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Caso Madeleine McCann
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Por: Elizabeth Misciasci

Atualizado em Setembro de 2010

A matéria na integra, e atualizada, pode ser acessada também em
http://www.revistazap.org/variedades/madeleine_mccann.php

Caso Maddie

Raymond Hewlett , condenado por pedofilia, acusado de ser estuprador de criança, pela polícia e justiça britânica e que estaria na praia da Luz em 2007, quando do desaparecimento da pequena Madeleine McCann, morreu de câncer na garganta, em abril de 2010, recusando-se até o fim, em atender os detetives contratados pelo casal McCann.
Hewlett se tornou suspeito do desaparecimento da pequena Madeleine McCann, em razão (entre outro), de possuir longo histórico criminal (DVC), com vastas provas de autorias em crimes de estupro e rapto de crianças.

Em 10 de abril de 2010, em um artigo do jornalista SYSON NEIL , publicado no The Sun – já contava que
Hewlett havia dito a um amigo que sabia da existência de ciganos que vendiam crianças para pervertidos. Que isso seria de seu conhecimento ainda quando estava em Portugal, na época em que Maddie foi raptada e partiu para Marrocos, três semanas depois.
Também foi noticiado, que Raymond Hewlett vivia como um nômade em Portugal com a sua segunda família quando Maddie desapareceu do apartamento de férias em Praia da Luz, em Maio de 2007. No entanto, sua segunda esposa, a alemã Mariana de 35 anos, não quis falar sobre o assunto, se recusando a prestar qualquer declaração.

Em 01 de setembro de 2010 , em material assinada por ANTONELLA LAZZERI e ANDY CRICK , também publicada pelo [verde]Jornal The Sun[/verde] , Raymond Hewlett, teria deixado com um homem desconhecido, uma carta para ser entregue ao filho Wayne.
Wayne, que é filho de Raymond Hewlett com sua primeira e ex-esposa Susan, 64 anos, mora em Telford, Shropshire, assim como sua mãe, e ambos, não tinham contato com Raymond Hewlett, nem conhecimento de sua morte.

Wayne, 40 anos, que é construtor, disse que a carta do pai, lhe foi entregue por um homem desconhecido, e que teria recebido a mesma, pensado ser de um advogado ou um detetive particular, uma semana depois ele morreu.

O maior contexto da carta seria pedido de desculpas pelos crimes hediondos cometidos, e como tinha afetado sua primeira esposa, Susan e o filho Wayne. Segundo sua versão, Raymond Hewlett, também estaria declarando na respectiva carta, de forma convincente e afirmativa, que Madeleine foi raptada por uma máfia cigana, formada por um bando de ciganos que se dedicam a vender crianças por encomenda a casais ricos, que não podem ter filhos nem conseguem adotá-los.
Raymond Hewlett foi o tema de 100 páginas do arquivo da polícia Portuguesa sobre o caso Maddie já que ele estava na capital da nação de Lisboa na época.
- A confissão no leito de morte pode lançar uma nova luz sobre o desaparecimento de Madeleine McCann.
Pelo que foi publicado, Raymond Hewlett, passou a escrever sobre a Maddie, que tinha quase quatro anos de idade quando desapareceu.
Wayne Hewlett diz ter ficado em choque, que recebeu a carta uma semana depois que seu pai morreu na Alemanha, mas que pelo ódio que sentia teria lido e queimado esta. Que ele e o pai não se falavam ha 20 anos, e que Raymond, não queria que perpetuasse a imagem dele como o sequestrador de Madeleine McCann.
Segundo o The Sun foi um amigo que revelou a notícia ao jornal, e que na carta, Hewlett teria dito que um amigo muito próximo, que conheceu em Portugal, após se embebedar, "deixou escapar" que ele havia roubado Maddie para cumprir ordens, que o rapto de Madeleine havia sido planejado pela gang cigana e que os membros do grupo optavam por menores, que eles fotografavam as crianças por encomenda e enviavam as imagens para os intermediários dos contratantes.
Wayne, disse ainda: - "Foi um choque grande e eu tremia enquanto lia aquilo tudo”.
- "Ele declarou que não queria ir para a sepultura com a gente pensando que ele tinha feito uma coisa tão horrível, e que ele disse que nada tinha a ver com o sumiço de Maddie, mas sabia quem tinha”. Conforme o Jornal, Wayne, relatou:
- "Meu pai disse que esta quadrilha operava há muito tempo, e que as crianças eram roubadas, para casais que não poderiam ter seus próprios filhos”.
A reportagem conta ainda, que:-
- "Maddie tinha sido escolhida”. Segundo a carta, Wayne contou que tiraram fotos de crianças e mandaram para as pessoas que estavam esperando por esta “adoção ilegal” e eles que diriam: Sim ou Não.
- "Papai disse que o tal amigo, lhe garantiu que não tinha nada a ver com sequestro de crianças para uma quadrilha de pedófilos ou por um motivo sexual. - Ele disse que não havia grandes somas de dinheiro envolvidas. E que ele acreditava totalmente no que aquele homem estava dizendo." – concluiu.
A conta se ajusta com os outros em torno do mistério Maddie.
Também de acordo com o jornal, uma fonte próxima à investigação em curso, disse: - "O que ele diz que se encaixa na teoria No1, o que é que ela foi roubada por encomenda."

