21.08.2008
A perita Delma Gama,
testemunha de defesa do caso Isabella
Nardoni, não compareceu à
audiência marcada para hoje no Fórum
Ruy Barbosa, em Salvador. A ausência
foi justificada com um atestado médico,
alegando dores na garganta e no peito.
O
juiz Cássio Miranda,
que ouviria a perita, solicitou esclarecimentos
sobre o problema de saúde da perita.
Uma outra audiência foi marcada
para o dia 8 de setembro, no mesmo local.
Delma
Gama e o legista George Sanguinetti foram
contratados pela defesa de Alexandre Nardoni
e Anna Carolina Jatobá, acusados
de matar Isabella Nardoni, para analisarem
os laudos sobre a morte da menina.
09/08/2008
Sanguinetti,
médico legista contratado pela
defesa do casal Nardoni, voltou a afirmar
em juízo que a pequena Isabella,
não morreu vítima de asfixia.
Ele que analisou os laudos dos peritos
paulistas e contestou os mesmos.
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07/08/2008
O
médico legista George Sanguinetti,
foi ouvido nesta quinta-feira (07/08/2008)
em Maceió, como testemunha de Defesa
do casal Anna Carolina Trotta Jatobá
e Alexandre Alves Nardoni.
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05/08/2008
Ministra
do STF nega liberdade ao casal Nardoni
BRASÍLIA - A ministra Ellen Gracie,
do Supremo Tribunal Federal (STF), negou
liminar de habeas-corpus a Alexandre Nardoni
e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta
de Isabella Nardoni. Os dois são
acusados pela morte da menina em 29 de
março, em São Paulo.
De
acordo com a assessoria do STF, a ministra
encaminhará a decisão à
Procuradoria e o habeas será análisado
posteriormente pela 2ª Turma do Supremo.
No
pedido de habeas-corpus, os advogados
criticam a decisão do ministro
Napoleão Nunes Maia Filho, do Superior
Tribunal de Justiça (STJ), de negar
habeas em pedido semelhante formulado.
A defesa requer a expedição
de alvarás de soltura de Alexandre
Nardoni e Anna Carolina Jatobá,
bem como a declaração de
nulidade do recebimento da denúncia,
"em razão do juízo
de mérito com antecipação
do julgamento".
A
ministra Ellen Gracie aplicou ao caso
a Súmula 691, que impede o STF
de julgar habeas-corpus contra liminar
de tribunal superior. Segundo a ministra,
a decisão do ministro Napoleão
Nunes Maia Filho, do Superior Tribunal
de Justiça (STJ), está devidamente
fundamentada, "apontando as razões
de convencimento do relator, no sentido
da existência dos pressupostos que
autorizam a manutenção da
prisão cautelar". A ministra
ressaltou que não há, na
decisão do STJ, "flagrante
ilegalidade ou abuso de poder".
Fonte:
Portal Terra 05/08/2008
30/07/2008
O Digníssimo representante do Ministério
Público, do Caso da pequena Isabella,
promotor Dr.Francisco Cembranelli disse
(em 30/07/2008) que, diante do conjunto
de provas, "tem certeza" de
que o casal Nardoni será levado
a júri popular. Ele considerou
ainda de suma importância o depoimento
do vizinho Jeferson Friche que conversou
com Pietro, (irmãozinho de Isabella
Nardoni).
Caso
Isabella Nardoni
Laudos,
Perícias e testemunhas
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01/07/2008
Audiência de Defesa marcada para:-
Dias 02 e 03/07/2008.
18/06/2008

Ana
Carolina Cunha Oliveira, mãe da
pequena Isabella, prestou seu depoimento
a Justiça no último dia
18. Iniciado às 13h45 e concluído
após aproximadamente duas horas(18/06/2008),
Ana Oliveira confirmou diante do Juiz
e dos acusados, o que já havia
relatado no percurso das investigações.
