Postado por Valdeck Almeida em 04/10/2011 07:19:00
As estórias contadas no livro emocionam, pois as personagens estão bem próximas da gente. São sentimentos humanos contraditórios, uma hora amando, na seguinte odiando; roubando e cometendo crimes, e no momento seguinte sendo ético...
Jorge Amado consegue amalgamar em personagens tão reais, um mundo de um turbilhão de passagens de vida, passagens comuns, mas de uma grandeza e de uma profundidade assombrosa.
A leitura de Capitães de Areia não deixa o leitor sossegado. Inquieta, mexe nas lágrimas, faz a gente se posicionar, contra ou a favor das personagens, mas não de uma forma simplista. O posicionamento é político, social, religioso, humano e desnudo de maniqueísmo.
A identificação com cada personagem, o sentimento de que eles estão ali tão do nosso lado, nos oprime o peito e nos faz comparar as vidas vividas no romance com as vidas de carne e osso que nos rodeiam, e nem sempre queremos ver ou nos emocionar. O livro nos acorda, nos dá aquele puxão de orelha e pergunta: o que você veio fazer no mundo, senão interagir e torná-lo mais humano e mais solidário?
A instigação nos acompanha no pós-leitura. Certamente nos tornamos pessoas melhores, mais sensíveis e mais abertas a olhar o outro, a sentir a dor do outro, a nos colocar na posição de quem não teve as mesmas oportunidades que nós e, antes de punir e denunciar, estendermos a mão e dar a este outro a chance de mostrar sua cara e sua alma; antes de condenar, ouvir; antes de punir, abraçar. Afinal, quem nunca cometeu um pecado que atire a primeira pedra.
Valdeck Almeida de Jesus
Poeta, Escritor, Jornalista
Galinha Pulando
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Postado por Valdeck Almeida em 04/08/2011 10:40:00
Jorge Amado (1912 - 2012) 100 Anos do nascimento: 10.08.2012
Autor:Valdeck Almeida de Jesus
Muito Amado o nosso Jorge
Por baianos e estrangeiros
Escritor e jornalista
O maior e o primeiro
Natural de Itabuna
Este grande brasileiro.
O lugar de sua nascença
É o menos importante
Pois a obra desse homem
Está em terras distantes
Em línguas do mundo todo
Para todos os falantes.
Na Fazenda Auricídia
Terra onde nasceu
Município de Ilhéus
Pouco tempo viveu
O lugar mudou de nome
E novo nome se deu…
Auricídia virou Itajuípe
E Jorge foi registrado
No povoado Ferradas
A Itabuna integrado
Nasceu em um município
E noutro foi registrado.
Na capital da República
Lá nas terras do sudeste
Foi ele estudar Direito
E virar cabra da peste
Um baiano “arretado”
Advogado inconteste.
No dia dez de agosto
Veio ao mundo este leonino
Nasceu para os holofotes
Este danado menino
E nem mesmo a sua morte
Apagou o seu destino.
Lá no Rio de Janeiro
Este homem destemido
Jornalista e advogado
Lutou e foi combatido
Aliando-se aos comunistas
Com carteira do partido.
Fez carreira na política
Foi Deputado Federal
Mas o brilho da criatura
Foi além do que é normal
Pois os livros o levaram
A brilhar mais que o astral.
O sol ficou pequenino
Jorge ousou brilhar mais
Ocupou o mundo todo
Com personagens reais
E tornou meras figuras
Em seres já imortais.
Viveu fora do país
No Uruguai e na Argentina
Em Paris e em Praga
Produzindo coisa fina
O exílio lhe inspirou
A criar histórias finas.
Foi casado com a escritora
Zélia Gattai Amado
E com ela teve filhos
Três filhinhos bem amados
Paloma, Eulália e João Jorge
Três filhinhos bem amados.
Ocupou academias
De Ilhéus a Salvador
E também a Brasileira
Este grande escritor
Muito mais que jornalista
Deputado ou doutor.
Jorge Amado, amado ícone
Homem e obra: criador
Tradutor de uma Bahia
Que ao mundo mostraria
Do caipira ao médico
Como bom expositor.