Vários homens estranhos foram vistos tirando fotos de crianças ao redor do resort Ocean Club, nos dias antes que ela desapareceu. E o The Sun revelou no início deste ano que um expatriado britânico pensava que ele tinha visto Maddie em um automóvel (van branca) dirigida por um casal de ciganos no dia seguinte ela estava perdida.

Wayne Hewlett acrescentou: - "Eu não sei se é isso o que aconteceu com Maddie ou não, mas faz sentido. Eu não posso acreditar que ele teria condições de tornar uma mentira elaborada quando estava tão fraco e doente".

Wayne disse que vai considerar o que disse Kate e Gerry, mas que estava preocupado com a possibilidade de lhes causar mais dor de cabeça ou, se lhes deu falsas esperanças.
Wayne, conforme retrata a reportagem, não teve contato com o The Sun sobre a carta, e informa: - “Ficamos sabendo de sua existência através de um amigo”.

Ainda pelo noticiário, Wayne, agora tem a intenção de sentar-se com os detetives Maddie a dizer-lhes tudo o que sabe.

O porta-voz dos McCann, Clarence Mitchell, disse: - "Estamos extremamente gratos à Wayne por passar adiante esta informação e a intenção da equipe de detetives será entrevistá-lo como uma questão de prioridade."

Raymond Hewlett, 62 anos, morreu de câncer na garganta e foi cremado num funeral de indigente na Alemanha, há aproximadamente quatro meses.

 

Atualizado em 23 de Agosto de 2010
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About Madeleine


Madeleine Beth McCann was born 6 years ago. She has one brother Sean and a sister Amelie. She lives with her family in Rothley, Leicestershire.

DOB: May 12, 2003
Age: 6 Years Old
Parents: Gerry and Kate McCann
Missing: May 3, 2007 - Approx: 22:30pm
Sex: Female

Sobre Madeleine

Madeleine Beth McCann, nasceu há seis anos atrás. Ela tem um irmão Sean e Amelie uma irmã. Ela vive com sua família em Rothley, Leicestershire.

Data de nascimento: 12 de maio de 2003
Idade: 6 anos
Pais: Gerry e Kate McCann
Desaparecida: 03 maio, 2007 pm - Aproximadamente: 22:30
Sexo: Feminino

Na noite de 03 de maio de 2007, na pequena vila de pescadores Português da Praia da Luz, uma criança de três anos, britânico é dada como desaparecida.

Seu nome é Madeleine Beth McCann.

Assim começou um dos mistérios mais intrigantes dos últimos tempos, o de uma menina que saiu de férias com sua família e nunca mais voltou para casa... 22 de agosto de 2010

Por Elizabeth Misciasci

No início desta página, acrescentamos as informações mais recentes em escala de datas até agosto de 2010. Após estas informações, você poderá ler o caso abaixo.

- 25 de MAIO DE 2010
De acordo com as informações dos pais de Madeleine, um homem de nacionalidade Portuguesa, procurou o Casal McCann, para relatar que havia visto à pequena Maddie, um dia depois de seu desaparecimento, ou seja, no dia 04 de maio de 2007. Carlos Moreira, o respectivo português de 65 anos, contou que a criança e aparentava muito ser a  filha dos McCann, relatou detalhadamente, que  tratava-se de uma menina loira usando um pijama igual as descrições feitas pelos pais e que poderia ser o pijama que  a menina usava quando desapareu.
Carmos Moreira, disse também, que,  a criança por ele vista, seria a criança britânica desaparecida , e que esta, estava na parte traseira de uma van. Disse que só recentemente contatou a equipa de investigação particular (detetives) contratado pelos pais de Madeleine, porque não acha que a informação era pertinente, até aprender em um programa de TV recentemente que a polícia Portuguêsa não montou bloqueios em estradas, nem deu muita importância e pouco fazendo,  depois do desaparecimento da menina. Madeleine tinha quase quatro anos quando desapareceu do apartamento de férias em Praia da Luz de sua família no Algarve na noite de 3 de maio de 2007, enquanto seus pais jantavam com amigos próximos.

 

- 26 mai 2010
- Kate McCann conheceu os pais de outras crianças desaparecidas em 25 de maio de 2010 (com menos de 24 horas de desaparecimento) e disse-lhes: -  "Todos nós compartilhamos a mesma dor".
 A mãe de Madeleine McCann encontrou os pais que ela ajudou a lançar um sistema nacional para ajudar a encontrar crianças desaparecidas. Ela disse: - "É bom estar aqui hoje e conhecer outras famílias que estão em situações semelhantes". Continuando, declarou: - " É bom ter algumas histórias de esperança e de obter apoio e ser capaz de dar um pouco de apoio também. "Hoje dá esperança e solidariedade aos pais das crianças desaparecidas e é bom saber que não estamos sozinhos." Ela também conheceu Sarah Taylor, que se reuniu com sua filha Nadia, seis, no início deste ano. Ela foi raptada por seu pai e levado para a Líbia por quase três anos. O evento, que também marcou o Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, lançada da Criança Rescue sistema de alerta em toda a Grã-Bretanha. Isso permite que policiais para desencadear uma mídia instantânea alerta quando as crianças vão faltar. Kate e seu marido Gerry têm procurado Madeline desde que ela desapareceu no feriado em 2007.

