e-Books Incríveis para Você! Leia o Boletim e Cadastre-se!
 
  Mulheres que Matam Cometem Crimes Diversos Volta à Página Anterior


Por: Elizabeth Misciasci



Não são comuns casos de mulheres pedófilas. É possível estabelecer um perfil para as pessoas que cometem abuso sexual de menores?
 
 
Não. O perfil do pedófilo é completamente indefinido. A maioria das vítimas é mulher, mas também há meninos que são vítimas, assim como há mulheres pedófilas. A única constatação a que se chegou é que há um hiato de idade muito elevado entre pedófilo e criança e de que a maioria é homem. Mas o abusador pode ser uma pessoa bem vestida, moralista, que vai à Igreja. É um perfil muito enganador. Não se vê no olho quem é pedófilo. Há pessoas que usam de seus cargos, como religiosos, para praticar isso sob o manto de uma aparência correta. Agora, se nós nos aprofundarmos, vamos perceber distúrbios, patologias, uma sexualidade inadequada, uma infantilização da sexualidade e uma relação difícil na família.

FONTE: DOURADOS INFORMA
Depressão pós-parto
Variação mais grave da doença pode mesmo levar uma mãe a agredir seu filho e/ou consumar o infanticídio

Desde que Simone Cassiano da Silva, 27 anos – uma promotora de vendas de Minas Gerais – jogou a filha de dois meses na Lagoa da Pampulha, em Belo Horizonte, uma sucessão de casos impressionantes envolvendo mães e seus filhos recém-nascidos aconteceu no Brasil nos últimos dias.

Outra pessoa não identificada, também na capital mineira, largou um bebê na calçada. Tomou apenas o cuidado de acionar a campainha da casa em frente. A menininha, soube-se depois, havia nascido apenas algumas horas antes, o que leva a crer que foi a mãe quem abandonou a criança à própria sorte. E, finalmente, em Porto Alegre (RS), Regina Elaine Pereira, 30, matou sua filha também recém-nascida, atirando-a em um riacho. Confessou que já havia matado um filho cinco anos antes.


Esses crimes voltaram a suscitar um tema médico controverso e cada vez mais presente nos consultórios e hospitais dos grandes centros urbanos – a DPP (depressão pós-parto) e suas variantes. Simone Cassiano alegou estar sofrendo da doença e, embora a polícia investigue outras vertentes – como a possibilidade de a mãe ter oferecido a filha à Iemanjá num ritual mais macabro do que sagrado –, os médicos confirmam: a variação mais grave da doença pode mesmo levar uma mãe a agredir seu filho e/ou consumar o chamado infanticídio (assassinato da criança). Esse extremo é chamado pela maioria dos estudiosos de psicose pós-parto (veja quadro ao lado).

 


“Se a paciente que apresenta depressão pós-parto não for devidamente apoiada pela família e acompanhada por médicos, pode piorar até o ponto de apresentar uma reação desse tipo”, acredita o médico ginecologista e obstetra Milton Jorge de Carvalho, 52 anos, docente da Faculdade de Medicina do ABC, em Santo André. Embora casos como esses recentes sejam raros, os números não chegam a tranqüilizar. De acordo com Carvalho, a incidência de DPP nas mulheres brasileiras varia de 7% a 15%, acompanhando a média mundial de 10%. “Mas em alguns grupos, o número chega a 16% e, entre as adolescentes, atinge patamares de 25% a 26%”, avisa o médico.
Tais números não incluem variações mais brandas (blues) e mais graves (psicose pós-parto) da doença. Vale ressaltar que crises de choro e pequenas doses de irritabilidade são comuns na maioria das mulheres nos primeiros dias após o parto.

Tempos modernos – Como a Medicina não é uma ciência exata, não se sabe ainda quais as causas da DPP, pelo menos não com precisão. Os estudos apontam, entretanto, que o mal é decorrente de complexa interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais. “Há ainda fatores de risco que incluem baixo suporte social e familiar, complicações durante o parto, a condição de solteira, conflitos conjugais, além de antecedentes pessoais e familiares de depressão pós-parto”, explica o doutor em Psquiatria pela Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo), Joel Rennó Júnior. Coordenador do Projeto de Atenção à Saúde Mental da Mulher do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, na capital, ele fala com a propriedade de quem tem estudado muito o assunto.