Ana
Carolina Oliveira, que prestou seu depoimento
em Juízo, aparentava em determinados
momentos nervosismo, ocasião em
que o Ilmo Juiz Dr. Mauricio Fosten, pedia
que ela se acalmasse, assim a mãe
da pequena Isabella conclui seu testemunho.
Questionada
pelo promotor do caso Dr. Francisco Cembranelli,
ela confirmou que a família de
Alexandre Nardoni se preocupava em não
deixar Isabella sozinha com Anna Carolina
Jatobá. Ela contou que, quando
o pai não estava em casa, a irmã
dele, (Alexandre Nardoni) Cristiane Nardoni,
costumava dormir no apartamento do casal.
A
assessoria do TJ relatou que Alexandre
e Anna Jatobá, devidamente uniformizados
e algemados, cochicharam algumas vezes
durante o relato da mãe de Isabella.
Ela
foi a primeira testemunhas a ser ouvida
no segundo dia de depoimentos convocados
pela acusação. No dia anterior,
(17/06/2008) sete pessoas prestaram depoimentos.
Ana
Carolina de Oliveira, aparentemente abatida,
entrou de carro diretamente na garagem
do fórum sem falar com a imprensa.
17/06/2008
- Atualizado as 23h 55
O
Promotor Dr Francisco Cembranelli
Em
entrevista coletiva, o promotor do caso
Isabella, Dr.Francisco Cembranelli,
informou na noite de terça-feira
(17/06/2008), no Fórum
de Santana, sobre as testemunhas de acusação
que prestaram depoimento ao longo da tarde
e a noite. Que estas, confirmaram as informações
que já haviam dado às autoridades
policiais durante o inquérito.
O Promotor Dr. Francisco Cembranelli,
resumidamente, confirmou as declarações
que já havia dado anteriormente,
atestando ainda que:-
"Pelo
comportamento da Anna Jatobá, aquela
família (paterna) já havia
manifestado preocupação
em deixar ela (Isabella) sozinha com a
madrasta (Anna Carolina Jatobá).
A preocupação existia por
parte do universo daquela família”,
pontuou.
A
delegada Drª Renata Pontes começou
a depor após Benícia Maria
Fernandes, que teria presenciado brigas
de Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá
provocadas por ciúme da madrasta.
Ela seria ouvida no dia 25 de junho por
carta precatória em Franca, a 400
km de São Paulo. Com a decisão
de ouvi-la nesta terça, sobe para
nove o número de testemunhas no
primeiro dia de depoimentos convocados
pela Promotoria.
Benícia
Maria Fernandes disse ao juiz Dr. Maurício
Fossen que presenciou pelo menos uma tentativa
de agressão de Anna Carolina Jatobá
contra o marido Alexandre Nardoni, quando
era vizinha de frente da mãe do
pai de Isabella.
ATUALIZADO
AS 22:10
O
casal Alexandre Alves Nardoni e Anna Carolina
Trotta Jatobá, , retornou à
sala de audiência do Fórum
de Santana em São Paulo, para assistir
a continuação dos depoimentos
de testemunhas do rol acusatório,
diante do Douto Juizo Dr. Maurício
Fossen, depois do Testemunho de Benícia.
A
Delegada Drª. Renata Pontes,
do 9º DP, começou a depor
às 19h09 desta terça-feira
(17/06/2008).
Com
a presença do casal Nardoni no
local, a delegada Renata da Silva Pontes,
que atendeu a ocorrência na noite
do dia 29 de março, iniciou seu
depoimento às 19h09 fazendo um
longo relato sobre a seqüência
dos fatos logo após chegar ao local,
cerca de uma hora depois do crime. Pontes
afirmou ainda, que não houve "pressão"
alguma exercida sobre o casal.
Ela
contou que estava no térreo do
edifício London quando Alexandre
Nardoni chegou acompanhado do pai (Antonio)
e perguntou a ela sobre se já teriam
prendido o ladrão que teria invadido
o seu apartamento.
Depois
da vistoria no prédio e de conversar
com algumas testemunhas, ela teria se
dirigido ao hospital para onde foi levada
Isabella, onde constatou ferimentos na
testa e na perna da menina. Devido à
complexidade do caso, ela preferiu não
registrar o boletim de ocorrência
(BO) na hora.