14 junho de 2010
A MUM pai de Jeremy Vargas contatou a equipe de polícia particular no caso Maddie para  informar  que um assassino recém preso e condenado poderia  ser a chave para encontrar seu filho Jeremy e Madeleine McCann.
O   apenado seria  Charles O'Neill  que disse ter estado em Portugal, quando Maddie,( três anos),  desapareceu  em 2007.
Dois meses antes, do ocorrido com Maddie,  Charles O'Neill  estava em Gran Canaria, nas Ilhas Canárias, Espanha, quando Jeremy Vargas, sete anos, desapareceu.
 Mum Ithaisa Jeremy Suarez, 27, disse: "Eu acredito que ele possa saber onde estão ou o que aconteceu com eles,  são  casos idênticos.! As crianças desapareceram em questão de minutos, sem deixar vestígios. Ele é um monstro vil e deve ser interrogado novamente.
 "O'Neill, 47 anos, e seu amante gay William Lauchlan estava condenado à prisão perpétua na quinta-feira pelo assassinato de mãe-de-três  crianças:  Allison McGarrigle em Largs, Ayrshire - Para detê-la,a dupla de  maníacos, que já haviam se drogado, tiveram bastnate tempo para  e abusar dos jovens.
O'Neill se recusou a atender os detetives que trabalham para os pais de Maddie, Kate e Gerry McCann.

- 04 de julho de 2010
A  Ministra *Theresa May  se encontrou  com Kate e Gerry McCann para discutir como a busca de sua filha Madeleine estara progredindo. O Ministério do Interior anunciou a reunião daria lugar para uma sequência de  troca de informações entre a Theresa Mau e  o casal  McCann.
Os pais de Madeleine pediram para ver o ministro do Interior e saber se os detalhes da reunião estavam surtindo efeitos positivos. Os pais de Madeleine queriam a certeza de que as informações  estão sendo confirmadas bem como os pormenores investigados.,
O casal McCann,  Leicestershire, cuja filha desapareceu de seu apartamento de férias no Algarve, quer uma revisão (com cópia de todos os atos investigativos e processuais) e todas as informações pertinentes a este desaparecimento, pois quer entregá-los nas mãos das autoridades britânicas e Portuguêsas.
A Ministra Theresa May, lamentou o drama e disse que este caso segue numa revisão interna para apurar o que foi feito desde o início, o que  colheu-se de provas, indícios  e cada passo da dado na investigação.  May informou que esta revisão acompanhada com  foi ordenada pelo ex-secretário do Trabalho Home Alan Johnson no ano passado.

 

- 6 ago 2010
- Os pais da pequena  Madeleine McCann encontraram a  Ministra da Mulher e da Igualdade Theresa May, para discutir o andamento das pesquisas,  levantamentos e apurações referentes ao caso Maddie.
A pequena Madeleine Beth McCann, de  Rothley, Leicestershire,   (Rothley é uma espécie de Vila, um bairro, comunidade), (Leicestershire,  é um condado no litoral central da Inglaterra, ou seja, um condado pode ser  considerado como município-equivalente) desapareceu de um apartamento de férias em Praia da Luz no Algarve em Maio de 2007, na época, com três anos de idade.
 Antes da reunião do dia 06 de agosto, na quarta-feira dia 04 de agosto de 2010, Kate e Gerry McCann  já haviam sido chamados para tentar  uma revisão específica e direcionada,  independente do caso que consta nos autos e se deu por finalizado em 2008.
Neste dia, o  Casal McCann, fez várias queixas  sobre a falta de interesse e qualidade de ajuda oferecida a eles com  omissão de  informações das autoridades locais.
O Casal McCann, também não deixou de salientar os episódios vivenciados em fevereiro de 2010, quando  eles disseram ter encontrado "relutância"  e desinteresse ao pedir às autoridades britânicas a re-examinar as  informações  detidas por autoridades policiais em todo o mundo.
Um porta-voz do Home Office disse:  - "O Ministro da Administração Interna realizou uma reunião privada com Kate e Gerry McCann na quarta-feira para discutir o caso da sua filha Madeleine.
Detalhes das conversas não foram divulgados.
Por Elizabeth Misciasci

