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Julgamento
19/07/2006
20:45
Marissol relata detalhes de rebelião
Marissol
Nunes Ortega relata uma rebelião na
Penitenciária Feminina da Capital.
Ela recorda que uma presa ligada à
facção Primeiro Comando da Capital,
o PCC, estava no complexo e a polícia
não queria expor Suzane ao problema.
A garota chegou a ser escondida por outra
funcionária e depois transferida de
presídio. Segundo Marissol, as agentes
penitenciárias esconderam a jovem por
receio, mesmo sem ter indícios de que
ela estaria no alvo da motim.
19/07/2006
20:36
Tem início testemunho de agente
penitenciária
Começa
o depoimento de Marissol Nunes Ortega, agente
penitenciária que conheceu Suzane von
Richthofen na Penitenciária Feminina
da Capital, em 2002. A jovem auxiliava Marissol
em registros de prontuários no Pavilhão
de Saúde do local e, de acordo com
a agente, era uma menina fechada e com poucos
relacionamentos.
19/07/2006
20:27
Testemunho de Cláudia é
'morno'
O
promotor Roberto Tardelli, ao agradecer a
presença da testemunha Cláudia
Sorge, relembra que o julgamento foi adiado
no dia 5 de junho pela defesa de Suzane von
Richthofen porque Cláudia não
podia comparecer. No entanto, o depoimento
dela não acrescenta nada de novo ao
caso, o que prova que tudo não passou
de uma manobra dos defensores da garota.
19/07/2006
20:23
Cláudia
vê Suzane confusa
Cláudia
Sorge, amiga e ex-paciente de Marísia
von Richthofen, diz que foi avisada da morte
da amiga e do marido Manfred pela filha dele,
Suzane, no dia seguinte ao crime. Ela diz
que a jovem parecia confusa e perdida naquele
momento. A promotoria pergunta se o casal
bebia e a testemunha diz que apenas socialmente.
19/07/2006
20:10
Nacif consulta Suzane para as últimas
perguntas
Após
consultar a ré Suzane von Richthofen,
o advogado Mauro Nacif pergunta se Cláudia
Sorge era confidente de Marísia, mãe
da jovem. A testemunha conta que elas conversavam
muito sobre paisagismo, gostavam de filmes
e tinham livros em comum. Cláudia conta
ainda que chegou a indicar um arquiteto para
fazer o jardim da casa dos Richthofen.
19/07/2006
20:05
Cláudia diz que Manfred deixava
boa impressão
Como
já fez com outras testemunhas, o advogado
Mauro Nacif, defensor de Suzane von Richthofen,
pergunta para Cláudia Sorge, amiga
e ex-paciente de Marísia, se ela acha
que Manfred teria abusado sexualmente de Suzane.
Ela diz que não acredita pela boa impressão
que tinha do pai da jovem e de Andreas.
-
Manfred era um homem educado, culto e respeitado
- resume.
19/07/2006
19:57
Cláudia não confirma
marcas no corpo de Suzane
A
defesa de Suzane von Richthofen começa
a fazer perguntas para Cláudia Sorge,
ex-paciente e amiga de Marísia, mãe
da garota. O advogado Mauro Nacif indaga se
a testemunha viu algum hematoma no corpo da
jovem, quando elas se encontraram na praia.
Cláudia não lembra de ter visto
nada de anormal. O objetivo do defensor é
mostrar que a ré apanhava com freqüência
do pai, Manfred, como foi relatado no depoimento
de Daniel Cravinhos.
» Comente (18)
19/07/2006
19:51
Ministério
Público promete detonar nova bomba
Os
promotores Roberto Tardelli e Nadir Campos
Júnior prometem apresentar uma nova
prova, chamada até por 'bomba', ainda
na sessão desta quarta-feira do julgamento
de Suzane e dos irmãos Daniel e Cristian
Cravinhos, acusados de assassinar Marísia
e Manfred von Richthofen.
Segundo
eles, a novidade vai alterar a situação
de um dos réus e será apresentada
após o interrogatório das úlimas
três testemunhas.
-
A 'bomba' será detonada no momento
oportuno - diz Nadir.
19/07/2006
19:38
Namoro incomodava Marísia,
diz Cláudia
Cláudia
Sorge, amiga e ex-paciente de Marísia
von Richthofen, conheceu Suzane no início
de 2001. Posteriormente, também foi
apresentada ao ex-namorado da jovem, Daniel
Cravinhos. A testemunha diz que a mãe
não aprovava o namoro do casal.
» Comente (19)
19/07/2006
19:32
Sessão recomeça no plenário
O
juiz Alberto Anderson Filho reinicia a sessão
que julga Suzane von Richthofen e os irmãos
Daniel e Cristian Cravinhos pelo assassinato
de Manfred e Marísia. A testemunha
a ser ouvida agora é Cláudia
Sorge, amiga da mãe da garota.
» Comente (6)
19/07/2006
19:08
Fernanda é dispensada e juiz dá
intervalo
Após
ter prestado depoimento no plenário
por 2h15m e ter respondido perguntas sobre
o comportamento de Suzane von Richthofen e
dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos,
a amiga de Suzane, Fernanda Kitahara é
dispensada. O juiz Alberto Anderson Filho
faz um intervalo de aproximadamente 30 minutos.
