Colunista

Valdeck Almeida

Informação e Opinião

Livro de Contos Gays é lançado na Bienal de São Paulo

Postado por Valdeck Almeida em 13/08/2010 13:16:00


O Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, edição 2009, homenageia ao escritor e jornalista Jean Wyllys com um livro que reúne doze contos de temática LGBT. A coletânea é resultado de um concurso realizado pelo site Galinha Pulando. A capa do exemplar traz uma ilustração feita pelo artista plástico baiano Ed Ribeiro, e representa o orixá Ogum (São Jorge), também em homenagem a Jean.

Os textos premiados foram selecionados por uma equipe de jornalistas, escritores e professores. Cada participante da antologia recebe um exemplar gratuito do livro. O lançamento acontece dia 21 de agosto, às 18 horas, no estande da Giz Editorial, durante a 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

Criado em 2005 pelo escritor e poeta Valdeck Almeida de Jesus (*), o prêmio é um dos mais importantes da literatura brasileira, pois tem inscrições gratuitas e dá oportunidade a escritores do Brasil e do Mundo de terem seus trabalhos publicados. Durante as edições passadas, foram lançados mais de 600 novos poetas no mercado editorial. Em 2009 o concurso se expandiu para premiar contistas e poetas mirins, além de patrocinar um livro de poesias para Perinho Santana, morador do subúrbio ferroviário de Plataforma, em Salvador.

Visibilidade
Os livros do prêmio literário são lançados em feiras de livro e em bienais da Bahia, Rio e São Paulo. Participar de eventos dessa natureza abre aos autores novatos a porta que pode resultar em incentivo e realização pessoal. Leandro de Assis, soteropolitano, que participou do projeto em 2007 já lançou dois livros e criou o projeto “Fala Escritor”, apresentado todo mês em livrarias da capital baiana. Outro fruto desse trabalho é o paulista radicado em Salvador, Robson Brito, que já lançou três livros após a participação nas coletâneas de Valdeck Almeida.

Vencedores do concurso de contos LGBTs:
1° lugar – “As cidades” - (Thiago Thomazini)
2° lugar – “Mudar de vida” - (João Manuel da Silva Rogaciano)
3° lugar – “O anjo de Sorocaba” - (Maria da Guia)
4° lugar – “Quaresmeira” - (Benedito Costa Neto)
5° lugar – “Monsieur Yeux Bleus” - (Priscylla Piucco)
6° lugar – “Os dois rapazes” - (Reinaldo Fernandes)
7° lugar – “Ordens são ordens” - (Floriano Lott)
8° lugar – “Olhos negros” - (Nathalie Gaudêncio)
9° lugar – “Um equívoco da natureza” - (Lucêmio Lopes da Anunciação)
10° lugar – “Adelaide que amava Márcia que amava o mar” - (Nilton Silveira)
11° lugar – “O templo das mãos” - (Felipe Freitag)
12° lugar – “Espera de uma vida” - (José Ricardo Oliveira)


Organizador do prêmio:
VALDECK ALMEIDA DE JESUS, 43, Jornalista, funcionário público, editor de livros e poeta. Membro correspondente da Academia de Letras de Jequié e efetivo da União Brasileira de Escritores. Publicou os livros: Memorial do Inferno: a saga da família Almeida no Jardim do Éden, Feitiço contra o feiticeiro, Valdeck é Prosa e Vanise é Poesia, 30 Anos de Poesia, Heartache Poems, dentre outros. Participa de mais de 30 antologias. Organiza e patrocina o Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia, desde 2005, o qual já lançou mais de 600 poetas. Site Galinha Pulando

Fonte: Comunique-se

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Jean Wyllys não é nenhuma novidade

Postado por Valdeck Almeida em 13/07/2010 11:17:00

Por Valdeck Almeida de Jesus

“Fazer tipo”, “posar de bom moço”, “dissimular”, “fingir” ou “enganar” são sinonímias que jamais combinariam com o escritor e jornalista baiano Jean Wyllys.

Seja como candidato a cargo público, professor nas salas de aula ou nos bastidores da vida, celebridade midiática ou como um cidadão comum, Jean Wyllys de Matos Santos não mudou nada. A história de vida deste homem do interior é a prova viva da honestidade. O que se sabe do ex-BBB é público e notório: sinceridade, respeito ao diferente, defesa dos direitos humanos. A vida pública e privada de Wyllys merece aplausos pela coerência, firmeza de caráter, posicionamentos contundentes contra as desigualdades e as injustiças sociais.