*Theresa May 

Conhecendo a Ministra e Sabendo mais de Theresa May

Maria Theresa de Maio (Brasier née, nascido em 01 de outubro de 1956) é uma política do Partido Conservador britânico, que serve como Home Secretary na actual Conservador Liberal Democrata - governo de coalizão. Ela foi eleito para o Parlamento em 1997 como membro de Maidenhead, e serviu como presidente do Partido Conservador, de 2003-2004. Nomeada para o Conselho Privado em 2003, tornou-se Shadow Secretário de Estado do Trabalho e Pensões e ministro sombra para as Mulheres, antes de ser criado o secretário (responsável pela segurança nacional e da polícia) e Ministra da Mulher e da Igualdade no gabinete de David Cameron,
Theresa May, 54 anos, é política do Partido Conservador  Britânico que entre outros, serve como uma  espécie de consultor e assessor  ao atual Conservador Liberal Democrata (Governo de coalizão).
 Theresa  May, foi eleita para o Parlamento em 1997 e Presidente do partido conservador em 2003, 2004. Trabalhou como "um braço "   para o secretário de Estado do trabalho e Pensões, onde proclamava e reivindicava os direitos da mulher, antes de ser criada a secretária (responsável pela segurança nacional e da polícia) , chegando ao cargo de
 Ministra da Mulher e da Igualdade em 11 maio 2010.

 

Madeleine McCann

Novos dados no caso de Madeleine McCann

A advogada do casal McCann Isabel Duarte, revelou provas em Tribunal que poderiam comprometer a PJ abrindo caminho à reabertura do caso Madeleine, numa discussão em 10 de fevereiro de 2010. Durante as alegações finais do julgamento do livro "A verdade da mentira", Isabel Duarte tentou demonstrar que a PJ de Portimão tem desvalorizado sucessivos avistamentos da criança, aos quais a polícia inglesa deu crédito. Essa denúncias contêm fotos que alegadamente mostram Madeleine entre Espanha e Itália.

Advogada do Casal McCann

O Livro "A verdade da mentira" motivou toda essa reviravolta no caso, que parece estar sendo uma ponta de esperança para o Casal McCann.

Quando questionada por um repórter que se encontrava dentro das dependendias do Tribunal, do porque a Polícia Francesa, Espanhola e, Inglesa não tomarem a frente e saírem em busca dos respectivos esclarecimentos. Um tanto quanto "irritada" a advogada Isabel Duarte, respondeu prontamente, que, em virtude da descredilidade que foi dada a possiblidade de Madeleine estar viva, ensejou a desmotivação e o entendimento de que buscar a menina, seria trabalhar para nada. Isabel disse ainda que o inspetor Ricardo Paivam sempre alegou que Maddie estava morta, portanto, ninguém vai acreditar ou sair atrás de suposições que ele negou, acreditando que de fato ela estivesse viva. - "Para que investigar uma criança morta, se não acredita que esta viva?" ressaltou a advogada. Isabel Duarte, finalizou, dizendo que existem sim muitas informações que podem levar ao paradeiro de Madeleine e que ela acredita que a criança esteja viva e em outro País como Itália ou França.

Casal McCann em Coletiva

- "Ficaríamos muito felizes e encantados se o caso fosse revisto ou reaberto, não temos nenhum problema quanto a isso. Mas precisamos de um inquérito verdadeiro e não dessa confusao". Falou para toda a imprensa o pai de Madeleine, que ao lado da esposa, segurava um cartaz com fotos de sua filha desaparecida desde de maio de 2007.

Gonçalo Amaral, ex-inspetor do Caso, e autor do Livro, demonstrou insatisfação na saída do Tribunal Cível e disse a uma jornalista Portuguesa: - "imagine agora eu ter que voltar assumir este caso como assistente de um possível novo julgamento" - Quando questionado se aceitaria? Amaral respondeu: "É um fato que terei muito o que analisar muito o que pensar seriamente" - concluiu.

Quanto a Obra Literária "A verdade da mentira" estava sub-judice aguardando determinação da Juíza que presidiu o caso, e ao final decidiu pela liberação e a distribuição para o mercado, o que antes, corria o risco de ter suspensa a comercialização da Obra definitivamente.

Apesar do confronto que se opõe na abertura do inquérito entre Gonçalo Amaral e o Casal McCan, pela primeira vez, algo ficou claro: o desejo de ambas as partes em dedicar empenhos para reabrir o Caso Principal, ou seja, o desparecimento da pequena Madeleine, para se saber enfim o que "é verdade ou mentira" em todo este mistério.

Por Elizabeth Misciasci Revista zaP! Com informações do noticiário TV1 RTP Jornal

MADDIE Livro A Verdade da Mentira

O Livro foi Lançado em 2008
A obra documentário literário, O Livro MADDIE a verdade da mentira, após sucesso de vendas, mais de 175.000 exemplares, 10 edições, e estaria sendo traduzido para diversos idiomas, a fim de internacionalizar-se, mas acabou por ser retirado do mercado no auge das vendas, em dezembro de 2009, aguardando decisão Judicial até abril de 2010.