Dizia-se materialista
Mas o título aceitou
Foi Obá de Xangô
Homem lúcido esse senhor
Representante da luz
No candomblé ele andou.
Pra falar em premiação
É bom parar por aqui
Pois ele se destacou
Lá fora e também aqui
Levou tanta homenagem
Que nem vão caber aqui.
Traduzido ao mundo todo
Do alemão ao albanês
Árabe, armênio, azeri,
Do catalão ao chinês
Coreano, búlgaro e croata
E também dinamarquês…
Eslovaco, esloveno,
Espanhol e finlandês,
Estoniano e esperanto,
Do galego ao francês,
Georgiano e grego,
Guarani e holandês.
Hebraico, húngaro, iídiche,
Lituano e polonês,
Russo, letão e sueco,
Macedônio e japonês,
Italiano e moldávio,
Sérvio, tcheco e islandês.
Romeno e turcomano,
Ucraniano e inglês,
Turco, persa e mongol,
Vietnamita e norueguês,
Até em braile foi escrito,
E também em “televisês”.
Na língua pátria também
Em nosso bom português
Faz sucesso em sua casa
Pois é o santo da vez
Brasileiro de valor
Amado em bom português.
No ano do centenário
Vai ser homenageado
Mais vivo do que nunca
Está o nosso Jorge Amado
Pois a arte nunca morre
E ele será sempre amado.
Se de Ilhéus ou Itabuna
Auricídia ou Ferradas
A certeza que se tem
É que Jorge é uma parada
Vai viver eternamente
No coração da moçada.
Salve Jorge, Jorge Salve
São Jorge ou Jorge São
Vive no peito da gente
Dentro do um coração
Jorge Amado nos proteja
Da falta de inspiração.
Copiar é impossível
Plagiar é crime vil
Jorge é original
Igual a ele não se viu
E de um nasceram muitos
Hoje são pra lá de mil.
Na Academia ou na rua
Jorge é sempre aclamado
A literatura amadiana
E o homem serão lembrados
Pelas gerações futuras
Devido ao grande legado.
Salvador, 28 de julho de 2011, 23:37hs
Valdeck Almeida de Jesus
Homenagem a Jorge Amado
Centenário de Nascimento (10.ago.1912 – 08.ago.2001)
Galinha Pulando
Jornal do Brasil
JorNow
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Postado por Valdeck Almeida em 04/04/2011 18:46:00
Por: Valdeck Almeida de Jesus
Quando eu era criança um passageiro do ônibus urbano em que eu estava brincou comigo e eu não dei trela. Ele reclamou e disse que eu estava emburrado, com a cara fechada e que não dava um sorriso.
Aquela frase me marcou. A adolescência e a juventude foram os piores dias de minha vida, sem falar no que passei na infância: fome, doenças diversas, miséria absoluta nas casa de aluguel em que passei a vida inteira, aleijão de minha mãe numa cadeira de rodas, a loucura de meu pai que roubou parte de nossa alegria etc. Tudo isso talvez tenha contribuído para apagar o sorriso do meu rosto.
Na vida adulta procurei ganhar o mundo, recuperar o tempo perdido. Estudei, trabalhei duro, comprei casa, apartamento, carro, viajei para o exterior várias vezes, conheci uma boa parte do Brasil, tirei mais de vinte mil fotografias, participei de carnavais, pagodes, shows com artistas locais, nacionais e internacionais. Terminei o curso superior, iniciado e desistido por décadas. Conheci gente de todo canto, namorei, curti, dancei em boate, tomei banho de sol em praia e piscina. Tive acesso a comida, bebida, dinheiro na poupança, bens diversos. Mas o sorriso ainda era apagado, meio triste, como se dissesse que algo interno ainda não estava acertado.