Questionado sobre se essa seria uma doença típica do estresse urbano e da competitividade profissional das últimas décadas, Rennó admite que o problema pode também passar por esse viés. “Em se tratando de transtornos mentais, quaisquer fatores estressores vigentes – em uma sociedade que é extremamente capitalista e competitiva – podem servir como desencadeadores de vários quadros psiquiátricos, incluindo a depressão pós-parto. Porém, a predisposição biológica é fundamental para a eclosão da doença”, raciocina.
Milton Jorge de Carvalho é mais incisivo quanto a essa possibilidade. “Existe muita cobrança na direção da mulher na sociedade moderna. Ela hoje estuda muito e vai melhor do que os homens em tudo porque é mais concentrada nos objetivos. Por isso, ela engravida mais tarde, quando a cabeça já está cheia de problemas e informações. E então mistura tudo – cobrança profissional, familiar, social, enfim”, diz Carvalho, traçando um panorama que nem de longe afetava a maioria das mulheres que viveram meio século atrás, quando a DPP não chegava a ser um surto, mesmo considerando a questão do conhecimento da doença que se tem hoje, o qual define melhor o diagnóstico.


No meio de tantas possibilidades, alguns médicos enfatizam mesmo é a questão clínica. “A predisposição maior é das mulheres que têm ou já tiveram uma patologia de base. A maioria das que têm a depressão pós-parto já tiveram problemas parecidos antes, embora, claro, essa possa ser a primeira manifestação depressiva da vida de uma mulher”, diz o médico chefe da Obstetrícia da Faculdade de Medicina do ABC, Mauro Sancovski, 52 anos.
Ele acredita ainda que a expectativa gerada pela gravidez é determinante. “Quando a criança sai de dentro da mulher, muda a posição dela – de grávida para mãe efetivamente. Ela se dá conta que a responsabilidade é enorme. Algumas mães administram isso melhor, outras não conseguem”, completa.
Sancovski lança ainda uma opinião sobre o caso que abalou recentemente o Brasil. “A mulher com depressão pós-parto fica apática, se desinteressa de cuidar do bebê. Esses casos que incluem atos mais agressivos são característicos de uma psicose puerperal”, diz, quando questionado a respeito da atitude da mineira Simone Cassiano. Alívio para as mães e para a sociedade, visto que tal psicose só atingiria 0,1% a 0,2% das mulheres.

Conheça as diferenças entre os quadros clínicos depressivos do período pós-parto:

Blues (transtorno brando)
Incide em universo entre 70% e 85% das mulheres.
Aparece a partir dos primeiros dias após o parto ou até 14 dias depois.
A mulher apresenta instabilidade de humor, irritabilidade, ansiedade e chora facilmente.
Fatores de risco: sintomas depressivos já durante a gravidez, histórico de depressão (mesmo que leve) e do chamado transtorno disfórico pré-menstrual, uma forma mais grave da conhecida TPM (tensão pré-menstrual).

DPP (Depressão Pós-parto)
Incide em aproximadamente 10% das mulheres.
Surge a partir do primeiro até o quarto mês após o parto, com a mesma duração de um episódio depressivo em outra fase da vida, e assim como esses episódios, é incapacitante (impede a mãe de realizar tarefas corriqueiras, inclusive as que se referem ao bebê). Pode ou não coincidir ou se confundir com o hipotireoidismo pós-parto (deficiência na glândula tireóide que leva a quadro clínico semelhante).
A mulher mostra-se deprimida, além de apresentar alto grau de culpa, ansiedade, medo de causar sofrimento ao bebê e pensamentos obsessivos.
Fatores de risco: depressão já por ocasião da gravidez, histórico significativo de depressão – especialmente depresão pós-parto prévia, aquela em que a mulher já se mostra bastante deprimida pouco antes de ter o bebê –; problemas conjugais, falta de suporte social e ocorrências estressantes durante a gravidez.