A base do candidato a Deputado Federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) é a mesma defendida dentro de casa, na sala de aula, no barzinho ou onde quer que Jean tenha estado. A lição veio bem cedo, da vivência no seio de uma família pobre, cuja matriarca precisou lavar roupas para sustentar a prole. Os laços afetivos, o respeito à diferença e a defesa de direitos iguais começou no aconchego do lar, onde Jean aprendeu a dividir com os irmãos o pouco alimento que a mãe conseguia adquirir.

Da casa humilde no bairro Candeias, em Alagoinhas, Jean alçou voo através dos estudos, confiante num futuro que ele pavimentou a cada dia, indo e voltando da escola com sua lancheira, que nem sempre continha o suficiente para lhe matar a fome. Fome de comida. Sim, porque a outra fome, a de cultura, era saciada por livros, panfletos, atuação estudantil e engajamento na defesa de qualquer tipo de injustiça. É este o homem que se candidata hoje ao Congresso Nacional, confiante nos ideais que sempre viveu e defendeu. Um homem simples, do interior, porém de uma inteligência e sabedoria que superam os limites geográficos. Idealista, porém atuante no mundo real.

Vencedor de um grande prêmio midiático, Jean não se curvou aos apelos da sereia. Renunciou aos quinze minutos de fama, em favor de sua integridade moral, pessoal e profissional. Não abandonou os estudos acadêmicos, base de sua batalha contra a hipocrisia. No jornalismo, continuou escrevendo o que pensa e defendendo seus posicionamentos. Em relação à família, o contato e a ajuda mútua não mudaram, apesar de atualmente residir no Rio de Janeiro. Dos amigos, Jean preserva a confiança. Agora, do Rio para o Brasil, Wyllys pretende vencer o pleito de 3 de outubro para poder trabalhar por muito mais pessoas. É hora do apoio dos amigos, de todas as partes do país, a fim de fazer esta candidatura ser vitoriosa nas urnas.


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Aniversário do Estatuto da Criança

Postado por Valdeck Almeida em 13/07/2010 10:19:00

Como é representada a criança e o adolescente na mídia baiana

Por: Valdeck Almeida de Jesus

Em 20 de julho próximo a Lei n° 8069, de 13.07.1990, completa vinte anos. Conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, a lei foi instituída para proteger os direitos desse grupo social e colocou o Brasil entre os países mais avançados em matéria de lei.

A realidade da vida cotidiana, no entanto, ainda está longe do ideal. Basta um giro pela cidade para ver meninos e meninas em idade pré-escolar com a mão estendida nos semáforos à espera de uma esmola. Alimentação, moradia, segurança, educação e atendimento médico são apenas alguns dos direitos fundamentais do ser humano. As crianças sofrem ainda mais com a falta ou com a precariedade desses direitos. As agressões não param por aí. As denúncias de maus tratos, abandono, espancamento, bem como abuso e exploração sexual mancham as páginas de jornais e noticiários da mídia em geral.

No aniversário de 18 anos do ECA, estes mesmos crimes foram denunciados pela socióloga e especialista na área de infância e adolescência Graça Gadelha, através do artigo “18 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente: dá pra comemorar?”, publicado no site da Agência de Notícias do Direito da Infância – ANDI. Pelo visto, quase nada mudou nesse intervalo de tempo.

É nesse cenário que se insere o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente da Bahia – CEDECA-BA, que atua no Brasil inteiro e que tem uma representação em Salvador. A sede do CEDECA fica no Pelourinho há um ano. A assistente social Ana Cristina Jesus dos Santos diz que a relação com a imprensa é boa, mas que poderia ser melhor. “Há muito apoio na divulgação dos releases e matérias relacionadas às campanhas do CEDECA, mas ainda é pouco diante da demanda”, opina. Para ela, muito do que a mídia baiana publica é devido à atuação do coordenador do CEDECA, Valdemar Oliveira, “que é muito midiático”. O CEDECA participa dos júris populares, mas esta ação não é muito divulgada na mídia. Outra crítica de Ana Cristina se refere a falta de clareza nas matérias envolvendo violência sexual e pedofilia, em que os textos publicados não esclarecem a diferença entre agressão física e patologia, no caso dos pedófilos.

Jussilene Santana, atriz, escritora e jornalista opina que as redações recebem cerca de 1000 releases diariamente. Para ela, as ONGs conseguem pautas, pois enviam os materiais completos, muitas vezes sabendo a linha editorial do veículo, o que facilita a publicação.