E não estava mesmo. Eu ainda era aquele mesmo menino do coletivo, que não sabia sorrir. O que me faltava busquei: catecismo, batismo nas águas, sessão espírita, dar a mão para ser lida pela cigana, jogo de búzios, e nada. Aí fui a um psiquiatra que me receitou planejar a vida para trinta, quarenta anos à frente. Fiz isso e logo me apareceu motivo para sorrir. O amor surgiu em minha vida de uma forma sutil e foi me fazendo perder o medo da entrega. Fui me deixando levar, sem saber ao certo para onde ia. Será que tinha acertado da loteria da vida? O motivo de minha sutil alegria tinha sorriso largo, olhos grandes, inocência nas perguntas. Eu, desconfiado, calejado das traições e mentiras por que tinha passado, das peças que a vida me pregara, relutei. Resisti até quando não pude mais. Caí em tentação, como Eva no Jardim do Éden, quando entregou sua vida a uma aventura.
Entreguei-me aos poucos, sempre com um pé atrás, mas tudo me dizia que eu deveria me jogar de vez, sem medo da queda. Foram meses de euforia, beijos, abraços, dengo e cafuné. Não podia passar um dia sequer longe da pessoa amada. Depois, vieram os sinais para pisar no freio do coração: papos no MSN, mensagens no orkut, telefonemas furtivos, conversas mal resolvidas, festas secretas, amizades suspeitas, recusa em sair comigo. Eu, ainda encantado e sem querer perder a última esperança, fazia de conta que não via e ia vivendo a fantasia do amor, apesar das dores e das lágrimas que verti.
O golpe fatal não tardou: traição. A dor, o sofrimento e o desengano. Lamentei, sofri muito e, mais uma vez, me deixei levar pelo coração. Quem ama, perdoa. Mas a dor não se dilui com o tempo. O medo de uma nova mentira me assaltava todo dia, mas resolvi reatar o relacionamento. Momentos de calmaria e, em seguida, em meio a promessas vãs de amor eterno, de novo, mais um problema. Desta vez foram as drogas a visitar minha vida. A cocaína foi responsável por mais noites e dias de tenebroso terror. O amor, já combalido, quase sem forças, ainda reagiu e suspirou forte. Junto com a dor de ver a pessoa amada se destruindo com um pó branco, ainda amarguei a recusa em fazer amor comigo. Vegetei e, como pássaro ferido, fui aceitando migalhas e permiti me curar para não morrer.
Juras de amor renovadas e o golpe final chegou como uma misericórdia: eu ouvi que a pessoa não me amava mais, que não sentia mais nada por mim. E eu, mais uma vez, como um tonto, implorei para que ficasse comigo. Soube que a pessoa tinha saído com várias outras enquanto eu sonhava com um recomeço… Caí em depressão, meu corpo doeu, minha alma pediu para sair da matéria e fluir, por não aguentar mais tanta pressão.
Aquele sorriso que eu estampava no início do romance e que tinha se amarelado com o tempo, fechou-se de vez. Voltei a ter a aparência carrancuda do garoto de oito anos de idade que não conseguia sorrir…
Salvador, 04 de abril de 2011, 01:30hs
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Postado por Valdeck Almeida em 04/10/2010 11:18:00
Por: Valdeck Almeida de Jesus
O povo do Rio de Janeiro está de parabéns por ter escolhido um homem inteligente, comprometido com os Direitos Humanos, trabalhador, honesto, que não se submete a conchavos e a acordos de cavalheiros.
Jean Wyllys tem uma história de vida que sempre foi maior que o homem, maior que o jornalista e escritor, muito maior do que o “ex-BBB” – como parte da mídia insiste em rotulá-lo. Nascido no interior da Bahia, na tórrida Alagoinhas, de família pobre, ele enfrentou a fome e toda a miséria a que o brasileiro comum é condenado a enfrentar. Não obstante a situação adversa, toda a família dele encarou o destino com honestidade, bravura e fé.
Nas ruas do bairro Candeias, nas praças da cidade natal, Jean Wyllys, um dos filhos de dona Inalda, vendeu amendoim e sofreu as primeiras dores do preconceito e da intolerância. Mas isso não lhe endureceu a alma nem enfraqueceu o espírito. Ao contrário, serviu de combustível para que o jovem estudante se aprofundasse ainda mais nos estudos, na busca por informações que lhe dariam suporte a combater a injustiça através da educação.
