Clamor social

NAVV no Caso Lucilene de Porto Ferreira

Estiveram na Cidade de Porto Ferreira, interior de São Paulo representantes do Grupo N.A.V.V. (Núcleo de Apoio a Vítimas de violências), com o objetivo de prestar apoio aos familiares e averiguar o andamento das investigações no Caso Lucilene Maria Ferrari, dona de um Hotel local, que esta desaparecida desde o dia 24 de dezembro de 2019.

A empresária teria saído de Porto Ferreira na véspera do natal, com a intenção de visitar e confraternizar a data, com uma de suas irmãs, na cidade de Descalvado, também interior de São Paulo. Contudo, Lucilene não chegou ao destino.
De lá para cá, não se tem o paradeiro da empresária, e todas as investigações já sinalizam que ela, pode ter sido vítima de um crime.

Assim sendo, o Núcleo de apoio a Vitimas de violências, (N.A.V.V.), através de Lucilene Isabel, Marta Consoli, Angelita Miguel, Vivian Teixeira, Elizabeth Misciasci, Denise Prado, Janete Nakashima, juntamente com representantes do Deputado Marcio Nakashima, se dirigiram a respectiva cidade, manifestaram apoio ao caso e aos familiares, se colocaram a disposição e passaram a acompanhar todos os andamentos referentes ao assunto de perto.

Por Elizabeth Misciasci

O caso (Com Informações do R7)


Lucilene Maria Ferrari está desaparecida desde o dia 24 de dezembro quando, de acordo com seu sócio, saiu de casa para celebrar o Natal na casa da irmã em Descalvado, uma cidade vizinha. A polícia ainda não tem pistas do paradeiro da mulher, que estava apenas com a roupa do corpo e R$1.550 no bolso.

O sócio de Lucilene foi quem registrou seu desaparecimento, no dia 27 de dezembro, na Delegacia de Porto Ferreira. Na época, ele contou ao R7 que Lucilene foi vista nas imediações da rodoviária da cidade. Porém, Lucilene não apareceu em Descalvado e não entrou em contato com nenhum familiar ou amigo desde então. Ela deixou dois celulares em casa.

A família da vítima acredita que o suspeito traía Lucilene e que, ao descobrir, a vítima teria seguido o sócio e possível companheito. Os familiarem afirmam que outras testemunhas presenciaram uma briga entre os dois no local por volta das 19h do dia do desaparecimento.

Um hóspede, que preferiu não ser identificado, conta que ficou no hotel por quatro dias a partir da madrugada do dia 25 e que, durante sua estadia, notou um comportamento estranho do sócio. Ele afirma ter visto o homem lavando o quintal dos fundos da casa por pelo menos duas vezes no período.

Esse hóspede era um dos álibis do suspeito, que afirmou estar no hotel por volta das 19h do dia 24, esperando a chegada do homem e que o combinado era realizar o check-in às 21h. Porém, o hóspede contou que, na verdade, havia marcado para chegar na madrugada no dia 25.