar seu curso de Direito, não obtendo retornos buscados juntos às autoridades e sem resultados convincentes, começou a visualizar o caso de maneira geral, percebendo certa amplitude, com ramificações estranhas...
E, por risco e conta, os pais de Jéssica, familiares e amigos, passaram a buscar fatos, ouvir relatos, receber informações, checar detalhes, pistas, e, possibilidades, que conforme garante Ângelo Tadeu Giusti, - "não foram pelas autoridades reveladas para ninguém da família em nenhum momento, nem apuradas... Situação que perdura desde o início das investigações." - Destaca!

Informações vindas de pessoas (que conforme garantido pelo pai de Jéssica) "são de confiança" e respeito, qualificadas pelos moradores da Cidade de Três Rios, como "gente de palavra", foi uma das razões pela qual sentindo-se movido, despertou ainda mais sua atenção e busca de respostas, já que nada havia sido acrescentado ao inquérito, como afirma Giusti, - "Me deparando com aspectos estranhos, fatos truncados, omissão de respostas, desinteresses, por fim, circunstâncias e atos travados que parecem blindar o crime, foram me fortalecendo e dando coragem para persistir. Temos que elucidar o que fizeram com a Jéssica..." - Enfatiza.

Os familiares de Jéssica, no entanto, sem muitas opções, e, sem respaldos, que garantissem a exata apuração dos fatos e responsável autor, que ceifou com requintes de crueldade a vida da filha, uma jovem de apenas 21 anos de idade, deram então, início á um incansável trabalho paralelo.

Assim, começaram a colher dados, buscando mais informações e todos os caminhos.

Partindo do princípio que Jessica teria chegado por volta das cinco horas da manhã, do dia 18 de outubro de 2010, no terminal rodoviário Arsonval Macedo na Cidade de Três Rios, sendo assassinada antes de chegar ao local em que residia, levaram os familiares da vítima, a fatos novos, que deram um empurrão para o início de uma série de averiguações e respostas surpreendentes, que poderão ser brevemente divulgadas.

Buscando ajuda, a Corregedoria foi acionada...

Caso Jéssica Philipp Giusti

Segredo? - De que?

Um crime que segue em segredo de investigações e que a priori é tratado com autoria(s) desconhecida(s)... – Por quê?

Caso Jéssica Philipp Giusti

Esclarecimentos

Delegada esclarece:

De acordo com a delegada Drª. Cláudia Nardy Abbud, da 108ª Delegacia de Polícia, ao descer na Rodoviária de Três Rios, a jovem teria se dirigido a pé, em sentido de onde residia. Independente dos seis estudantes ouvidos pela polícia, mais um passageiro do ônibus em que a jovem teria viajado e diversas outras pessoas que prestaram depoimentos, nada relevante acrescentaram, somente uma testemunha ocular fora ouvida, sendo que esta pouco acrescentou também.
- "Esta testemunha, seria a única que teria visto a jovem estudante, após a sua chegada na estação rodoviária da Cidade. Sendo que em seu depoimento, a testemunha acrescentou que, viu uma moça, sendo esta no caso, conforme descrição, a vítima Jéssica. Que a viu, passando pelo primeiro quarteirão, seguindo para o segundo quarteirão, a caminho da sua casa. No entanto, esta testemunha, que trabalhava com distribuição de jornais e revistas, parou como de costume para pegar o material de trabalho para distribuição, e quando retornou a via de acesso, para dar início as suas atividades, local este aonde Jéssica teria sido vista por ele, não mais a viu, nem pode perceber ninguém caminhando no respectivo trajeto. No entanto, somente após algumas horas, há aproximadamente cinco quilômetros daquele local, o corpo da jovem foi encontrado!" - Exclama.
Ainda conforme declarou a delegada, o corpo da jovem Jéssica, foi encontrado no início daquela manhã:
- "Jéssica encontrava-se totalmente vestida, com sinais de ter havido lutas no local, com traumatismo craniano, percebido por quem passava ali, visto que havia um traumatismo grande, e era visível a lesão craniana. Depois o corpo da jovem, foi então encaminhado para o IML local, onde os médicos legistas, puderam constatar que o óbito se deu pelo traumatismo craniano. Com os laudos periciais e técnicos, e por demais informações da perícia, ficou constatado, que de fato, não houve violência sexual, mais importante e significativos materiais, que confirmaram os sinais de luta de Jéssica, com seu(s) assassino(s). Não sabemos se o criminoso agiu sozinho ou com a ajuda de um comparsa." Ainda de acordo com a delegada, o caso começou a ser acompanhado pelo Ministério Público, uma vez que as faltas de provas, teriam tornado o inquérito demasiadamente moroso.

