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  Penitenciária Feminina de Campinas- São Paulo Volta à Página Anterior

Priorizando a vontade de se tornarem melhores.


Por: Elizabeth Misciasci

Aroldo Fernando Costa,

Diretor Técnico de Departamento da Unidade Prisional Feminina de Campinas, vem tendo problemas em sua gestão.

 

Problemas na Penitenciaria Feminina de Campinas

Unidade Prisional Feminina de Campinas


É lamentável, as condições da unidade, para quem tenta linear de forma nitidamente perceptível o ambito disciplinar, tendo dificuldades em conseguir obter das reeducandas um resultado satisfatório.

 

Aroldo Fernando Costa, Diretor Técnico de Departamento da Unidade Prisional Feminina de Campinas, que vinha exercendo com surpreendente aptidão sua gestão, por falta de recursos não tem conseguido os resultados pretendidos.


Ao linear de forma nitidamente perceptível o ambito disciplinar, conseguia obter das reeducandas um resultado altamente satisfatório, o que infelizmente hoje, chega a ser algo quase impossível, já que as doenças se alastram e a massa carcerária clama providências.


Seu jeito lídimo, ao tratar as questões que lhe são apresentadas vão impondo uma maneira limitante, a não restringir os comportamentos "extremos" das que encontram-se confinadas, acabando por levarem a população normal rebeldia.

Penitenciária Feminina


Ao tentar demonstrar um raciocínio lógico, levando-o a agir com justeza, e sem tardança, ia incentivado as sentenciadas a serem participativas, buscando um clima de tranqüilidade no estabelecimeto prisional. Porém, com a quantidade de problemas, a realidade denunciada passou a ser outra.


As reeducandas, buscam colaborar e demonstram o interesse em solucionar os problemas que lhe são vivenciados.

Costa, que dentro possível atendia as internas com prioridade, demonstrando a especial importância de cada uma, já não consegue o mesmo retorno.

Em resposta, aos poucos, vai deixando de ser um importante agente trasformador, pois sempre acreditou que o trabalho efetuado com uma competente equipe, pode modificar um contexto implicando de forma decisivamente envolvente e positiva, o que não esta sendo mais possível, conforme denuncias de familiares das sentenciadas.


Completamente favorável a aplicação da Arteterapia, para a final reabilitação, sempre que possível e em datas especiais, permitia e ofertava um evento especial ás que se encontram segregadas. Porém, por uma questão de hierarquia e determinações, as programações externas, não estão sob sua autonomia para autorização.

Contando com a contribuição dos agentes e funcionários, Aroldo Fernando Costa, por sua maneira peculiar de atuar, vai driblando as dificuldades, que sobressaltam indo em desencontro ao que acreditando pregava, ou seja na Reabilitação.


Os parentes das internas, sentem nestas, a necessidade da atenção emergencial e não só aproximação dos familiares e sim providências, que comecem pela alimentação, que tem sido servida azeda e continuando pelo atendimento médico, para que a massa carcerária, possa ser tratada com o mínimo de dignidade.

E, sabedoras que Costa, não deixara que esta situação degradante perpetue, esperançosas esperam providências.

 



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