Ao longo de cerca de 200 páginas, o investigador que dirigiu o departamento de Portimão da PJ, que abrange a Vila da Luz, Lagos, donde desapareceu a criança, com quatro anos na altura, apresenta a sua versão sobre o caso.
O Livro MADDIE a verdade da mentira, agora para download, que  pode ser baixado gratuitamente nos links abaixo:
http://www.downloads-completos.info/sem-categoria/maddie-a-verdade-da-mentira/
http://piratatuga.info/maddie-a-verdade-da-mentira.html
Estão disponibilizados também neste blog, para todos os downloads grátis do livro.
Formato pdf, 191 páginas, 3mb. Inclui imagens.
http://livrodegraca.blogspot.com/2009/02/maddie-verdade-da-mentira-download.html
Para deixar recado ao Autor acesse e clique http://www.averdadedamentira.com/

Maddie O Livro "A verdade da Mentira"

Lançado pela Editora Guerra & Paz - Autor Gonçalo Amaral

Este não é mais um livro sobre a investigação do desaparecimento de Madeleine McCann. Este é o livro do investigador principal do processo, que foi atacado e vilipendiado quando se encontrava apenas em busca da verdade e da justiça. Ninguém, à excepção dos pais de Maddie, sabe tão bem o que se passou naquela noite fatídica de 3 de Maio de 2007. Gonçalo Amaral escreve na perspectiva da investigação por si conduzida e tem uma forte preocupação factual e de objectividade. Além disso, o livro contém revelações originais e esclarece muitos dos mais controversos aspectos do caso. O texto está apoiado por infogramas e fotografias que facilitam a compreensão do leitor e ilustram os passos da investigação e da conclusão obtida - por mais terrível que a mesma seja: Maddie está morta desde o dia do seu desaparecimento.

Para o autor do livro, Madeleine Beth McCann é a principal preocupação - é ela a vítima, e são as vítimas que têm de ser defendidas pela polícia e perseguidos os culpados do seu sofrimento. Tendo-lhe sido impossibilitado solucionar o caso, devido ao seu afastamento, quando se encontrava eminente a recolha de testemunhos vitais, preferiu abandonar a vida policial activa e retomar a liberdade de expressão não só para lavar a honra das calúnias que sobre si foram lançadas, mas para ajudar a que o caso não caia no esquecimento e a que, mais tarde ou mais cedo, o processo seja reaberto e feita justiça.

MADDIE a verdade da mentira
o livro Maddie – "A Verdade da Mentira”, de Gonçalo Amaral, o ex-inspetor da PJ que coordenou a investigação do caso Maddie, foi retirado das bancas em dezembro de 2009,  por ordem de um tribunal, a pretexto de constituir um crime de difamação contra os McCann. Os bens do autor foram “congelados” para poderem cobrir uma eventual indemnização aos “ofendidos”.
(…)
“Durante o Estado Novo, era usual serem apreendidos a favor do Estado os bens – livros, discos e outros – pertença daqueles que, não concordando com as práticas políticas da época, se atreviam a escrevê-lo ou a dizê-lo alto.”
(…)
“A saber:
1. Porque é que, na noite de 3 de maio de 2007, quando a menina inglesa desapareceu – recorde-se que todas as noites dormia sozinha com dois irmãozitos mais novos, enquanto os pais jantavam com os amigos – os McCann, já acompanhados pela PJ, sentiram necessidade de estar também acompanhados pelas televisões inglesas, que chegaram logo na manha seguinte?
2. Por que é que, estando supostamente destroçados pelo desgosto maior que pode abater-se sobre uns pais, mas tendo o apoio das autoridades e da população do seu país e do país onde os factos ocorreram, nomearam imediatamente umas figuras grotescas que davam pelo nome de assessores de imprensa ou porta-vozes?
3. Porque é que o primeiro-ministro britânico Gordon Brown, não contente com o corretíssimo gesto de contactar as autoridades portuguesas pedindo-lhes especial atenção para o caso, cedeu o seu porta-voz do Governo para assumir as mesmas funções junto do casal McCann?
4. Por que é que processos de desaparecimento de crianças portuguesas nunca mereceram das autoridades um centésimo do investimento em meios humanos e materiais para lhes encontrar o rasto?”

Muito já se escreveu sobre o “caso Maddie”. Mas não suficientemente. E concerteza que ainda que não se ouviu ninguém com responsabilidades governativas, policiais ou judiciais explicar porque é no ano deste desaparecimento, a PJ torrou mais de metade de todo o seu orçamento NUM único desaparecimento, quando na mesma altura existiam dezenas de outros casos, envolvendo crianças portuguesas, mas que nunca mereceram das nossas polícias nem uma fração deste investimento em meios e tempo. O tradicional servilismo português perante os “superiores seres do norte” não explica tudo: houve aqui ordens dada pelo Governo de Londres ao Paço e houve seguidismo acéfalo em altos governantes lusos. Isso é evidente e desprestigia Portugal.
Gonçalo Amaral construiu a imagem mental que a maioria de nós tem do casal McCann: estiveram diretamente envolvidos no desaparecimento da sua filha. A sua tese segundo a qual os pais davam soporíferos aos filhos antes das suas lautas e prolongadas jantaradas diárias com os amigos e que uma sobredosagem terá dado a morte a Maddie é fácil de deduzir quando se conhece a frieza e o profissionalismo aparente com que lidaram com a perda da sua filha e o conhecimento clínico assim como a facilidade de acesso a medicamentos, dizem o resto… A tese que teriam morto acidentalmente a criança e depois ter feito desaparecer o cadáver (incinerando-o numa das várias incineradoras para animais existentes no Algarve) é assim a mais provável e aquela sugerida pelo livro do antigo inspetor, precisamente a pessoa que no mundo – além dos McCann – melhor conhece as circunstâncias do desaparecimento é essa. Obviamente, os McCann não poderiam ficar parados perante tal constatação: usando os recursos financeiros que souberam reunir no apogeu do caso, usaram os nossos classicamente ineptos e injustos tribunais para num exercício ao pior estilo dos tribunais do Antigo Regime proibirem o livro de Gonçalo do Amaral: assim silenciaram o ex-inspetor e a verdade do “caso Maddie”. Mas terá este dócil (aos ingleses) tribunal alterado aquilo que a esmagadora maioria de nós acredita que aconteceu com Madeleine McCann? Não, a menos que o Tribunal nos queira impedir de pensar. E isso ainda não podem os McCann mandar um tribunal fazer. Ainda.
Com informações de Sol