Psicose Pós-parto (transtorno severo)
Rara: acomete cerca de 0,1% a 0,2% das mulheres.
Surge normalmente no primeiro período pós-parto de uma mulher, com duração variável de semanas a meses.
A mulher sofre confusão mental, alucinações e mudanças rápidas de humor – da euforia para a depressão. Pode acabar sendo bastante agressiva com o filho e cogitar a possibilidade de infanticídio, ou seja, de matar ou facilitar a morte do próprio filho recém-nascido.
Fatores de risco: pessoas com histórico pessoal ou familiar de transtorno bipolar do humor (uma doença psíquica) e/ou com episódio prévio de psicose – por exemplo, em uma gestação anterior.
As pacientes são primíparas (acabam de ter o primeiro filho).

“Fiquei triste sem saber o porquê”
O que era um enorme desejo, quando realizado, se tornou um suplício. Pelo menos no começo. A comerciante Flávia Helena de Barros Andrade, 33 anos, de São Caetano, sofreu de depressão pós-parto (DPP) há nove anos, quando seus filhos gêmeos nasceram, após tratamento para que ela fez para conseguir engravidar. Quando começaram a surgir os sintomas, Flávia nem sabia que era vítima de DPP. “Foi muito difícil. Eu não tinha ânimo para cuidar dos meus filhos depois de muito desejá-los. Ficava sempre triste, sem entender o porquê, e sorte que meu médico descobriu a causa e passei a ser medicada”, conta a comerciante, paciente do ginecologista Milton Jorge de Carvalho.


Flávia acredita que um problema familiar tenha ajudado a desencadear o processo, comprovando a tese de alguns estudiosos de que fatores dessa ordem também têm peso no processo. A comerciante conta que seu marido, Napoleão Rodrigues Andrade, ficava muito tempo ausente justamente quando os gêmeos nasceram. Não era uma situação programada, pelo contrário. Ele esperava estar próximo da mulher quando as crianças nascessem, mas um revés profissional fez com que Andrade adquirisse um negócio um mês antes de Flávia ter os bebês. “Eu ficava muito sozinha e me sentia incapaz de cuidar das crianças. Nem sequer podia ouvir o choro deles”, relata.
Diagnóstico concluído, foi administrada medicação e a vida de Flávia – assim como de seu marido e dos bebês – mudou para melhor. “Tive de tomar o remédio por quase um ano, mas foi ótimo. Eu fiquei animada para cuidar dos meus filhos e na segunda gravidez – embora não tenha sido planejada – não enfrentei mais o problema”, conta. Ela afirma que, a partir de então, o marido se mostrou mais amigo, a vida do casal estava mais estável e os gêmeos, mesmo bem pequenos, ajudavam nas tarefas que diziam respeito à irmãzinha recém-chegada.


Tratamento – O psiquiatra Joel Rennó Júnior, do Hospital das Clínicas, informa que o tratamento dos transtornos pós-parto variam de acordo com a gravidade. “Pode envolver desde psicoterapia individual e em grupo, medicações antidepressivas e estabilizadoras de humor, além de antipsicóticos no caso da psicose puerperal”, informa.
O ginecologista Milton Jorge de Carvalho diz que estudos comprovam a interferência da serotonina – substância neurotransmissora intimamente relacionada aos transtornos de humor – no processo que desencadeia a DPP na mulher, portanto, também é importante controlá-la. “É preciso usar medicamentos para recaptação da serotonina, que também está ligada a outros problemas, como a TPM (tensão pré-menstrual).”