- "Pela falta de testemunha ocular, e sem imagens de circuitos locais, tornou-se difícil elucidar com brevidade o crime. Essa questão das provas, foram dificultadas, o que impossibilitou a conclusão do inquérito num primeiro momento." enfoca Drª. Cláudia Nardy.
- "Sem qualquer dúvida, eu tenho minha consciência tranquila, podendo garantir que até o momento, tudo foi feito de forma séria e empenhada. Todas as informações que recebíamos e, continuamos a receber foram e são minuciosamente averiguadas e investigadas. Trabalhamos interrupta e continuamente, não descartarmos nenhuma hipótese da motivação do homicídio, mesmo que ainda não tenhamos êxitos nesse caso". - Pontua a delegada Titular do 108º DP.


O Crime completa dezesseis meses, sem punições, acusados, suspeitos ou novas informações...

Passados Dezesseis Meses do ocorrido, ou seja, mais de Ano (uma ano e quatro meses) do assassinato da jovem estudante Piracicabana Jéssica Phillipp Giusti, o caso que caminhava sem significativas ou novas informações, permanece como de início.


O Representante do Ministério Público informa:

O promotor Criminal, Dr. Carlos Eduardo Marques, destacou que, havia "convidado" o pai da jovem Jéssica, Sr. Ângelo Giusti, a comparecer naquela comarca e respectivo órgão, onde o representante do Ministério Público, responsável pelo caso, teria mostrado capa a capa do inquérito, ao pai da vítima, esclarecendo que todos os recursos possíveis e ao alcance tanto do Poder Público, como o que tange a polícia local, já haviam sido praticados. Que, embora sem grandes progressos nos tramites do caso, todos permaneciam atuantes, trabalhando com afinco para conclusão das investigações.

- "Tudo o que pode ser feito, está sendo feito, e, a gente espera conseguir em breve uma elucidação, pois estamos trabalhando para isso." – enfatizou Dr. Carlos Eduardo Marques.

Mistérios, Polêmicas e Ramificações...

- "A meu ver, este caso está completamente envolto a mistérios, polemicas, discussões, rogações, desinformações, ineficácias... Podendo apontar para ramificações diversas e atividades criminosas paralelas... O Caso Jéssica Phillipp Giusti, ainda não passou das suposições, tornando-se um descrédito investigativo, com revoltante indignação, sendo qualificado por muitos, como mais um 'caso incubador de barbáries'. O que lastimavelmente, estampa a impunidade, promove a corrupção, ofertando o bem-estar á poucos, 'que por sentirem-se donos de suas próprias leis', decidem destinos, e aplicam suas penas. São os desacreditados das aplicações das leis do homem, que demonstram-se privilegiados e poderosos. Quando desafiados, conseguem transformar...
Tornando profissionais e pessoas em geral que não se adequem ás suas 'regras e afins', enfim, em 'mira certa'. Portanto, quem ousar desmascará-los, poderá ser punido com a pena de morte, imposta pelos "senhores" do Município de Três Rios, que de forma desumana e cruel, dentre tantos, continua a proporcionar inconjugável dor para os familiares e amigos da jovem estudante, Jéssica Phillipp Giusti e outros mais..." - Destaca um professor do curso de Direito da Universidade Federal Rural Fluminense (UFRRJ), entrevistado em Janeiro de 2012, que pediu para não ter seu nome por nós, divulgado.

Célere Aumento da Criminalidade...

Com crescimento célere e aumento da criminalidade, onde os homicídios cometidos por arma de fogo são recordes na região, outros crimes, também praticados com requintes de crueldade, vão 'apelidando, conceituando, propagando e, com fama, transformando' o Centro-Sul Fluminense, (e suas principais cidades, como: Três Rios, Paracambi e Paraíba do Sul), em Terra Sem Lei! - Mas, até quando? Pois, seguiremos cobrando e acompanhando o Caso Jéssica Phillipp Giusti até o Satisfatório, Legal e Justo Resultado Final.

Por: Elizabeth Misciasci

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