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  Suzane Louise Von Richthofen Julgamento 01 Volta à Página Anterior
Elizabeth MisciasciPor Elizabeth Misciasci

Suzane Louise Von Richthofen, que cumpre pena na Penitenciaria Feminina Tremembé, Vale do Paraíba, interior de São Paulo, tem conseguido sua Remissão de Pena com votos de Louvor.

Trabalhando em uma oficina de costura, na própria Penitenciária, e dividindo xadrez com mais reeducandas, mantem a iniciativa de aprender e ensinar, seja novas tarefas no trabalho de oficina, ou regimentos internos da Prisão. Assim, tem cumprido sua pena, dentro das normas de disclina e convívio.

Sua permanência carcerária é tranqüila, e excelente.

Totalmente mudada, Suzane não parece a mesma, que foi condenada junto com Daniel e Christian Cravinhos, acusados da morte do casal Marísia e Manfref, casal Richthofen, os Pais de Suzane.

Abaixo - Leia Mais - Julgamento

 

Julgamento

 

 

19/07/2006 20:45
Marissol relata detalhes de rebelião

Marissol Nunes Ortega relata uma rebelião na Penitenciária Feminina da Capital. Ela recorda que uma presa ligada à facção Primeiro Comando da Capital, o PCC, estava no complexo e a polícia não queria expor Suzane ao problema. A garota chegou a ser escondida por outra funcionária e depois transferida de presídio. Segundo Marissol, as agentes penitenciárias esconderam a jovem por receio, mesmo sem ter indícios de que ela estaria no alvo da motim.

 

19/07/2006 20:36
Tem início testemunho de agente penitenciária

Começa o depoimento de Marissol Nunes Ortega, agente penitenciária que conheceu Suzane von Richthofen na Penitenciária Feminina da Capital, em 2002. A jovem auxiliava Marissol em registros de prontuários no Pavilhão de Saúde do local e, de acordo com a agente, era uma menina fechada e com poucos relacionamentos.

19/07/2006 20:27
Testemunho de Cláudia é 'morno'

O promotor Roberto Tardelli, ao agradecer a presença da testemunha Cláudia Sorge, relembra que o julgamento foi adiado no dia 5 de junho pela defesa de Suzane von Richthofen porque Cláudia não podia comparecer. No entanto, o depoimento dela não acrescenta nada de novo ao caso, o que prova que tudo não passou de uma manobra dos defensores da garota.

 

19/07/2006 20:23
Cláudia vê Suzane confusa

Cláudia Sorge, amiga e ex-paciente de Marísia von Richthofen, diz que foi avisada da morte da amiga e do marido Manfred pela filha dele, Suzane, no dia seguinte ao crime. Ela diz que a jovem parecia confusa e perdida naquele momento. A promotoria pergunta se o casal bebia e a testemunha diz que apenas socialmente.

 

19/07/2006 20:10
Nacif consulta Suzane para as últimas perguntas

Após consultar a ré Suzane von Richthofen, o advogado Mauro Nacif pergunta se Cláudia Sorge era confidente de Marísia, mãe da jovem. A testemunha conta que elas conversavam muito sobre paisagismo, gostavam de filmes e tinham livros em comum. Cláudia conta ainda que chegou a indicar um arquiteto para fazer o jardim da casa dos Richthofen.

 

 

19/07/2006 20:05
Cláudia diz que Manfred deixava boa impressão

Como já fez com outras testemunhas, o advogado Mauro Nacif, defensor de Suzane von Richthofen, pergunta para Cláudia Sorge, amiga e ex-paciente de Marísia, se ela acha que Manfred teria abusado sexualmente de Suzane. Ela diz que não acredita pela boa impressão que tinha do pai da jovem e de Andreas.

- Manfred era um homem educado, culto e respeitado - resume.

19/07/2006 19:57
Cláudia não confirma marcas no corpo de Suzane

A defesa de Suzane von Richthofen começa a fazer perguntas para Cláudia Sorge, ex-paciente e amiga de Marísia, mãe da garota. O advogado Mauro Nacif indaga se a testemunha viu algum hematoma no corpo da jovem, quando elas se encontraram na praia. Cláudia não lembra de ter visto nada de anormal. O objetivo do defensor é mostrar que a ré apanhava com freqüência do pai, Manfred, como foi relatado no depoimento de Daniel Cravinhos.
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19/07/2006 19:51


Ministério Público promete detonar nova bomba

Os promotores Roberto Tardelli e Nadir Campos Júnior prometem apresentar uma nova prova, chamada até por 'bomba', ainda na sessão desta quarta-feira do julgamento de Suzane e dos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos, acusados de assassinar Marísia e Manfred von Richthofen.

Segundo eles, a novidade vai alterar a situação de um dos réus e será apresentada após o interrogatório das úlimas três testemunhas.

- A 'bomba' será detonada no momento oportuno - diz Nadir.

 

19/07/2006 19:38
Namoro incomodava Marísia, diz Cláudia

Cláudia Sorge, amiga e ex-paciente de Marísia von Richthofen, conheceu Suzane no início de 2001. Posteriormente, também foi apresentada ao ex-namorado da jovem, Daniel Cravinhos. A testemunha diz que a mãe não aprovava o namoro do casal.
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19/07/2006 19:32
Sessão recomeça no plenário

O juiz Alberto Anderson Filho reinicia a sessão que julga Suzane von Richthofen e os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos pelo assassinato de Manfred e Marísia. A testemunha a ser ouvida agora é Cláudia Sorge, amiga da mãe da garota.
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19/07/2006 19:08
Fernanda é dispensada e juiz dá intervalo

Após ter prestado depoimento no plenário por 2h15m e ter respondido perguntas sobre o comportamento de Suzane von Richthofen e dos irmãos Cristian e Daniel Cravinhos, a amiga de Suzane, Fernanda Kitahara é dispensada. O juiz Alberto Anderson Filho faz um intervalo de aproximadamente 30 minutos.

