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Prisão de Paris Hilton
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Por: Elizabeth Misciasci

A herdeira da rede de hotéis Hilton, Paris Hilton, Bisneta do fundador da rede de hotéis HILTON, foi sentenciada em 4 de maio de 2007 a 45 dias de prisão.

 

A herdeira da rede de hotéis Hilton, Paris Hilton, que em maio de 2006, confundiu o nome do videogame que lançou na Exposição de Entretenimento Eletrônico, em Los Angeles, sempre atraiu a atenção do público e nunca deixou de ser recebida por dezenas de fãs e fotógrafos.
Quando esteve no BrasIl em meados de setembro de 2005, para o lançamento e divulgação da linha de perfumes que leva seu nome,a milionária, reuniu a imprensa Mundial.
A badalação em torno dela nos EUA, Europa e Japão sempre foi e é intensa.
Com 26 anos, ela que virou também atriz, modelo e socialite do jet set internacional, sempre deu muito o que falar e não ficaria fora de nenhum noticiário que mencionasse seu
nome, quiçá, num provavel escandalo.
Assim sendo, não seria diferente agora, depois que Paris Hilton cumpriu 3 três dias de prisão, no Twin Towers Correctional Facility.
A Milionária deveria ficar no mínimo 3 {três} semanas detida, já que havia conseguido que sua pena de 45 dias, fosse reduzida para a metade. Porém, teve suspensa a prisão no Instituto prisional Feminino, pela Polícia.
Com a alegação de que motivos de saúde, seriam os elementos responsáveis para que a Socialite, deixasse a cadeia dia 07 de junho de 2007, e pudesse cumprir o restante da pena em prisão domiciliar, implicaram em nova decisão Judicial.

A herdeira da rede de hotéis Hilton, Paris Hilton, recebeu ordem de voltar à prisão ou seja, após um dia de sua libertação. Hilton, teria que retornar
à prisão de mulheres, agora no Century Regional Detention Center, para cumprimento total da pena. A decisão prolatada pelo Juiz Michael Sauer, de que Paris Hilton, deveria retornar à prisão
para cumprir o restante da sentença, levou a Milionária ao desespero, seguido copiosamente
de muito choro... (segundo informe do site TMZ.com especializado na vida das celebridades).
A jovem milionária tentou até a última hora, por meio de seus advogados, não ter que se apresentar à audiência,

marcada para as 09h00 locais (13h00 de Brasília) pelo juiz da Corte Superior, Michael Sauer, o mesmo que a condenou a prisão em 4 de maio.
Paris Hilton saiu de sua residecia às 10h20 locais, (14h20 de Brasília) com o cabelo preso, e muito abatida. Fora recambiada como uma pessoa comum, sentada na parte de trás de um veículo policial, seguiu trajeto deste de sua mansão, em West Hollywood (noroeste de Los Angeles), até a presença do Emérito Juízo.
No local, ja aguardavam centenas de fotógrafos, a Imprensa, que transmitia as imagens ao vivo para os principais noticiários do país, buscava de todos os angulos, mostrar detalhes do mandato de prisão.
Hilton, que passou três dias na prisão feminina do Condado de Los Angeles, por "motivos médicos" conseguiu o direito de continuar o cumprimento da pena em prisão domiciliar. Porém, Hilton se apresentou perante o juiz, que decidiu por seu retorno à prisão. Bisneta do fundador da rede de hotéis HILTON, Paris foi sentenciada em 4 de maio a 45 dias de prisão - que se reduziriam a 23 por bom comportamento. A prisão de Hilton, deu-se, por violar sua liberdade condicional, ao dirigir com a carteira suspensa depois de ter sido detida dirigindo em estado de embriaguez.
O promotor do caso Rocky Delgadillo, relatou que em 4 de maio de 2007, quando Hilton foi condenada,
o juiz que a sentenciou, Dr. Michael Sauer se negou a fazer qualquer mudança em sua sentença,
o que implicaria no uso de um bracelete eletrônico, caso houvesse a possibilidade do cumprimento em prisão domiciliar.

 


"-A decisão tomada pelo departamento de Polícia, ao tirar Hilton da prisão depois de três dias,
para que cumprisse o restante da pena em sua mansão de Hollywood manteve Hilton, com o bracelete eletrônico."
Anunciou o porta-voz da delegacia, Steve Whitmore.
Delgadillo, da Promotoria, ressaltou:-"Se as forças de ordem quiserem ser respeitadas por aqueles que estão encarregados de proteger, não podemos tolerar um sistema carcerário com dois pesos, onde os ricos e os poderosos são tratados de forma especial".
Causando clamour público, indignação e manfestações de revolta, alguns defensores dos direitos civis,
se expressaram, como o reverendo Al Sharpton, um dos líderes mais proeminentes nos Estados Unidos na defesa dos direitos civis, e o diretor da associação "Project Islamic Hope", Najee Ali, ao tratamento até então considerado preferencial e particularmente e de forma isolada fora dado à rainha do "jet set" de Hollywood.

Os manifestos foram muitos, e não chegaram só de Los Angeles, mas de todos os Estados Unidos.
Pessoas das mais diferentes classes e jurisdições, manifestaram fúria com a medida, uma vez que a seriedade
e o rigor das Leis, devem se estender a todos os cidadãos, sem nenhuma excessão.

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