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Douglas Lara

Sorocaba Dia e Noite

Prêmio Cruzeiro do Sul revelará talento inédito em livro

Postado por Douglas Lara em 20/12/2009 14:54:00

















Prêmio Cruzeiro do Sul revelará talento inédito em livro

MAIS CRUZEIRO
Prêmio Cruzeiro do Sul revelará talento inédito em livro
Notícia publicada na edição de 20/12/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 1 do caderno B.

'Roberto Martins - Uma legenda na Música Popular' está entre as principais obras lançadas pela FUA

Participação é aberta a autores que residam numa das 18 cidades onde o jornal circula

A Fundação Ubaldino do Amaral (FUA), mantenedora do jornal Cruzeiro do Sul, começa a receber, a partir de amanhã, as inscrições de escritores interessados em participar do PrêmioJornal Cruzeiro do Sul de Literatura, cujo regulamento estará disponível na segunda-feira, no site do jornal. O prêmio será a edição e publicação do livro vencedor, com uma tiragem de 1.000 exemplares, dos quais quatrocentos serão distribuídos gratuitamente para escolas, bibliotecas e entidades culturais e seiscentos ficarão com o autor.

A participação é aberta a autores inéditos em livro, com idade a partir de 10 anos completados na data da inscrição, e que residam numa das 18 cidades onde o Cruzeiro do Sul circula (Alumínio, Araçoiaba da Serra, Boituva, Capela do Alto, Iperó, Itapetininga, Itu, Mairinque, Piedade, Pilar do Sul, Salto de Pirapora, São Miguel Arcanjo, São Roque, Sarapuí, Sorocaba, Tatuí e Votorantim). Será permitida a inscrição de uma obra, original e inédita, por autor. O tema é livre, assim como o gênero literário, podendo ser inscritos romances, volumes de contos, poesias ou crônicas, histórias infanto-juvenis e até mesmo trabalhos acadêmicos.

A edição do livro ficará a cargo da FUA, que há quarenta anos, completados em 2009, vem editando livros sobre temas diversos, com um saldo de 37 títulos publicados. O livro será registrado na Biblioteca Nacional, terá ficha catalográfica, ISBN (International Standard Book Number) - sistema padrão internacional para identificação numérica dos livros segundo o título, o autor, o país, a editora e a edição - e código de barras, que facilita a circulação e comercialização. A seu critério, o autor poderá distribuir gratuitamente ou vender os seiscentos exemplares a ele destinados ao preço de R$ 20,00, obtendo um benefício financeiro de até R$ 12 mil.

Oportunidade a todos
Ailton Sewaybricker, presidente da diretoria executiva da FUA, explica que a intenção do concurso, que se insere nos propósitos educacionais e culturais da FUA, é revelar um talento escondido e premiá-lo com a publicação do livro, que é o sonho de todo escritor, e ao mesmo tempo proporcionar mais um lançamento de qualidade para a comunidade regional. Por isso optamos por realizar um concurso o mais amplo e democrático possível, em que inclusive crianças a partir de dez anos e adolescentes poderão participar, ao lado de professores e estudantes universitários e pessoas de terceira idade.

Pelo regulamento do concurso, a recepção e encaminhamento dos textos para a Comissão Julgadora ficará a cargo da Assessoria Técnica da FUA. Para evitar qualquer sombra de suspeita de favoritismo, os jurados receberão apenas os textos, sem os nomes dos respectivos autores, e darão notas de 1 a 10 aos quesitos Tema, Originalidade, Estilo, Correção e Produto Final. A Comissão Julgadora só ficará sabendo quem são os autores selecionados e o ganhador do primeiro prêmio depois que tiver escolhido e classificado os trabalhos, esclarece o assessor técnico da FUA, José Carlos Fineis, responsável pela coordenação do projeto.

As inscrições são gratuitas e só podem ser feitas pelo Correio, via Sedex ou carta registrada, até o dia 9 de janeiro de 2010 (um sábado). Além de consultar o regulamento no site do jornal, os interessados podem tirar dúvidas sobre detalhes das inscrições telefonando para a Assessoria Técnica da FUA, de segunda a sexta-feira, no horário comercial. Os telefones são (15) 2102-5056 (15) 2102-5056 e 2102-5057.

Douglas Lara

http://recantodasletras.uol.com.br/mensagens/1987414


Natal é Paz!* - Edgard Steffen

Natal é Paz!* - http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=44&id=249054
Edgard Steffen

Notícia publicada na edição de 19/12/2009 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno A.

Noite azul, sem igual,

Deus nos deu um Feliz Natal

Nosso lar está cheio de luz

Paz na Terra!Nasceu Jesus!