19/07/2006 18:45

Fernanda: Suzane pagava despesas de Daniel

A testemunha Fernanda Kitahara diz que sempre que saía com Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos, a jovem pagava as despesas. Suzane também contou para Fernanda que arcava com as prestações do carro do namorado, pagava suas contas de celular e presenteou o rapaz com um óculos de marca.


19/07/2006 18:04
Defesa conversa com Suzane

A defesa de Suzane von Richthofen pede ao juiz Alberto Anderson Filho para consultar a ré. O juiz permite e a conversa acontece rapidamente no próprio plenário. A testemunha Fernanda Kitahara continua aguardando para seguir o depoimento.

 

19/07/2006 17:51
Fernanda diz que Andreas tinha perdoado Suzane

A amiga de Suzane von Richthofen, Fernanda Kitahara, costumava acompanhar Andreas ao presídio para visitar a ré por até um ano após o assassinato do casal Manfred e Marísia. Segundo Fernanda, Andreas saía de casa ainda de noite e passava a madrugada esperando por uma senha para entrar na penitenciária. Ele teria perdoado a irmã.

"Já perdi pai, mãe e melhor amigo (Daniel), e a única coisa que tenho aqui é a minha irmã. Não tenho raiva da minha irmã e vou ficar do lado dela", relata Fernanda, citando frase de Andreas.

19/07/2006 17:43


Bilhete é lido novamente

O advogado de defesa de Suzane von Richthofen, Mauro Nacif, lê novamente o bilhete que Andreas escreveu para a irmã quando ela estava na prisão. No entanto, Fernanda Kitahara - amiga de Suzane - diz que não tinha conhecimento do bilhete. Na terça-feira, em seu depoimento, Andreas disse que foi forçado pela irmã a escrever este bilhete.

19/07/2006 17:32
Defesa de Suzane pede para testemunha reconhecer a arma

O advogado de defesa de Suzane von Richthofen, Mauro Nacif, mostra a arma que estava escondida no ursinho de pelúcia e posteriormente foi enterrada por Andreas no quintal da casa da família Richthofen.

A testemunha Fernanda Kitahara pega a arma e diz ser parecida com a que Daniel portava quando ela e os três réus viajaram para uma praia, mas não consegue precisar. No entanto, ela afirma que a arma vista na praia era a mesma que, posteriormente, Daniel teria dado a Andreas. Fernanda ressalta que o irmão de Suzane já havia comentado que tiraria a arma da casa para que ninguém encontrasse.

19/07/2006 17:24
Daniel estava armado

Fernanda Kitahara, amiga de Suzane von Richthofen, revela que durante a viagem que fez com a jovem e os irmãos Cravinhos, Daniel tinha uma arma de pequeno porte. Ele mostrou a arma quando eles estavam no caminho da praia. A justificativa da arma dada para a testemunha é que serviria para protegê-los no acampamento que fizeram na praia.

19/07/2006 17:17
Fernanda fala sobre o espírito "Negão"

A amiga de Suzane von Richthofen, Fernanda Kitahara, diz que a jovem justificava o motivo do assassinato dos pais, Manfred e Marísia, com uma influência espiritual de Daniel. Ela relata o que Suzane disse para ela.

"O Daniel falava que não tinha mais jeito de eles ficarem juntos daquela forma. E que o Daniel contava que era perseguido pelo espírito "Negão", que dizia que a única forma de eles ficarem juntos era com um outro sacrifício, e este seria a morte dos pais dela, e que ela deveria escolher".

19/07/2006 17:16
Fernanda relata momentos de tristeza

A amiga de Suzane von Richthofen, Fernanda Kitahara, conta que ficou perplexa ao saber que a amiga estava envolvida no assassinato do casal Manfred e Marísia. Ela recebeu uma carta de Suzane pedindo que ela não a considerasse um monstro e que cuidasse de Andreas, seu irmão. Fernanda, que visitou Suzane no presídio, conta que a jovem relatou que os irmãos Daniel e Cristian Cravinhos tinham matado seus pais, mas a testemunha diz que preferia não saber detalhes do caso quando encontrava Suzane.

19/07/2006 17:02
Fernanda ouve voz de espírito

Fernanda Kitahara conta que teve uma experiência sobrenatural ao entrar no quarto de Manfred e Marísia von Richthofen, dias após o assassinato. Ela diz que encontrou com Suzane e Daniel em uma ocasião na qual eles estavam indo para o DHPP. Com o casal de namorados, passou na casa dos Richthofen, que estava cheia de policiais, e chegou à cena do crime. Foi quando sentiu que a cama estava mais longe e uma voz de um espírito disse: "Foi ele". Daniel Cravinhos estava ao lado da cama.



Leia Mais Julgamentos
Aqui sobre o Caso Casal Richthofen e Suzane Von Richthofen
Pág 1

Leia Mais Aqui Reconstituição do Assassinato do Casal Richthofen - Pág 2

Mais Sobre o Caso Richthofen -Suzane Louise Von Richthofen - Aqui Pág 3

Suzane Louise Von Richthofen, Daniel e Christian Cravinhos- Julgamentos Pág 4

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