Ela
disse ter estranhado o fato de Alexandre
ter tentado levantar dúvida contra
o porteiro, enquanto ela não levantava
suspeitas contra ele próprio. E
desconfiou da versão do pai e da
madrasta, que haviam dito que os outros
filhos estariam dormindo no momento do
ocorrido, quando pegou o depoimento de
um vizinho, que disse ter ouvido gritos
de crianças.
Ao
ouvir as tentativas de incriminações
por parte do pai a terceiros, ela disse
que retrucou com a seguinte frase: "Acho
difícil entender a motivação
de um ladrão matar uma criança,
mas também é difícil
entender por que o pai mataria a filha".
"Eu
não tenho conhecimento de crime
patrimonial que o agente joga uma criança
pela janela", justificou ao juiz,
ao tomar a decisão de buscar mais
informações para fazer o
BO, "para não incorrer em
erro". De início, o casal
foi qualificado apenas como testemunhas.
Depois de ela ter certeza de que se tratava
de um homicídio, Alexandre e Anna
Carolina Jatobá passaram à
condição de averiguados.
O boletim acabou sendo finalizado apenas
18 (dezoito) horas depois do crime.
Atualizado
18h45
Casal
teve que sair da sala durante depoimento
de Benícia Maria Fernandes.
Alexandre
Nardon ie Anna Carolina Jatobá
deixaram sala às 18h15 desta terça-feira
(17/06).
Benícia Maria Fernandes seria ouvida
no dia 25 por carta precatória
em Franca
Benícia Maria Fernandes, que seria
ouvida no dia 25 de junho por carta precatória
em Franca, a 400 km de São Paulo,
presta seu depoimento nesta terça-feira.
Com isso, sobe para nove o número
de testemunhas no primeiro dia de depoimentos
convocados pela Promotoria.
Antes
do depoimento de Benícia, foi ouvido
Paulo Sérgio Tieppo Alves,
um dos três médicos-legistas
do Instituto Médico-Legal (IML).
Ele examinou o corpo da menina Isabella
logo após sua morte e contestou
versões defendidas pelo médico-legista
contratado pela família do pai
de Isabella ao ser questionado pelo promotor
Francisco Cembranelli diante do juiz Maurício
Fossen.
O
médico-legista foi o terceiro a
ser ouvido. A perita criminal Rosângela
Monteiro e o perito do IC José
Antonio de Moraes já foram ouvidos
pelo juiz.
Atualizado
as 17:46
O casal que chegou uniformizado e em carros
separados (veículos da Secretaria
de administração Penitenciária
da Capital -SAP) ao Fórum de Santana
aproximadamente as 10h permaneceu na carceragem
do prédio à espera da audiência.
Eles ficaram em celas localizadas uma
de frente à outra, separadas por
um corredor.
Com
intenso movimento no Fórum, a primeira
testemunha a ser ouvida foi a perita do
Instituto de Criminalística (IC)
Rosângela Monteiro. A testemunha
arrolada pela acusação,
começou a ser ouvida as 14:00 horário
em que deu-se inicio a primeira fase da
audiencia do rol de acusação
apresentado pelo Ministério Público.
O
pai de Alexandre, Dr Antonio Nardoni,
bastante abatido, manteve-se "isolado"
num corredor perpendicular ao que estava
sendo processado o primeiro depoimento.
Algumas vêzes, quebrava o silêncio,
falando ao celular.

Também
falarão ao juiz nesta terça
a delegada responsável pela investigação
do crime, Renata Pontes, do 9º Distrito
Policial (Carandiru), dois peritos do
Instituto de Criminalística (IC)
e um funcionário do Instituto Médico-Legal
(IML).
Os nomes das testemunhas foram confirmados
pela assessoria de imprensa do tribunal
às 13h30. Os técnicos da
perícia que serão ouvidos
são Rosângela Monteiro e
José Antonio de Morais. Já
Paulo Sérgio Tieppo Alves representará
o IML.
