O
Projeto zaP! Não é
Uma Ong, não faz parte
de nenhuma entidade Religiosa
(busca sim, apoio para juntos
sanarmos casos específicos)
nem filantrópica, não
recebe ajuda governamental,
apenas doações
dos amigos do zaP!. Não
possuindo, portanto vínculos
com instituições
nem remunerações.

O
zaP! Não vislumbra
holofotes, muitas vezes, se
esquivou e se esquiva destes.
Não espera qualquer
louro dos órgãos
ligados ao Sistema Penitenciário,
pois estes dificilmente se
prestam os reconhecimentos
ou facilitam os trabalhos.

O
zaP! Já colocou fim
em diversas rebeliões
em São Paulo, não
só nos sistema prisional
feminino, porém, nunca
houve registros no Estado
tratando isso. Além
de toda a descriminação,
por se atuar com a "marginalidade"
vive-se em constante condição
de risco.

Pode-se
afirmar que embora gratificante,
não deixa de ser o
mais difícil trabalho
voluntário que um ser
possa querer exercer...

Atuante
no sistema Prisional Feminino
com voluntariado ativo de
fato, o Projeto zaP! Na verdade,
foi idealizado por duas Jornalistas,
escritoras, pesquisadoras
e humanistas.

Atualmente
desenvolve atividades, tendo
como base a arteterapia. O
trabalho do zaP! Não
só com as apenadas,
mas com filhos, familiares,
egressas (ex-sentenciadas),
e estrangeiras.

Interagindo
com estas, trabalha pelo fim
da Violência lutando
sempre pela Reintegração
social SEM reincidência.

Buscando
mostrar realidades e suprir
dificuldades, sua idealizadora
hoje abraçando a causa
sem parceria, apenas apoio
e ajuda dos amigos do zaP!,
fala por aproximadamente vinte
e oito mil mulheres encarceradas
no Brasil, e sente-se apaixonada
pelo zaP!, Pois carrega a
certeza de estar prestando
assim, sua contribuição
a Sociedade.