 

Fonte:ABP . Associação Brasileira de Psiquiatria

Mentes perversas



Entenda mais sobre as pré-disposições para cometer crimes violentos e saiba como agem as mulheres que matam; a especialista em assassinatos Ilana Casoy fala sobre o intrigante universo do crime

Por: Pamela Cristina Leme

Até quando o assunto é assassinato, as mulheres são mais sensíveis. Elas são notoriamente bem menos violentas que os assassinos masculinos. Quando matam, costumam dispensar as armas de fogo e raramente usam armas brancas ou cometem um homicídio de caráter sexual. Preferem investir em métodos mais discretos, como o veneno, por exemplo. Além disso, como em várias outras questões que envolvem as diferenças entre homens e mulheres, elas são mais metódicas, atenciosas e cuidadosas.

As mulheres assassinas planejam o crime meticulosamente e de uma maneira sutil, por isso são verdadeiros quebra-cabeças para os investigadores. Por essa peculiaridade inteligente, conseguem levar mais tempo para serem descobertas pela polícia e identificadas como autoras da barbárie.

 

Ilana Casoy conta que, segundo estudos americanos, 80% das mulheres matam por envenenamento. As causas costumam envolver uma série de fatores que precisam ser analisados com cuidado. Alguns casos são raros, como o da prostituta americana Aileen Wuornos, que já foi executada. Ela assassinava seus clientes com arma de fogo. Por isso eu acredito no estudo de todo o conjunto de causas e não em uma resposta só , diz.

De acordo com ela, cada caso apresenta particularidades e, por isso, diferentes conclusões. Muitos criminosos buscam através da consumação da fantasia e do ritual de matar o controle e o poder sobre a vítima. Mas estas nem sempre são as razões. Na maioria das vezes, a motivação é sexual e a justificativa para o crime pode ter origem em algum motivo psicológico obscuro que só faz sentido para quem assassina. Estes atributos, inclusive, valem tanto para homens quanto para mulheres. Para Marcelo Costa de Andrade, que entrevistei para compor ´... Made in Brazil´, um matador de 13 meninos em Niterói, a motivação era a libertação das crianças que tinham uma vida como a que ele teve, menino de rua abandonado e abusado , exemplifica.

Ilana,

sinaliza que, enquanto as mulheres se deprimem quando sofrem uma violência, os homens se revoltam e por isso a reação entre os sexos é diferente. Quando a mulher tende a se deprimir, ela não tem a raiva necessária para se cometer um ato violento , enfatiza. Por isso, algumas mulheres se casam com o intuito de matar o companheiro e obter lucro financeiro, outras resolvem abreviar a vida daqueles que acham que vão morrer de causas naturais e, assim, agem em hospitais ou matam idosos em casa. Existem ainda aquelas que ficam obcecadas por ódio e ciúmes e que matam seus parceiros, além das assassinas que atuam em dupla ou grupo. Temos também as chamadas insanas ou incompreendidas, que são definitivamente culpadas de seus crimes, mas que não sabem distinguir o motivo dos seus atos , ressalta Casoy.

 

Em geral, é improvável reconhecer um assassino ou assassina com antecedência. Particularmente os assassinos em série (serial killers), que se envolvem na maneira de agir das pessoas que matam - as vítimas, escolhidas cuidadosamente (diferente dos assassinatos em massa, quando várias pessoas são mortas de uma só vez e não há preocupação do culpado sobre a identidade delas), são mortas dentro de um intervalo de tempo e costumam ser características ou estilos de vida parecidos (como policiais, garotas de programa, homeossexuais, por exemplo).

 

O criminoso não tem cara, não tem jeito, não tem estereotipo. A psicopatia, o transtorno anti-social que eles sofrem, é uma perturbação que faz o indivíduo entender com a razão o que está fazendo, mas não com a emoção - ele não tem controle sobre seus desejos , garante Ilana Casoy. Ela enfatiza que, no dia-a-dia é impossível notar essa diferença, já que o assassino aprende a lidar com essa particularidade e a construir uma espécie de fachada .