Aluno de escola pública e de internato, o tempo de vida deste homem exemplar foi gasto em se aprimorar e lutar por dias melhores, criando, para ele e para os familiares, o pavimento que os levariam ao sucesso: educação, educação, educação. De aluno, passou a professor, de professor, a mestre, de mestre, busca, agora, o doutorado, sempre na direção da defesa dos menos favorecidos, minorias e dos sem-voz. Eleito pelo PSOL, com 13.018 votos, à Câmara Federal, com certeza Jean vai dar a voz que faltava a tanta gente enjeitada e injustiçada desta Nação tão desigual e tão injusta.
Com a bandeira dos Direitos Humanos, que Wyllys sempre carregou e defendeu, certamente o povo brasileiro será bem representado no Congresso Nacional. Ecoa, Jean, tua voz, aos quatro cantos deste continente-país e seja o espelho que refletirá a justiça social de Brasília para o resto do Brasil. Tua vitória é a vitória de negros, albinos, anões, mulheres, velhos, travestis, gays, lésbicas, pobres, deficientes físicos, deficientes mentais e tantas outras minorias que nunca tiveram representação nem quem os defendesse com conhecimento de causa, pois você sabe a dor que todos nós sentimos.
Fontes:
http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=2536929
http://www.pressreleases.com.br/celebridades/vitoria-de-jean-wyllys-e-vitoria-do-brasil-20101004602.html
http://www.galinhapulando.jex.com.br/manchete/vitoria+de+jean+wyllys+e+vitoria+do+brasil
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Postado por Valdeck Almeida em 04/06/2010 17:15:00
Foto e Texto: Carlos Souza.
A Fundação Pedro Calmon/Secult através da Diretoria de Bibliotecas Públicas, promove a cada mês, o Projeto Encontro com o Escritor, na qual são convidados autores dos mais variados gêneros literários, para discorrer sobre suas carreiras literárias, mostrar suas obras e proporcionar o intercâmbio entre o escritor e os leitores. Este mês, o projeto será realizado na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior – Rio Vermelho, no dia 10 de junho (quinta-feira), às 15h, com o jornalista e escritor Valdeck Almeida de Jesus. No encontro, o autor apresentará suas obras literárias, falará da sua carreira no mundo das letras, da descoberta da leitura e da literatura em geral. O evento tem entrada franca.
Na pauta do encontro, estarão dicas para os novos escritores, e até para os mais experientes, que ainda têm pouca visibilidade nos meios de comunicação. “Vou abordar o fato de que cada autor deve acreditar na literatura que realiza, investir, participar de debates, encontros, saraus, recitais, lançamentos de livros, bienais, feiras de livros, participar de concursos, publicar na internet, publicar em antologias, enviar textos para sites e jornais, bem como tentar se aprimorar na língua portuguesa e não desistir nunca”, diz o convidado.
Quanto à realização do Projeto Encontro com o Escritor, Valdeck diz que se sente honrado e valorizado em ser convidado. “Estar na programação cultural do estado, participar de eventos nas bibliotecas públicas, estar frente a frente com leitores é um privilégio. O trabalho que a Fundação Pedro Calmon realiza é exemplar e incentivador. Este é o verdadeiro significado da democratização da cultura: colocar o produtor junto ao consumidor de palavras; permitir a troca de experiências, o intercâmbio de informações”, ressalta o escritor.
Valdeck Almeida de Jesus – É jornalista, funcionário público, editor de livros e poeta. Membro correspondente da Academia de Letras de Jequié e efetivo da União Brasileira de Escritores. Este ano, ele recebeu o título de Embaixador Universal da Paz, pelo Círculo dos Embaixadores da Paz da Suíça e França, entidade ligada à Organização das Nações Unidas (ONU). Publicou os livros Memorial do Inferno: a saga da família Almeida no Jardim do Éden, Feitiço contra o feiticeiro, Valdeck é Prosa e Vanise é Poesia, 30 Anos de Poesia, Heartache Poems, dentre outros, e já participou de mais de 60 antologias. Organiza e patrocina o Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia, desde 2005, o qual já lançou mais de 600 poetas.