Notícias de Lisboa

Segundo fonte do CSMP, (Conselho Superior do Ministério Público) o procurador-geral da República nunca disse "formalmente" quais os poderes adicionais que desejava. No entanto, terá defendido, junto de um dos membros da comissão que elaborou o anteprojeto de revisão, que a eleição dos procuradores-gerais distritais passasse a fazer-se entre dois nomes indicados pelo PGR - e não três, como acontece atualmente. A alteração permitiria reduzir as possibilidades de escolha e facilitaria a aprovação dos nomes da preferência do procurador-geral.

Os nomes declinados, foram o de Alberto Pinto Nogueira, que ocupou o cargo de Procurador distrital interinamente.

Van Dunem
Que sem surpresa e com maioria absoluta, Francisca Van Dunem foi eleita, em Janeiro de 2007, procuradora distrital de Lisboa. Van Dunem é nome incontornável na estrutura do Ministério Público.

Braga Temido,
que com o recente episódio das escutas envolvendo o primeiro-ministro ilustra de forma exemplar o papel central dos procuradores distritais no acompanhamento de processos complexos e na ligação ao procurador-geral da República.

e Bilro Verão

No entanto, Bilro Verão acompanhou
Um caso pode marcar de forma irreversível sua carreira
, já que é incontornável apontar o que mais colocou Luís Armando Bilro Verão debaixo da atenção dos jornalistas.

Em Setembro de 2007, Pinto Monteiro determinou que a investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann, na Praia da Luz, passasse a ser diretamente acompanhada pelo procurador-geral distrital de Évora.

O processo alimentou notícias meses a fio e não morreu com o arquivamento, determinado em Julho de 2008.

Alentejano nascido em Borba, Bilro Verão esteve colocado no Tribunal da Relação de Évora. Tem a seu cargo o distrito judicial com a maior cobertura territorial, o que dificulta a coordenação. Mas o reverso da medalha é o número reduzido de processos (em comparação com os restantes distritos) e, em linhas gerais, a menor complexidade dos crimes investigados. Procurador-geral adjunto há 11 anos, Bilro Verão é descrito como magistrado experiente, mas discreto. Com exceção da pressão a que esteve sujeito no caso Maddie, poucas vezes surge na comunicação social, mesmo porque não resolveu o caso, nem pareceu ter tratado com sua experiencia de anos, o Caso Maddie da forma que se era esperado... Julho de 2010 Por Elizabeth Misciasci



Madeleine está desaparecida desde 3 de maio de 2007 e Pedófilo britânico é novo suspeito

Maio de 2009

Um pedófilo britânico virou o novo suspeito do desaparecimento de Madeleine McCann há dois anos, segundo publica a mídia britânica.


Raymond Hewlett, de 66 anos, tem um histórico de casos de pedofilia e estaria morando em Tavira, que fica a uma hora da Praia da Luz, na época do desaparecimento da garota britânica, então com 3 anos.


Foi na Praia da Luz, no sul de Portugal, que Madeleine desapareceu do quarto onde dormia com os irmãos gêmeos enquanto os pais jantavam com os amigos em 3 de maio de 2007. Desde então, a polícia portuguesa chegou a suspeitar de um vizinho do hotel onde a família McCann estava hospedado. Depois, cogitou até que os pais estariam por trás do desaparecimento. Nada contra os três foi levado adiante.


O suspeito agora é Hewlett, que chegou a ser interrogado pela polícia portuguesa. O porta-voz da família McCann, que contratou investigadores particulares para o caso, admitiu que o homem é suspeito para a rede Skynews.


O porta-voz Clarence Mitchell disse que a entrevista concedida por Gerry e Kate McCann no programa de Oprah Winfrey, nos Estados Unidos, ajudaram nas investigações.


No último dia 7, os pais de Maddie chegaram a divulgar um retrato falado de um possível novo suspeito
.

Com informações do G1

Junho de 2008

Informações da BBC contam que o britânico Robert Murat, apontado como primeiro suspeito no Caso Madeleine McCann, será indenizado por danos à sua imagem.


O Britânico Robert Murat, que foi interrogado pela Polícia portuguesa em relação ao caso Madeleine McCann, ele negou qualquer envolvimento.

O investigadores portugueses, fecharam o caso dia 12 de julho de 2008 sem ter conseguido avanços significativos.

