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Por:
Elizabeth Misciasci
Ana
Carolina Cunha de Oliveira desabafa e se emociona
em entrevista
Anna
Carolina Oliveira, é entrevistada
pela Jornalista Patrícia Poeta,
com exclusividade para o Fantástico
e é criticada pelo Advogado Antonio
Nardoni, avô paterno de Isabella Nardoni.

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Ana Carolina Cunha de Oliveira, mãe
de Isabella Nardoni -
Ana
Carolina Oliveira, concedeu domingo (11/05/2008)
entrevista exclusiva para o Fantástico,
da TV Globo. Com abatida e com aspecto de
cansaço, se emocionou por várias
vezes.
Mesmo
abalada, Ana conseguiu demonstrar firmeza
para afirmar que acredita no envolvimento
direto de Alexandre pai Anna Carolina Trotta
Jatobá, madrasta de Isabella no crime.
Não negou quando questionada, que acreditava
que o casal acusado no assassinato de sua
filha, brigava por ciúmes dela e se
esse poderia ter sido o motivo da morte de
Isabella.
Por
várias vezes, não conteve as
lágrimas... Durante a entrevista, afirmou
que não havia se manifestado antes,
para não se expor ainda mais, uma vez
que se disse nervosa, abalada e cautelosa.
Confidenciou que tratava todo e qualquer assunto
que envolvesse Isabella, com o avô,
que não falava com Alexandre e que
evita inclusive aproximações
com a família Nardoni.
Contou
como era a convivência com Isabella,
relembrou e levou ao conhecimento da maioria
do público, que no dia do assassinato
de sua filha, estava chegando à casa
de uma amiga, que, aliás, também
mora nas imediações de sua casa,
e do prédio de Alexandre, quando o
celular tocou, e Anna Jatobá, gritando
muito, deixou vago o que havia acontecido.

Anna
Carolina Trotta Jatoba em Presídio
Feminino de Tremembé
Assim,
deu a impressão de que a menina havia
se afogado em conseqüência de queda
na piscina.
Anna
Carolina relatou com riqueza de detalhes,
que quando chegou ao local do crime, viu Isabella
caída, com os lábios roxos,
mais perdeu a noção do que se
passara. A preocupação estava
totalmente voltada à filha, que ainda
encontrava-se com vida.
Sobre
a única entrevista que o casal concedido
ao jornalista Valmir Salaro, (exibida também
no fantástico) a mãe de Isabella
foi firme ao dizer que aquilo “não
foi convincente”.
Ana
informou que praticamente não falava
com o pai de Isabella e que a “ponte
de ligação” entre eles,
era Antonio Nardoni. Ela ressaltou o papel
preponderante do mesmo:- “Tudo que eu
tinha que resolver, e que envolvia o Alexandre,
eu ligava para o pai dele (Antônio)”,
não se negou ao responder que Alexandre,
Alexandre pagava pensão de R$ 250 (Duzentos
e cinqüenta reais) para Isabella. As
demais despesas, como médico, dentista,
enfim... Era por “conta” Ana Carolina
Oliveira.
Afirmou
ainda, que neste período, o que esta
sendo mais doloroso para ela:- “Voltar
do trabalho, chegar a casa e não ser
recebida pela filha; não poder dormir
com ela, com as pernas entrelaçadas,
como era o costume das duas. Essa é
a hora mais difícil do dia.”
Ana Carolina Oliveira, de 24 anos, que passou
hoje o primeiro Dia das Mães sem sua
filha, Isabella Nardoni, de 5 anos, morta
no final de março ao ser jogada do
sexto andar do apartamento do pai, Alexandre
Nardoni, e de sua madrasta, Anna Carolina
Jatobá, mencionou muito sua mãe
(Dona Rosa).
Disse
que não havia “feito plano”
para a data e que estaria ao lado da mãe.
Outro momento em que Ana Carolina Oliveira
demonstrou-se fragilizada e extremamente emocionada,
foi quando falou das condições
em que estava Isabella, quando deram entrada
no hospital.