De
acordo com assessores do Tribunal de Justiça,
o pai e a madrasta conseguiram se ver,
apesar de a visão ser dificultada
por telas, mas não conversaram.
17/06/2008
A
oitiva das testemunhas declinadas pelo
Digníssimo representante do Ministério
Público, começam a ser ouvidas
hoje.
O
casal que se encontra no Fórum
de Santana desde as 10:00 já se
encontram em celas separadas na carceragem
do Prédio. O casal chegou em carros
separados, da Secretária de administração
penitenciária.
Em
celas muito próximas, o casal já
aguarda pela oitiva das testemunhas, entre
elas a Mãe de Isabella, Ana Carolina
Oliveira.
As
testemunhas arroladas na denúncia
pelo Promotor do Caso da pequena Isabella
Nardoni, começam a dar seus depoimentos
hoje a partir das 13:32, no Foro Regional
Santana.
Ao
todo, foram declinados pelo Ilustríssimo
representante do Ministério Público
Dr. Francisco Cembranelli, promotor do
Processo em que são acusados Alexandre
Alves Nardoni e Anna Carolina Trotta Jatobá
dezoito testemunhas.
Tudo
indica que o casal estara presente durante
todo o período em que os depoentes
permanecerem diante do Douto Juízo
para prestarem seus testemunhos, no entanto,
nem Nardoni e nem Jatobá podem
se pronunciar.
Outra
suposição é de que
as testemunhas poderão se negar,
antes de serem ouvidas, a prestarem seus
depoimentos na frente dos acusados. Os
depoimentos do rol acusatório,
serão dias 17 e 18/06/2008.
12/06/2008

Drª
Delma Gama e Narici, perita contratada
pela Defesa do casal Alexandre Nardoni
e Anna Jatobá, após perícia
no apartamento do casal, apontou
alguns vestígios que teriam sido
desconsiderados pela perícia
durante a investigação.
A
perita, afirmou ainda que, ao chegarem
ao local, o apartamento do casal Nardoni
não estava com os lacres da polícia.
“O da Cristiane (irmã de
Alexandre) está com os lacres.
No caso do apartamento do Alexandre, não
sei se os lacres foram retirados ou se
a polícia não o lacrou”,
finalizou.
A
perita disse que permanecerá em
São Paulo até o próximo
sábado (14/06/2008), analisando
todos os indícios e finalizando
o parecer que será usado pela defesa.
Drª.
Delma Gama, relata
"Há uma porta metálica,
estreita, na garagem, que dá acesso
à rua de trás do prédio
e que passa por trás da guarita
da entrada que não foi mencionada
no laudo. Quem está na guarita,
não consegue ver quem entra ou
sai por ali”.
Continua,
"Além
disso, seria possível saltar o
muro anexo de uma fábrica, já
que este conta com um ressalto que permitiria
escalá-lo. Por ali, é possível
subir no muro e depois no telhado da churrasqueira
do prédio. Eu mesmo, se estiver
fugindo de um cachorro bravo, consigo
subir por ali”, ironizou.
11/06/2008
Durou
aproximadamente seis horas o
trabalho dos peritos contratados pela
defesa de Anna Carolina Trotta Jatobá
e Alexandre Alves Nardoni no apartamento
do casal na Zona Norte de São Paulo.
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10/06/2008
Por: Elizabeth
Misciasci
TJ-SP
nega liberdade ao casal Nardoni
A 4ª Câmara Criminal do Tribunal
de Justiça de São Paulo
(TJ-SP) negou, por unanimidade, habeas-corpus
para o casal Alexandre Nardoni e Anna
Carolina Jatobá, acusado pela morte
de Isabella de Oliveira Nardoni. Eles
respondem por homicídio triplamente
qualificado e fraude processual. Leia
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O
Exmo. Dr Juiz de Direito Maurício
Fossen, da 2ª. Vara do Juri do Foro
Regional de Santana, solicitou que convocação
seja justificada pelos defensores.
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