(Oreste Barbosa - Sucesso de Dick Farney)


A visita de Deus à Terra aconteceu num abrigo para animais, sem assessoria, sem pompa e circunstância


Quando a Rainha Elizabeth II visitou os EEUU levou 1.800 kg de bagagem. Entre seus pertences, 40 quartilhos (0,588 l) de plasma, assentos de pelica branca para vasos sanitários, muita roupa para diferentes cerimônias e encontros. Até um traje para luto fez parte do guarda-roupa; alguém importante poderia morrer e à Soberana não ficaria bem aparecer, nas exéquias, sem veste adequada. Com a real comitiva, vieram secretários, atendentes, duas camareiras e a cabeleireira pessoal da Rainha. O custo de sua viagem foi 20 milhões de dólares. A visita ao Brasil não deve ter ficado por muito menos. Bem mais nova, na ocasião, ela resolveu dar uma cavalgada. Encilharam um puro-sangue para o real passeio. Sorte do animal. Virou garanhão! Ganhou aposentadoria definitiva porque, nenhum traseiro plebeu poderia sentar-se onde as nobres nádegas haviam repousado. As redes de televisão incumbiram-se de espalhar, para o mundo, tudo o que de importante aconteceu durante a visita da Rainha.

A visita de Deus à Terra aconteceu num abrigo para animais, sem assessoria, sem pompa e circunstância. Chegou sem comitiva. Além dos animais, presente apenas o casal que o receberia como filho. O recém-nascido foi acomodado num cocho onde as reses recebiam alimentação. A notícia de sua chegada - com a mensagem de “Glória a Deus nas Alturas e Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade” - foi vista e ouvida apenas por gente muito humilde, cuidadora dos rebanhos, longe da cidade.

Esperado pelos judeus como “O Messias”, “O Ungido”, chegou sem nenhuma bagagem. Suas únicas posses, as faixas que o envolveram. “Encontrareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedoura”. descreveu Lucas em seu Evangelho (2:12). Para livramento de todos os jugos, havia quem imaginasse o Messias, numa carruagem de fogo, brandindo flamejante espada libertadora. O esperado libertador, ao crescer, em lugar de ações de guerra, viria a falar de paz, amor, mansidão, perdão, benignidade, misericórdia e ressurreição. Em vez de revide e morte, a outra face e vida. Quem o esperasse montado em vistoso corcel, ajaezado para combates, viria a se escandalizar com sua figura. No Domingo de Ramos, às vésperas do vicariante sacrifício, o Deus-Conosco entrou em Jerusalém assentado sobre jumentinho, filho de animal de carga. A Bíblia não menciona o destino do animal, mas, com certeza, seguiu a vida de seus ascendentes asininos e continuou carregando coisas e gente.

Quando acendemos luzes ou velas do Advento, declaramos que fazemos festa porque acreditamos que aquela criança, nascida Belém, é Deus. Nele, o Verbo se fez carne e habitou entre nós (João 1:14). Não fosse o Messias (o Ungido) não haveria Natal.

Entretanto, na maioria das comemorações natalinas, o grande ausente é o Aniversariante. No mundo em que a lógica do consumo gera quase tudo, a sociedade tem ondas de movimento acelerado, que afastam o homem da raiz das coisas. É o que acontece no período natalino. Desdobrando-se - pelo balanço anual ou pelo aumento das horas de trabalho - para atender à freguesia; atulhado e atordoado por apelos de consumo; coagido pela quase obrigação de presentear; atenção ligada ao término dos campeonatos esportivos; preso nos congestionamentos ou nas enchentes; assustado pelo medo de assalto e violências; obrigado a participar de formaturas e comemorações próprias do período, o homem moderno tem pouco tempo para refletir sobre o significado do Natal. Chega a esquecer que Natal é Paz, que Natal é Amor.

Hora de ficar mais tempo com a família, pela alegria de ter e estar com a família. Poder contar, às crianças, lendas como as de Papai Noel, da Arvore de Natal, mas sem esquecer de narrar a linda história do Menino-Deus deitado na manjedoura rodeado de animais e adorado pelos pais, magos e pastores. Criança adora ouvir histórias. Encontre tempo para isso.

E tenha um Feliz Natal!


(*) Elaborada a partir de liturgia de Natal escrita por Lucia Steffen (irmã do cronista).

Edgard Steffen é médico pediatra (edgard.steffen@gmail.com) - http://www.cruzeirodosul.inf.br/materia.phl?editoria=44&id=249054

Douglas Lara



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Na Coluna Sorocaba Dia e Noite em MEWS zaP! do Editor Douglas Lara:

http://www.eunanet.net/beth/news_coluna.php?col=217

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Douglas Lara questiona: Antologia, para que serve?

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13/11/09 - Sorocaba dia e noite

http://recantodasletras.uol.com.br/mensagens/1923025


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