SERVIÇO:
O quê: Encontro com o Escritor Valdeck Almeida de Jesus
Quando: Dia 10 de junho (quinta-feira), às 15h.
Onde: Na Biblioteca Juracy Magalhães Júnior. (Rua Borges Reis, s/n - Rio Vermelho)
Informações: (71) 3116-5360
Mais informações: ASCOM Fundação Pedro Calmon: (71) 3116-6918
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Postado por Valdeck Almeida em 04/08/2009 08:45:00
O livro “Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia – Ano IV” é o resultado de um projeto antigo, acalentado pelo escritor que dá nome ao prêmio. A quarta edição reúne 242 poetas do Brasil, Argentina, Espanha e Portugal. Para a maioria dos escritores esta é uma estréia em grande estilo, pois seu lançamento, durante a 14ª Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro, é uma oportunidade ímpar. O evento ocorre no Rio Centro, de 10 a 20 de setembro de 2009.
Valdeck Almeida acalentou a idéia do concurso desde seus 12 anos de idade, quando o escritor teve o primeiro contato com a poesia de Drummond, Castro Alves, Augusto dos Anjos e os cordéis escritos por vários gênios da literatura popular nordestina. Há 31 anos o Valdeck compõe poemas e se aventura pelo mundo dos contos e crônicas.
O primeiro livro-filho, Feitiço Contra o Feiticeiro, no entanto, só veio à luz após vinte anos de gestação. Foi parido, parto normal, e caminha até hoje por este Brasil a fora. O segundo livro, Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden, biografia romanceada, faz tanto sucesso que foi traduzido para o inglês.
Valdeck Almeida de Jesus sabe o que é correr atrás de editoras e receber não como resposta. Ele não queria que outros poetas tivessem a mesma sorte. Por isso, criou o Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, que dá oportunidade a gente do mundo inteiro. Inscrições para 2009 no site:
www.galinhapulando.com
Dez primeiros poemas classificados, com seus respectivos autores e notas:
RETRATO URBANO Nota: 9,8
(Fernando Paganatto)
DESLEMBRANÇA Nota: 9,7
(Edson Augusto Alves)
DOIS = UM Nota: 9,6
(André Sesti Diefenbach)
HOMEM NA CAIXA Nota: 9,5
(Emerson Antonio Miguel)
PORTA Nota: 9,4
(Heric Steinle)
PONTUAÇÃO Nota: 9,3
(Luís Fernando Amâncio Santos)
ANTIÉPICO Nota: 9,2
(Tatiana Alves)
ESQUINA Nota: 9,1
(Vanessa Ratton)
SONETO PARA UM VELHO DO MAR Nota: 9,0
(José Maciel Neto)
CORTESÃ HOMOSSEXUAL Nota: 8,2
(Robson Gomes de Brito)
Sobre o Autor
Valdeck Almeida de Jesus é um poeta e sonhador. Lançou os seguintes livros: Heartache Poems. A Brazilian Gay Man Coming Out from the Closet, iUniverse, New York, USA, 2004; Feitiço Contra o Feiticeiro, Scortecci, São Paulo, 2005; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden, Scortecci, São Paulo, 2005; 1ª edição 100% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; Jamais Esquecerei do Brother Jean Wyllys, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; 1ª Antologia Poética Valdeck Almeida de Jesus, Casa do Novo Autor, São Paulo, 2006; Memorial do Inferno. A Saga da Família Almeida no Jardim do Éden, Giz Editorial, São Paulo, 2007 2ª edição; 20% da renda doada às Obras Sociais de Irmã Dulce; Participa de mais de vinte antologias de poesias.
Site pessoal: www.galinhapulando.com
Título: Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia Ano IV
Org. Valdeck Almeida de Jesus
Giz Editorial
Páginas: 280
Preço: R$ 40,00
Onde comprar: Giz Editorial (on-line).
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