 

Portugal concluiu a investigação sobre o desaparecimento da pequena Madeleine McCann

01/07/2008

 

A polícia judicial de Portugal concluiu a investigação sobre o desaparecimento, há um ano e dois meses no sul do país, da menina Madeleine McCann e entregou o relatório final à promotoria, anunciou o gabinete do procurador-geral da República.

Os médicos britânicos Kate e Gerry McCann, concederam breve entrevista na saída do tribunal, onde estavam aocmpnhados da advogada da família.

"O relatório final elaborado pela polícia judicial foi anexado ao processo chamado 'caso Maddie'", informa um comunicado.

"A promotoria fará uma análise e uma avaliação global do conjunto do processo", que compreende dezenas de volumes, "com o objetivo de determinar se é necessário realizar outras ações ou se reúnem condições suficientes para encerrar a investigação", acrescenta a nota.

"O sigilo da instrução está mantido, até meados de agosto", concluiu o texto.

07/05/2008

- PRIMEIRAS FÉRIAS DOS MCCANN APÓS DESAPARECIMENTO DE MADELEINE
LONDRES - (Fonte:-ANSA)

Os médicos britânicos Kate e Gerry McCann, os pais da pequena Madeleine desaparecida no dia 3 de maio de 2007 no sul de Portugal, tiraram suas primeiras férias desde que a menina foi vista pela última vez.
Segundo publicou no último dia 04/07/2008 hoje o jornal inglês Daily Mirror, os McCann, ambos de 40 anos, decidiram que sairiam de férias pelo bem dos seus dois outros filhos, os gêmeos Sean e Amelie, de dois anos.
Madeleine desapareceu enquanto dormia em um quarto do complexo turístico Ocean Club, na Praia da Luz, enquanto seus pais jantavam com um grupo de amigos em um restaurante.
"Será muito doloroso para eles contemplar a idéia de viajar sem Madeleine, mas esta é uma realidade que precisam enfrentar", disse Clarence Mitchell, porta-voz oficial do casal.
"Até agora não fizeram nenhuma reserva, mas uma coisa é certa, eles não irão para Portugal", acrescentou.
A família passou muito pouco tempo fora de sua casa em Rothley, na Inglaterra, desde que regressou no último dia 9 de setembro da região portuguesa de Algarve.
Uma pessoa próxima aos MacCann disse que "todos precisam de férias, incluindo Kate e Gerry".
"Já se passaram 14 meses desde que Madeleine foi sequestrada. Atrás dos holofotes, está se fazendo muito para encontra-lá, mas para Kate e Gerry a vida voltou a uma certa normalidade. Depois de tudo que passaram, eles querem ter um descanso decente junto com seus gêmeos para tentar desfrutar um pouco de um período familiar", concluiu. (ANSA)
04/06/2008 09:22



Fonte: (ANSA)

Maio 2008

Sem conseguir trazer testemunhas, a Justiça de Portugal suspendeu a reconstituição que faria no caso de Madeleine.


No Brasil
A Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) já recebeu cinco pistas que partiram do país ou que indicavam a presença da garota no Brasil. Mas, até agora, nenhuma delas ajudou a encontrar Madeleine.

A agência de notícias “Efe” recebeu confirmação de porta-vozes da Justiça lusa confirmando que a reconstituição estava prevista para o dia 29/05/2008 e que os pais de Madeleine, Kate e Gerry McCann, haviam aceitado retornar para o Algarve, no sul de Portugal, local onde ocorreu o fato. Os amigos do casal e testemunhas do caso, que jantavam com os pais McCann no dia do desaparecimento, se recusaram a testemunhar.
Os nomes das testemunhas, não foram divulgados.

Manuel Catarino, autor do livro "A Culpa dos McCann" e redator chefe do jornal português Correio da Manhã, um jornalista português que acompanha o caso desde o início é contundente em apontar dois fatores que dificultaram a solução deste mistério que comove o mundo: houve falhas dos investigadores portugueses e uma pressão indevida da polícia inglesa.
Para o Jornalista, caso só será solucionado se o cadáver da menina aparecer.
Catarino disse que a polícia judiciária portuguesa foi induzida pelos policiais ingleses a procurar por um raptor "que talvez nunca tenha existido". Aponta entre outras falhas,que o quarto onde Madeleine desapareceu não foi imediatamente selado, o que atrapalhou na coleta de provas substanciais, uma vez que a moviumentação no mesmo foi intensa.

Participação da interpol

Interpol - Investiga sumiço de Madeleine

no Desaparecimento de Madeleine McCann, investigação do caso Madeleine passou pelo Brasil.


Madeleine Mac Cann

Ajude a Encontrar Madeleine McCann

 

A *Interpol confirma estar apurando agora uma das denúncias feitas há um mês e meio.
A menina britânica Madeleine McCann desapareceu no dia 3 de maio de 2007, em Portugal.

A investigação sobre o desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann, que sumiu há um ano quando estava com a família em um resort de Portugal, passou pelo Brasil. A Interpol (Organização Internacional de Polícia Criminal) já recebeu cinco pistas que partiram do país ou que indicavam a presença da garota no Brasil. Mas, até agora, nenhuma delas ajudou a encontrar Madeleine, de 4 anos.

