MORTO O LÍDER POLÍTICO NIZAR RAYYAN IMPORTANTE HOMEM DO HAMAS
O mais importante nome do Hamas, Nizar Rayyan, foi morto hoje, na ofensiva de seis dias de Israel contra Gaza. As ações irreconciliáveis até o momento, já fez milhares de vítimas, deixando mais de 400 mortos e 2.000 feridos.
Nizar Rayyan foi atingido por ataque em sua casa em Jabalia, no primeiro dia do ano de 2009.
Informações trazidas por fontes e integrantes do Movimento, contam que Rayyan, estava em casa no campo de refugiados de Jabalia quando foi atingido. Outras quatro pessoas teriam morrido durante o ataque, no entanto, Israel não se manifestou afirmando ou negando o primeiro e mais recente bombardeio, de 2009.
Conforme contam os correspondentes locais, o Conselho de Segurança da ONU, votaria mais cedo, um esboço de resolução pedindo o cessar-fogo imediato em Gaza. O que não teria ocorrido, em tempo.
O plebiscito previsto, teria por meta, apresentar a e aprovar uma resolução apresentada pela Líbia, que é atualmente único país árabe atualmente no conselho, para que pusessem fim ao confronto que já perdura por seis violentos dias.
Isso porque as várias tentativas da ONU em se estabelecer acôrdo sobre trégua, foram improdutivas e seus lideres, irredutíveis.
Hoje, após os ataques de Israel sobre Gaza, representantes diplomatas, relataram, que novas negociações ocorrerão nos próximos dias. Os Ocidentais afirmam também que falta "equilíbrio" ao texto proposto.
O Cessar-fogo negociado pelo Egito, em vigor desde junho, foi desrespeitado diversas vezes pelos dois lados.
Ele terminou em 19 de dezembro, rompido unilateralmente pelo Hamas.
Um final violento para a trégua mal-sucedida dos últimos seis meses entre inimigos irreconciliáveis o grupo palestino Hamas e o governo de Israel.
Com milhares de vítimas e muitos precisando de socorro e tratamentos, ainda no terceiro dia dos conflitos, era impossível.
O canal de televisão Al-Jazeera, baseado no Qatar, disse que aeronaves do país transportando suprimentos de ajuda retornaram ao país do golfo arábico sem os terem entregado. Autoridades egípcias negam a informação.
CAIRO (Reuters) - Ezzat Abdel-Rahman disse que os palestinos estão sofrendo uma "grande injustiça" nas mãos de Israel, mas eles deveriam ter seguido o exemplo do Egito e ter assegurado acordos de paz com o Estado judeu há muito tempo.
Segundo ele, o Egito não deveria abrir suas fronteiras com Gaza para permitir a fuga dos palestinos da ofensiva de seis dias de Israel, como exigem os militantes do Hamas e muitos árabes.
Apesar da pressão de islâmicos e ativistas, que pedem uma ação severa contra Israel, muitos cidadãos egípcios dizem não querer o país envolvido em mais um conflito no Oriente Médio, em um raro apoio ao discurso do impopular governo.
Por: Alaa Shahine.
Se por um lado, explicando, o grupo islâmico acusa Israel de não suspender o bloqueio que impõe à Faixa de Gaza desde que o grupo radical assumiu o controle do território, há dois anos e meio, por outro lado, Governantes Israelenses replicam.
Justificando as bárbaries, o governo israelense responde que o Hamas não cumpriu a promessa de parar os ataques com foguetes contra cidades do sudoeste de Israel, nem reprimiu o contrabando de armas e explosivos para a Faixa de Gaza através de túneis na fronteira com o Egito
O Povo, vítima de uma guerra onde os bombardeios não tem limites e as mortes, ou as Vidas... São Insignificantes!
O Povo, vítima de uma guerra onde os bombardeios não são direcionados e sem a importância de quem, quando, como e porque, mirar, atirar, matar, qualquer pessoa e lugar é alvo certo.
Estes seres humanos que estão no centro dos desafetados, pagam com a vida, não valendo nada para quem esta no combate.
Como se tanta tragédia e desgraça fosse pouco para este povo, o socorro é negado... E o sofrimento só aumenta.
DIRETO DE PARIS (Reuters) Parcial trecho da Reportagem de James Mackenzie e Laure Bretton- A ofensiva israelense na Faixa de Gaza abalou o Hamas e vai continuar até que o Estado judeu deixe de considerar a facção palestina islâmica uma ameaça, disse a ministra das Relações Exteriores israelense, Tzipi Livni, nesta quinta-feira.
-"Eu penso que mesmo agora, depois de poucos dias de operação, nós conseguimos mudanças", ela disse a repórteres em uma visita a Paris, referindo-se aos ataques aéreos lançados no sábado.
"Nós afetamos a maior parte da infra-estrutura do terror na Faixa de Gaza e a questão sobre se isso é o suficiente vai depender de avaliações diárias".
O Hamas se mantém desafiador apesar da ação israelense que matou mais de 400 palestinos. Quatro israelenses foram mortos por mísseis de retaliação.
Livni foi a Paris para responder à proposta francesa de um cessar fogo de 48 horas para permitir ajuda humanitária em Gaza. Seu gabinete afirmou que ela iria reiterar a rejeição do governo à idéia.
"Não há crise humanitária na Faixa de Gaza, por isso não necessidade de trégua humanitária", disse o ministério das Relações Exteriores em um comunicado...
por Félix Soria *Sección/es: Israel, Oriente Próximo, Unión Europe
*Nota do Editor: Com Informações de fontes diversas, acrescidos os respetivos créditos= Elizabeth Misciasci- Cônsul de Poetas Del Mundo
Da Redação - Revista zaP!