|
É
lamentável, as condições
da unidade, para quem tenta linear de forma
nitidamente perceptível o ambito disciplinar,
tendo dificuldades em conseguir obter das
reeducandas um resultado satisfatório.
Aroldo
Fernando Costa,
Diretor Técnico de Departamento da
Unidade Prisional Feminina de Campinas, que
vinha exercendo com surpreendente aptidão
sua gestão, por falta de recursos não
tem conseguido os resultados pretendidos.
Ao linear de forma nitidamente perceptível
o ambito disciplinar, conseguia obter das
reeducandas um resultado altamente satisfatório,
o que infelizmente hoje, chega a ser algo
quase impossível, já que as
doenças se alastram e a massa carcerária
clama providências.
Seu jeito lídimo, ao tratar as questões
que lhe são apresentadas vão
impondo uma maneira limitante, a não
restringir os comportamentos "extremos"
das que encontram-se confinadas, acabando
por levarem a população normal
rebeldia.

Ao tentar demonstrar um raciocínio
lógico, levando-o a agir com justeza,
e sem tardança, ia incentivado as sentenciadas
a serem participativas, buscando um clima
de tranqüilidade no estabelecimeto prisional.
Porém, com a quantidade de problemas,
a realidade denunciada passou
a ser outra.
As reeducandas, buscam colaborar e demonstram
o interesse em solucionar os problemas que
lhe são vivenciados.
Costa,
que dentro possível atendia as internas
com prioridade, demonstrando a especial importância
de cada uma, já não consegue
o mesmo retorno.
Em
resposta, aos poucos, vai deixando de ser
um importante agente trasformador, pois sempre
acreditou que o trabalho efetuado com uma
competente equipe, pode modificar um contexto
implicando de forma decisivamente envolvente
e positiva, o que não esta sendo mais
possível, conforme denuncias de familiares
das sentenciadas.
Completamente favorável a aplicação
da Arteterapia, para a final reabilitação,
sempre que possível e em datas especiais,
permitia e ofertava um evento especial ás
que se encontram segregadas. Porém,
por uma questão de hierarquia e determinações,
as programações externas, não
estão sob sua autonomia para autorização.
Contando com a contribuição
dos agentes e funcionários, Aroldo
Fernando Costa, por sua maneira peculiar de
atuar, vai driblando as dificuldades, que
sobressaltam indo em
desencontro ao
que acreditando pregava, ou seja na Reabilitação.
Os parentes das internas, sentem nestas, a
necessidade da atenção emergencial
e não só aproximação
dos familiares e sim providências, que
comecem pela alimentação, que
tem sido servida azeda e continuando pelo
atendimento médico, para que a massa
carcerária, possa ser tratada com o
mínimo de dignidade.
E,
sabedoras que Costa, não deixara que
esta situação degradante perpetue,
esperançosas esperam providências.


|