As informações sobre as buscas pela garota foram confirmadas ao G1 por Marília Moreira Marques, uma das delegadas da Interpol em Brasília.

Segundo ela, a maioria das denúncias contidas no dossiê do caso Madeleine no Brasil, que tem cerca de 40 páginas, foi feita no ano passado e passava pelo Rio de Janeiro.

Em 11 de maio de 2007, por exemplo, "um homem identificado como Mark ligou para a Inglaterra dizendo que tinha visto uma garota parecida com Madeleine numa feira de livros na Cinelândia, no Rio de Janeiro", contou ao G1, em entrevista por telefone, a delegada Marília Moreira.

Segundo ela, a denúncia foi encaminhada ao Brasil, investigada e nada foi constatado. O homem havia dito que a garota estava acompanhada de uma mulher e que as duas entraram em um bar. "Na investigação, as pessoas do bar não se lembravam da passagem da menina e também não havia câmeras de monitoramento que ajudassem na apuração", disse a delegada.


As outras denúncias, feitas tanto de dentro quanto de fora do Brasil, também não levaram a nenhuma hipótese concreta que ajudasse a encontrar a menina.

Outras pistas

Em junho do ano passado, um médico aposentado disse ter visto uma menina loira de olhos claros andando próximo à rua Vinícius de Morais, no Rio de Janeiro. Também em 2007, a polícia recebeu outra ligação de uma pessoa dizendo que tinha visto Madeleine na Rodoviária Novo Rio (RJ). Outra possível pista veio através de uma ligação, vinda do Brasil, dizendo que a garota estaria na Ilha de Malta, no Mediterrâneo.

O chefe da Interpol no Brasil, Jorge Pontes, confirmou a informação de que uma denúncia, feita há um mês e meio, ainda está sendo averiguada pela polícia - e por isso não pode ser revelada. "Só podemos dizer que um passageiro informou que teria visto a menina em um vôo para São Paulo", disse. Essa informação partiu de uma embaixada estrangeira no Brasil, que a Interpol prefere não especificar para não atrapalhar as investigações.


Trotes
As denúncias infundadas e os trotes atrapalham o trabalho da polícia, disse a delegada, que afirmou que muitas ligações são recebidas e que todas são avaliadas. O dossiê da Interpol no Brasil sobre o caso listos detalhes de cada denúncia enviada a Londres e a Portugal e das possíveis pistas vindas de outros países.

A Interpol tem atualmente 186 países membros e, no Brasil, trabalha com 20 policiais federais e quatro delegados.

Quem tiver pistas sobre o paradeiro da menina britânica pode entrar em contato com as representações regionais da Interpol nas superintendências da Polícia Federal de cada estado.


1 ano sem Maddie
O desaparecimento da menina britânica Madeleine McCann, que completaria 5 anos no dia 12 deste mês, comoveu o mundo e levou seus pais a uma campanha global pela sua busca.
Ela sumiu no dia 3 de maio de 2007 enquanto dormia com seus irmãos, gêmeos de dois anos, num quarto de hotel de um complexo turístico da Praia da Luz, no Algarve, em Portugal. No momento de seu sumiço, seus pais, os médicos Kate e Gerry MacCann, haviam saído para jantar num restaurante próximo do local.

 

Pais de Madeleine MacCann

Pais de Madeleine MacCann

Depois de seguir inúmeras pistas, a polícia portuguesa abriu o leque de investigação. Sangue encontrado no quarto do hotel levou os peritos a acreditar que ela pode ter sido morta no local. Desde setembro, os pais também entraram na lista de suspeitos pelo desaparecimento e contrataram uma equipe de detetives particulares para ajudar no caso.


Organização Internacional de Polícia Criminal

 

A Organização Internacional de Polícia Criminal, mundialmente conhecida pela sua sigla Interpol, é uma organização internacional que ajuda na cooperação de polícias de diferentes países. Surgiu em Viena, na Áustria, no ano de 1923. Hoje sua sede é em Recife, no Nordeste Brasileiro. A Interpol não se envolve na investigação de crimes que não envolvam vários países membros ou crimes políticos, religiosos e raciais. Trata-se de uma central de informações para que as polícias de todo o mundo possam trabalhar integradas no combate ao crime internacional, o tráfico de drogas e os contrabandos.
Um exemplo da participação da interpol em um caso é o Desaparecimento de Madeleine McCann, uma menina inglesa que desapareceu em um quarto de Hotel em Portugal.

INTERPOL é a organização internacional a maior da polícia do mundo, com os 186 países membros. Existe para ajudar a criar um mundo mais seguro suportando agências policiais no mundo inteiro para combater o crime.

INTERPOL tem quatro funções do núcleo, que fornecem:

-Fixe comunicações globais da polícia
-Serviços e bases de dados de dados para a polícia
-Sustentação aos serviços policiais
-Treinamento e desenvolvimento de polícia

 

Organização Internacional de Polícia Criminal

Organização Internacional de Polícia Criminal.

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