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Mariazinha do Pó - Continua Foragida
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Por: Elizabeth Misciasci

 



Atualizado em Maio de 2011

Autos Aguardando Prisão do Réu

 
Mariazinha do Pó
Sônia Aparecida Rossi, conhecida com vários apelidos, dentre eles “Maria do Pó”, foragida da Penitenciária Feminina da Capital Sant'Ana, desde 09/03/2006.

Sônia é a mulher que estava com a cocaína apreendida pela Polícia Militar de Indaiatuba, em janeiro de 1999, e que depois foi furtada das instalações do Instituto Médico Legal (IML) de Campinas.

O caso desta ação delituosa no IML, que fica no complexo da Polícia Civil de Campinas, de onde foram levados 340 quilos de cocaína, até hoje não está solucionado, tendo levado à troca da cúpula da instituição em Campinas. O policial R.L. delegado que acabou exonerado do cargo por conta de suspeita da Secretaria Estadual da Segurança Pública de que tivesse envolvimento com o furto da cocaína.

A fuga de Sônia aconteceu, segundo a Secretaria Estadual da Administração Penitenciária (SAP) na época, quando ela se misturou as outras reeducandas, que faziam à pintura externa de parede da Penitenciária. De acordo com a SAP, a fuga ocorreu entre 13h e 14h, porém apenas foi descoberta às 17h, quando da realização da contagem das presas. Uma outra reeducanda, Cleonice Santos de Jesus, de, a "Tatona", também com condenação por tráfico, fugiu com "Maria do Pó", mais após um ano da fuga, foi recapturada (Hoje encontra-se na PFS e converteu-se a religião evangélica)..

Sônia, atualmente com 48 anos, está condenada a 54 anos e oito meses de prisão por ligações com o tráfico de entorpecentes. Ela também é conhecida por Maria Cristina, nome que deu ao ser detida na chácara de Indaiatuba com cinco homens e a cocaína que depois seria furtada, e também como “Professora”. Este apelido se deu por conta de ser considerada uma traficante “Expert” para saber da qualidade da droga comprada. Outros supostos apelidos são "Sandrinha" e "Tia"


Sônia Aparecida Rossi desde que foi presa, pela Polícia Civil de Campinas, passou por várias cadeias e penitenciárias, como Monte Mor, Casa de Custódia e Tratamento de Taubaté, na época, 1999, hoje o RDE e RDD apelidado de “Piranhão” e única unidade de segurança máxima no Estado, onde foi à primeira Mulher a passar por lá.

À CPI do Narcotráfico, ele contou que, apesar de ter dito à polícia que era namorado dela, Sonia foi solta pelo delegado logo depois no flagrante. No inquérito policial, o nome dela teria constado apenas como testemunha.
Presa em abril de 2000 e baleada na perna pela Polícia Federal, Sonia passou pela Casa de Custódia de Taubaté, presídio masculino do Vale do Paraíba que chegou a abrigar apenas seis reeducandas mulheres, todas consideradas de alta periculosidade. Em 2002, foi transferida por bom comportamento para a penitenciária de Tremembé, onde ficou até o ano passado, quando foi inaugurada a Penitenciária Feminina do Carandiru, dia 8 de dezembro.





Morte de filho de “Mariazinha do Pó” é mistério para Polícia Civil de SP



Laudo aponta homicídio seguido de suicídio, mas há policiais que dão outra versão; a mãe dele, chamada de Maria do Pó, é uma das pessoas mais procuradas em SP.


O assassinato a tiros de Fábio Ferreira Leite, em 16/05/2007, (na época com 25 anos), filho da traficante Sonia Aparecida Rossi, de 46 anos, mais conhecida como Maria do Pó, uma das pessoas mais procuradas pela polícia de São Paulo, intriga a Polícia Civil de Guareí, no interior de São Paulo. A mulher dele, Andréa Oliveira Moraes, de 26 anos, foi encontrada enforcada no mesmo dia na chácara do casal. O caso foi registrado na delegacia da cidade como homicídio seguido de suicídio.
Laudos preliminares da perícia apontaram para homicídio seguido de suicídio. Leite levou três tiros: um no peito, um nas costas e outro no ombro. A mulher foi encontrada enforcada na sala da chácara.

Segundo o médico-legista José Octávio Vasques Ayres, do IML de Porangaba, Leite foi assassinado com arma de fogo por volta das 23 horas. Já a causa da morte de Andréa foi asfixia mecânica e tem horário ignorado. A Polícia Civil de Guareí não descarta a possibilidade de duplo homicídio. Mas as circunstâncias das mortes dividem a opinião de policiais da capital e do interior.

Um investigador da capital, que preferiu não se identificar, explicou por que não acredita em homicídio seguido de suicídio. "Não tem lógica uma pessoa matar outra a tiros e depois, ainda desesperada, procurar uma corda e um banquinho para se enforcar. Seria mais fácil usar a mesma arma. Geralmente, a pessoa só se enforca quando está muito deprimida. Tem todo um ritual. Ela se prepara para o suicídio e, às vezes, deixa até carta de despedida", argumentou.

Outra versão

Já um policial civil de Guareí tem outra opinião. Segundo ele, Leite estava na piscina da chácara quando foi baleado pela primeira vez. De acordo com o policial, o filho de Maria do Pó saiu cambaleando e tentou desarmar a mulher. Foi atingido mais duas vezes. O policial afirmou ainda que a munição acabou e, por isso, Andréa teria se enforcado.

A Polícia Civil apurou que o casal brigava constantemente e que o marido batia muito na mulher. O filho de Maria do Pó foi encontrado nu na chácara. No imóvel foi apreendido um telefone celular. A Polícia Civil aguarda o resultado da perícia no aparelho para saber quem ligou para o casal nos dias que antecederam as mortes.

O delegado-titular de Guareí, Clóvis Augusto de Menezes, estava lotado em outra delegacia na época das mortes e não quis comentar o caso. Mas outro policial afirmou que não dá para trabalhar só com uma linha de investigação. "Não descartamos a hipótese de duplo homicídio. Alguém pode ter simulado o suicídio da mulher. Afinal, o marido dela era filho de uma das maiores traficantes e da mulher mais procurada pela polícia de São Paulo", acrescentou o policial.

Leite tinha antecedentes criminais. Em setembro de 2000, ele e seis homens foram processados em Campos do Jordão, na Serra da Mantiqueira, por tráfico de drogas e formação de quadrilha. O processo estava em andamento na 1ª Vara Criminal da cidade. O casal foi enterrado no Cemitério da Saudade, em Americana, região de Campinas.



Não confirmada


Embora ninguém tenha confirmado, fontes que mantinham notícias de Sônia Aparecida Rossi, conhecida com vários apelidos, dentre eles o mais conhecido “Mariazinha do Pó” afirmam que a acusada, passava por sérios problemas de saúde, aproximadamente em meados de abril de 2008 no Estado de Pernambuco, onde necessitou de socorro. Contudo, pode ser apenas especulações e a informação não possui autenticação por nenhuma autoridade ou órgão competente.

 

 

 

 

Mariazinha do Pó

Sônia Aparecida Rossi

Sônia Aparecida Rossi

As últimas informações, contavam também, que Sônia Aparecida Rossi, "Mariazinha do Pó" estaria muito abalada com a morte de seu filho e clamando Justiça, para que lhe dessem oportunidade de resgatar sua identidade e provar que não teria mais intenção de delinqüir, estando contrariada na condição de foragida.

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