Relatou que quando soube do falecimento de
sua filha, a abraçou e beijou muito...
Que em nenhum momento imaginou que Isabella
pudesse ter sofrido “entre outros”
esganadura, porém disse que percebeu
a línguida da filha parcialmente fora
da boca.
Exaltou
sua mãe, (Dona Rosa) anunciando que
fora a avó que trocou e cuidou da neta
junto com ela... Que desde o dia do ocorrido,
Alexandre em nenhum momento tentou falar com
ela ou deixou demonstrar que queria (no mínimo)
se explicar...
Confirmou
que sabia por parentes de Nardoni e pessoas
próximas, que o casal brigava muito
em razão do ciúmes de Jatobá
por ela, mais que seria este, inconcebível
e descabido, já que Ana Oliveira, nunca
dera motivos para isso.
Finalizou
agradecendo as manifestações
de carinho, a todos que apoiaram e estão
apoiando; que acompanhará de perto
ao desfecho do crime, reiterando que não
deixará se enfraquecer, pois lutará
(inclusive já sendo arrolada como testemunha
da acusação) para ver punir
os responsáveis pela morte de Isabella.
Chorando e fazendo o País lhe acompanhar
numa inegável comoção,
foi categórica, ao proclamar que buscará
e verá a Justiça ser
feita!
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Antonio Nardoni,
avô paterno da Isabella, disse que
Ana Carolina Cunha de Oliveira,
mãe da menina, não falou a verdade,
que mentiu e omitiu informações
na entrevista que o "Fantástico"
exibiu domingo (11/05/2008).
Antonio Nardoni diz que, "ultimamente",
os dois não se falavam, mas que Ana
Carolina teria entrado em contradição
na entrevista ao afirmar que soube do ciúme
de Anna Carolina Jatobá por meio do
próprio pai de Isabella. Também
disse que Ana Carolina "se entendia"
com Jatobá sobre questões relacionadas
à menina.
Informou que Ana
Carolina Cunha de Oliveira,
era ciumenta e nutria tal sentimento, sendo
este, ciúme de Anna Carolina
Jatobá por causa do pai de
sua filha Alexandre. Na opinião
dele, ela (mãe de Isabella) era inconformada
com a relação do casal:-
"A Jatobá
tirou o Alexandre dela",
afirmou! Informou ainda Dr Nardoni, que, antes
disso, Ana Carolina
de Oliveira e Anna Jatobá eram amigas.
"Elas se falavam e trocavam e-mails antes
de o Alexandre ficar com
a Jatobá", acrescentou.
Concluiu ainda, que Ana Carolina
de Oliveira deixou de informar que, além
da pensão mensal de R$ 250, (duzentos
e cinquenta reais) Alexandre, dividia despesas
como roupas, material, formatura e passeio
escolar.
"O que ela comprava, ela acaba dividindo
com o Alexandre. É estranho ela falar
só o valor da pensão, como se
fosse só aquilo", disse ele, que
definiu Ana Carolina como de "gênio
difícil". De acordo
com Antonio Nardoni, o valor
da pensão era maior, mas Ana Carolina
e Alexandre concordaram em reduzi-lo. "Acho
que ela deveria ter explicado."
Ele credita que o depoimento
de Ana Carolina Cunha de Oliveira à
Justiça, como testemunha
de acusação, será
prejudicial para o casal e que pretende
impedir seu testemunho em Juízo.
Sem declinar nomes de suspeitos,
informou que, há cerca de vinte dias,
vem recebendo
ameaças de morte.
"As pessoas mandam carta e recado por
outras pessoas. Isso faz aproximadamente de
quinze a vinte dias. Mudei de carro por causa
disso (das ameaças)", alegou que
não registrou um boletim de ocorrência
para evitar mais polemicas e transtornos a
sua família, ao caso e atrair mais
ainda a mídia. Finaliza.
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