Quando o jornalista não faz uma boa abordagem do tema, entretanto, pode desencadear uma série de problemas psicológicos tanto da família quanto do jovem ou adolescente. A depender do histórico e pré-disposição, a exposição midiática torna-se mais uma violência. Para Eni Fernandes, psicóloga, há casos que precisam de exposição e outros em que o sigilo e o anonimato dos envolvidos devem ser preservados. Para Fernandes, os fatos podem servir de exemplo para prevenir outros casos de violência mas, a depender de como são explorados pelos meios de comunicação, acabam prejudicando investigações ou até mesmo estimulando a impunidade.

Relatório da ANDI, divulgado no site da instituição, informam que quase metade da cobertura jornalística do país, em relação às crianças e adolescentes, concentra-se nos temas relativos à violência e que as pessoas mais ouvidas são ligadas aos poderes públicos. Isso demonstra que a família e os problemas relacionados às condições sociais não foram debatidos nas matérias.

O ECA não proíbe, efetivamente, a veiculação da imagem da criança e do adolescente, segundo a advogada Eliane Mendonça. Para preservação da intimidade e da vida privada, no entanto, Mendonça orienta que devem ser observados os princípios da dignidade da pessoa humana e da intimidade e privacidade, presentes na Constituição Federal. Para a profissional do Direito, tanto a família quanto o Conselho Tutelar ou o Ministério Público, podem processar ao jornalista ou ao veículo de comunicação que desrespeitem a lei.

O compromisso ético do jornalista deve permear todos os trabalhos realizados, principalmente em se tratando de grupos minoritários, crianças e adolescentes. Antes de tudo, os direitos humanos devem prevalecer sobre qualquer tipo de interesse, mesmo que esteja em jogo até mesmo o emprego do profissional da comunicação.


Fonte: www.galinhapulando.com

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Ivete Sangalo tem Twitter

Postado por Valdeck Almeida em 13/08/2009 12:13:00


Por: Valdeck Almeida de Jesus (*)

A cantora, musa do verão baiano, já está antenada. Ela navega no site de relacionamento e deixa suas impressões do dia a dia.

A tecnologia acompanha Ivete Sangalo, que acompanha a tecnologia. Ivete está em todas. Agora é o Twitter a sua nova companhia. Ali, a cantora dedilha sua rotina, seus afazeres, manda beijo para fã, conta detalhes do que está fazendo em casa. Não para um minuto, nem para descansar. O carnaval só acontece uma vez por ano, mas os preparativos, os encontros para passar som, ensaiar e divulgar seu trabalho ocorrem durante todo o tempo que a cantora tem disponível.

Super eclética, Ivete se joga em shows, baladas, ensaios e festas. Não dá tempo de acompanhar tudo o que este furacão da música brasileira realiza. Na Bahia, em seu lar, tem um estúdio particular onde o som rola solto, a qualquer hora do dia ou da noite. Basta aquele “clique” de talento estalar que lá vai ela, correndo, pegar nos instrumentos musicais, botar tudo pra funcionar e registrar um novo trabalho.

A Bahia tem orgulho da nobreza do trabalho de Ivete Sangalo. Nascida em Juazeiro (27 de maio de 1972), distante 511 da capital baiana, a geminiana parece que tem duas dentro dela. Sua personalidade dinâmica e versátil a torna o centro das atenções por onde passa. Brincalhona, verdadeira em suas colocações, Ivete Sangalo sabe como cativar os amigos e admiradores com o seu carisma e jeitinho baiano de ser. Não é à toa que faz tanto sucesso!

Contatos:
http://twitter.com/ivetesangalo
http://www.ivetesangalo.com


VALDECK ALMEIDA DE JESUS nasceu em Jequié, Bahia, em 1966. Jornalista, trabalha, atualmente, como funcionário público, editor de livros e palestrante. Publicou os livros Memorial do Inferno: a saga da família Almeida no Jardim do Éden, Feitiço contra o feiticeiro, Valdeck é Prosa e Vanise é Poesia, 30 Anos de Poesia, Heartache Poems, dentre outros. Participa de mais de 30 antologias. É organizador e patrocinador do Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus de Poesia, desde 2005. Expõe seus textos no site www.galinhapulando.com
Contato com o autor: valdeck2007@gmail.com


Fontes:
http://www.galinhapulando.com/visualizar.php?idt=1751865
http://www.portalvilas.com.br/?pg=noticia&id=6426

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