19/07/2006
18:45
Fernanda:
Suzane pagava despesas de Daniel
A
testemunha Fernanda Kitahara diz que sempre
que saía com Suzane von Richthofen
e Daniel Cravinhos, a jovem pagava as despesas.
Suzane também contou para Fernanda
que arcava com as prestações
do carro do namorado, pagava suas contas de
celular e presenteou o rapaz com um óculos
de marca.
19/07/2006
18:04
Defesa conversa com Suzane
A
defesa de Suzane von Richthofen pede ao juiz
Alberto Anderson Filho para consultar a ré.
O juiz permite e a conversa acontece rapidamente
no próprio plenário. A testemunha
Fernanda Kitahara continua aguardando para
seguir o depoimento.
19/07/2006
17:51
Fernanda diz que Andreas tinha perdoado
Suzane
A
amiga de Suzane von Richthofen, Fernanda Kitahara,
costumava acompanhar Andreas ao presídio
para visitar a ré por até um
ano após o assassinato do casal Manfred
e Marísia. Segundo Fernanda, Andreas
saía de casa ainda de noite e passava
a madrugada esperando por uma senha para entrar
na penitenciária. Ele teria perdoado
a irmã.
"Já
perdi pai, mãe e melhor amigo (Daniel),
e a única coisa que tenho aqui é
a minha irmã. Não tenho raiva
da minha irmã e vou ficar do lado dela",
relata Fernanda, citando frase de Andreas.
19/07/2006
17:43
Bilhete é lido novamente
O
advogado de defesa de Suzane von Richthofen,
Mauro Nacif, lê novamente o bilhete
que Andreas escreveu para a irmã quando
ela estava na prisão. No entanto, Fernanda
Kitahara - amiga de Suzane - diz que não
tinha conhecimento do bilhete. Na terça-feira,
em seu depoimento, Andreas disse que foi forçado
pela irmã a escrever este bilhete.
19/07/2006
17:32
Defesa de Suzane pede para testemunha
reconhecer a arma
O
advogado de defesa de Suzane von Richthofen,
Mauro Nacif, mostra a arma que estava escondida
no ursinho de pelúcia e posteriormente
foi enterrada por Andreas no quintal da casa
da família Richthofen.
A
testemunha Fernanda Kitahara pega a arma e
diz ser parecida com a que Daniel portava
quando ela e os três réus viajaram
para uma praia, mas não consegue precisar.
No entanto, ela afirma que a arma vista na
praia era a mesma que, posteriormente, Daniel
teria dado a Andreas. Fernanda ressalta que
o irmão de Suzane já havia comentado
que tiraria a arma da casa para que ninguém
encontrasse.
19/07/2006
17:24
Daniel estava armado
Fernanda
Kitahara, amiga de Suzane von Richthofen,
revela que durante a viagem que fez com a
jovem e os irmãos Cravinhos, Daniel
tinha uma arma de pequeno porte. Ele mostrou
a arma quando eles estavam no caminho da praia.
A justificativa da arma dada para a testemunha
é que serviria para protegê-los
no acampamento que fizeram na praia.
19/07/2006
17:17
Fernanda fala sobre o espírito
"Negão"
A
amiga de Suzane von Richthofen, Fernanda Kitahara,
diz que a jovem justificava o motivo do assassinato
dos pais, Manfred e Marísia, com uma
influência espiritual de Daniel. Ela
relata o que Suzane disse para ela.
"O
Daniel falava que não tinha mais jeito
de eles ficarem juntos daquela forma. E que
o Daniel contava que era perseguido pelo espírito
"Negão", que dizia que a
única forma de eles ficarem juntos
era com um outro sacrifício, e este
seria a morte dos pais dela, e que ela deveria
escolher".
19/07/2006
17:16
Fernanda relata momentos de tristeza
A
amiga de Suzane von Richthofen, Fernanda Kitahara,
conta que ficou perplexa ao saber que a amiga
estava envolvida no assassinato do casal Manfred
e Marísia. Ela recebeu uma carta de
Suzane pedindo que ela não a considerasse
um monstro e que cuidasse de Andreas, seu
irmão. Fernanda, que visitou Suzane
no presídio, conta que a jovem relatou
que os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos
tinham matado seus pais, mas a testemunha
diz que preferia não saber detalhes
do caso quando encontrava Suzane.
19/07/2006
17:02
Fernanda ouve voz de espírito
Fernanda
Kitahara conta que teve uma experiência
sobrenatural ao entrar no quarto de Manfred
e Marísia von Richthofen, dias após
o assassinato. Ela diz que encontrou com Suzane
e Daniel em uma ocasião na qual eles
estavam indo para o DHPP. Com o casal de namorados,
passou na casa dos Richthofen, que estava
cheia de policiais, e chegou à cena
do crime. Foi quando sentiu que a cama estava
mais longe e uma voz de um espírito
disse: "Foi ele".
Daniel Cravinhos estava ao lado da cama. |