A pesquisadora salienta que a psicopatia ainda não tem cura, portanto não existe um tratamento específico no mundo que recupere esses indivíduos. Quando tratado com as terapias convencionais, o psicopata aprende a manipular melhor, a enganar melhor e a escapar melhor , condensa. As poucas pessoas que conseguiram escapar das mãos de assassinos em série, por sinal são aquelas que, de alguma forma intuitiva, fizeram com que eles as enxergassem como pessoas e não mais como objetos da fantasia dele. Mas temos que considerar a dificuldade que qualquer vítima tem de manter a sanidade ao cair nas mãos de alguém que não a enxerga como pessoa, para quem ela apenas faz parte das realizações de terríveis, cruéis e sádicas fantasias .

Membro do NUFOR (Núcleo de Pesquisas e Estudos em Psiquiatria Forense e Psicologia Jurídica do Instituto de Medicina do Hospital das Clínicas de São Paulo) desde 2002, a profissional afirma que divulga o trabalho que tem desenvolvido sobre criminosos em todo país. Ela acredita que, no Brasil, essa é a instituição mais bem preparada para pesquisar esses casos. Tenho excelentes oportunidades de pesquisar e estudar esse assunto, já que estou integrada numa equipe multidisciplinar composta por psicólogos e psiquiatras forenses, médico-legistas, promotores de justiça e advogados que estudam todas as facetas do crime , garante. Desde a leitura e acompanhamento de inquéritos policiais e laudos de insanidade, até o momento em que o indivíduo está no processo do julgamento, Ilana mergulha em cada detalhe dos casos investigados.

 

Com toda experiência angariada ao longo dos anos de pesquisa sobre o assunto, ela tem uma certeza: assassinos são pessoas que só se arrependem por si mesmos, jamais pelas vítimas .


Leia também

-Homossexualidade

-Mulheres e o Narcotráfico

-Remissão de Pena

-Amor Bandido

-Mulheres que Matam 1

-Mulheres que Matam 2

-Mulheres que estupram

-Mulheres Pedófilas

-Mulheres Presas! Motivo: Artigo 12

-Usuários de drogas. Administrando o drama

-O Consumo de álcool na adolescência

-Overdose

-Drogas Lícitas e Ilicitas

-Aumento da criminalidade feminina

-Aumento das Mulheres no Mundo do Crime

-Dia de visitas nas penitenciárias femininas

-Visitantes e a constrangedora revista em presídios

-Visita íntima nas prisões

-Elas desacreditam nas leis brasileiras

-Estrangeiras Presas no Brasil

-A sobrevivência e a Vidas nas prisões

-Depoimentos de Mulheres na Prisão

-Homossexualismo nos cárceres femininos

-Gravidez nos Presídios de Mulheres

-Mães na condição de Pessoa Presa

-Aleitamento Materno,

-Separação Pós Parto

-Pais Provisórios e Mães encarceradas

-Criminalidade Feminina

-Os maiores problemas enfrentados pelas mulheres na cadeia

-A tão sonhada e difícil liberdade

-Perspectiva da Mulher na Prisão

-Por que e como entrei para o mundo do crime?

-Egressas. O recomeço depois da temporada na prisão

-Depois de cumprir pena, mulheres não querem mais falar

-Objeto Reabilitador

-O ambiente carcerário é um meio artificial que não permite de fato a reabilitação?

-Mulheres Presas! Motivo: Artigo 12

-Usuários de drogas. Administrando o drama

-O Consumo de álcool na adolescência

-Overdose

-Drogas Lícitas e Ilicitas

-Aumento da criminalidade feminina

Leia também

-Encarceradas

-Alguns problemas sofridos pela Mulheres nas Prisões

-Mulheres que estupram

-Mulheres que Matam 1

-Mulheres Pedófilas

-Mulheres Presas! Motivo: Artigo 12

-Usuários de drogas. Administrando o drama

-O Consumo de álcool na adolescência

-Overdose

-Drogas Lícitas e Ilicitas

-Aumento da criminalidade feminina

News zaP!

Presídio on-line

-Caso Isabella Nardoni na íntegra

-Isabellinha Oliveira


 
Voltar para a Parte 01
 
  Volta à Página Anterior